Fox News - Video
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2026-07-24 19:06:11 (2 weeks ago)
Trump says Israel would ‘not be around anymore’ had he not been elected
President Donald Trump says Israel would not exist today if he had not been elected president while speaking at the White House.
South China Morning Post - World News
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2026-07-24 19:05:02 (2 weeks ago)
Saudi strikes Houthi sites in Yemen as conflict flares
Saudi Arabia struck Houthi military targets in Hodeida on Friday with rebel media reporting two injured after the Iran-backed group announced a maritime blockade of the kingdom and hit its ships. Saudi Arabia and the Houthis traded fire recently for the first time in years, threatening a 2022 truce that has held despite expiring. The Saudi-led coalition said it hit Houthi sites and destroyed targets threatening commercial vessels in response to attacks on Red Sea shipping. A Yemeni security...
Globo News - Mundo
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2026-07-24 19:04:05 (2 weeks ago)

EUA: Justiça acusa atirador em jantar de correspondentes de tentativa de assassinato de Trump
Começou na noite desta nesta sexta-feira (24) do jantar anual dos correspondentes internacionais da Casa Branca, em Washington, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O evento começou sob forte esquema de segurança, após ter sido interrompido por um ataque a tiros na edição anterior.
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➡️ Na ocasião, um homem armado tentou entrar no salão onde ocorria o jantar, evento anual tradicional em que o presidente dos Estados Unidos se reúne com jornalistas estrangeiros que cobrem a Casa Branca. O homem trocou tiros com agentes do Serviço Secreto, que o interceptaram na entrada. Trump foi retirado às pressas, e os jornalistas tiveram de se esconder sob as mesas (veja no vídeo acima).
Fachada do hotel que recebe o jantar entre Donald Trump e os jornalistas correspondentes internacionais que cobrem a Casa Branca
Kent Nishimura / AFP
O Serviço Secreto reforçou a proteção no entorno do hotel, isolou ruas da região e montou um amplo perímetro de segurança para evitar novos incidentes.
Por conta dos tiros, o jantar foi adiado e remarcado para esta sexta. Desta vez, no entanto, o evento ocorrerá com novas e reforçadas medidas de segurança — em abril, jornalistas relataram falhas de segurança. Um dos vídeos capturados por câmaras do hotel mostrou que o atirador conseguiu furar o bloqueio de agentes do Serviço Secreto.
O evento deste ano também acontece em um novo endereço. A cerimônia foi transferida do Washington Hilton para o Waldorf Astoria. Segundo os organizadores, o hotel é menor e permite um controle mais rigoroso da entrada dos convidados.
👉 O atirador, identificado como Cole Allen, um californiano de 31 anos, declarou-se inocente das acusações do Ministério Público contra ela, incluindo a tentativa de assassinato do presidente.
Discurso de Trump
Convidados se abaixam após barulho de tiros em jantar de correspondentes da Casa Branca, em abril de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
No evento desta noite, Trump deverá proferir o discurso que não pôde fazer em abril — no evento, é também tradição que o presidente fale aos jornalistas. Embora se esperasse que Trump fizesse um discurso contundente contra a imprensa no evento original, resta saber qual será o tom adotado no jantar remarcado.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse a repórteres na quinta-feira que Trump "celebrará a liberdade de expressão e a Primeira Emenda [da Constituição] com todos vocês, membros da mídia".
"O presidente está ansioso para terminar o que começou antes que uma tentativa de assassinato desprezível interrompesse o evento original", acrescentou Leavitt, que também estará presente.
Leavitt afirmou ainda que o discurso do presidente será uma combinação de "algo unificador e, ao mesmo tempo, implacável; sério e, ao mesmo tempo, muito engraçado".
"Se é que vocês conseguem imaginar isso. Uma coisa posso garantir: será um discurso muito divertido", afirmou a porta-voz.
As batalhas de Trump contra a imprensa
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, batendo continência no início do jantar promido pela Casa Branca aos jornalistas correspondentes internacionais.
Mandel Ngan / AFP
Trump processou diversos veículos de comunicação, classificou reportagens desfavoráveis como "fake news" e frequentemente criticou e ridicularizou jornalistas.
Seu governo retirou a agência de notícias Associated Press do grupo de jornalistas com acesso privilegiado à Casa Branca e restringiu o acesso de muitos profissionais ao Pentágono, entre outras medidas.
A Casa Branca defendeu essas ações, afirmando que elas visam proteger informações sensíveis, reforçar a segurança e aumentar a responsabilização do que considera organizações de mídia tendenciosas.
Falando a jornalistas mais cedo nesta sexta, Trump defendeu intimações federais contra jornalistas do "New York Times" — posteriormente retiradas — afirmando que a segurança nacional estava em jogo. Os repórteres haviam publicado informações sobre a segurança do novo avião presidencial Air Force One, doado pelo Catar.
A secretária de Imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a correspondente sênior da CBS News na Casa Branca e presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA), Weijia Jiang, participam do jantar da WHCA de 2026, realizado no hotel Waldorf Astoria, em Washington.
Mandek Ngan / AFP
"Não estamos atrás dos jornalistas. Estamos atrás dos vazadores de informações. Estamos atrás de pessoas covardes, antipatrióticas e, em muitos casos, traidoras. E a maneira de encontrá-las é por meio dos jornalistas", declarou Trump no Salão Oval.
Mesmo intensificando suas ações contra a imprensa, Trump tem dado aos repórteres mais acesso direto do que presidentes recentes, respondendo perguntas durante aparições públicas sem roteiro definido e conversando regularmente com jornalistas por telefone.
Centenas de jornalistas veteranos, juntamente com oito organizações profissionais de jornalismo, assinaram uma carta pedindo que a Associação de Correspondentes da Casa Branca aproveite o jantar para condenar o que classificaram como ataques de Trump à Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos - que protege a liberdade de expressão e de imprensa.
Com informações da AFP e da Reuters
Jantar dos Correspondentes nos EUA: entenda a importância do evento de Trump com imprensa
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2026-07-24 19:02:14 (2 weeks ago)
‘The Five’ share best advice from significant others
‘The Five’ co-hosts reveal the most helpful advice their partners have given them, sharing personal insights and humorous takes.
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2026-07-24 19:01:10 (2 weeks ago)
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2026-07-24 18:58:43 (2 weeks ago)
VÍDEO mostra policiais matando homem a tiros durante abordagem no estado de Wisconsin, nos EUA

Vídeo mostra homem morto em abordagem durante protesto nos EUA
Um homem negro foi morto durante uma abordagem policial na cidade de Madison, capital de Wisconsin, nos EUA. A ação foi registrada em vídeo e as imagens provocaram protestos contra a violência da corporação.
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A morte a tiros de Corey Ruiz viralizou nas redes sociais, reacendendo parte da indignação surgida após a morte de George Floyd pela polícia em Minnesota, em 2020, e outros casos que levantaram questões sobre racismo no uso da força policial nos Estados Unidos.
O caso aconteceu na última quarta-feira (24), e as imagens viralizaram nos dias seguintes. O vídeo mostra quatro policiais uniformizados em luta corporal com o homem, em meio a gritos de "Solte-o" e "Ele está com uma faca".
Centenas de manifestantes reuniram-se para uma vigília em Madison, Wisconsin exigindo a responsabilização da polícia.
Policiais entram em confronto com Corey Ruiz antes de ele ser baleado e morto
Michael Doubek/via REUTERS
A polícia afirmou que Ruiz estava armado com uma faca, a qual feriu pelo menos um dos quatro agentes que lutavam para derrubá-lo no chão. Durante o confronto, um policial sacou sua arma e disparou o que pareciam ser três tiros à queima-roupa, segundo o vídeo.
Na noite de quarta-feira, manifestantes reuniram-se no local do incidente e no Capitólio estadual, onde um show ao ar livre foi cancelado devido aos protestos.
Os manifestantes retornaram ao local na quinta-feira, deixando flores na rua. Os organizadores apresentaram familiares de Ruiz, incluindo uma filha, à multidão.
Mais cedo, na quinta-feira, vários manifestantes interromperam uma coletiva de imprensa do chefe de polícia de Madison, John Patterson, exigindo a prisão dos agentes. Os manifestantes seguravam cartazes com frases como "Policiais corruptos também merecem morrer!!!".
A polícia havia abordado Ruiz devido a relatos de uma pessoa olhando para o interior de carros estacionados. Outro chamado, recebido na mesma ocasião sobre uma invasão domiciliar, pode ter aumentado a presença policial no local.
A Divisão de Investigação Criminal do Departamento de Justiça de Wisconsin está conduzindo uma investigação independente sobre o homicídio, segundo o porta-voz da polícia.
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Simone Biles shared a hospital selfie with husband Jonathan Owens, revealing the NFL safety took her to a "procedure" on his birthday after her medical emergency.
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2026-07-24 18:52:54 (2 weeks ago)
The governing board of the DSA are 'explicitly communists': Former DSA member
Former DSA member Jake Altman discusses the extremism of the Democratic Socialists of America on 'The Will Cain Show.'
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