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Times of India

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2026-07-24 23:05:00 (2 weeks ago)

Burnham brings a 'No. 10' to Manchester to kickstart English 'devolution'

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Fox News - Video

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2026-07-24 23:04:04 (2 weeks ago)

Iran reinforces Houthi rebels in Yemen, threatening oil tankers

Fox News chief national security correspondent Jennifer Griffin reports on growing concerns about Middle East escalation as Iran reinforces Houthi rebels in Yemen on ‘Special Report.’

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The Guardian - World News

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2026-07-24 23:01:03 (2 weeks ago)

Trump’s speech devolves into list of gripes and nasty attacks on opponents – US politics live

From Barack Obama and Kamala Harris to Ilhan Omar and Gavin Newsom, president uses speech to belittle opponents

Represenatives Ilhan Omar and Pramila Jayapal, will visit the Whipple Federal Building in Minneapolis today to conduct a congressional oversight visit.

The Democratic lawmakers are visiting the site of sustained protests earlier this year against the immigration crackdown that swept the state of Minnesota, and resulted in the fatal shootings of two US citizens by federal immigration agents.

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Globo News - Mundo

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2026-07-24 23:00:30 (2 weeks ago)

Tarifa dos EUA pode agravar trabalho forçado que diz combater, alertam especialistas


EUA justificam novas tarifas ao Brasil com suposto trabalho forçado; entenda Os Estados Unidos justificaram a nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros como uma forma de combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção. Segundo o governo americano, o Brasil e outros 85 países não possuem mecanismos suficientes para impedir a entrada, em seus mercados, de mercadorias produzidas sob esse tipo de exploração. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Mas especialistas, o governo brasileiro e organismos internacionais fazem um alerta que parece contradizer a lógica da medida: dependendo da forma como são aplicadas, as restrições comerciais podem acabar agravando justamente o problema que pretendem combater. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a explicação está na relação entre pobreza, vulnerabilidade e exploração. "Em alguns casos, inclusive, a restrição do acesso a mercados pode piorar, porque aí você aumenta a pobreza, e a pobreza é uma das principais causas por trás desse tipo de violação", afirma o diretor do escritório da OIT no Brasil, Vinícius Pinheiro. A avaliação também aparece na manifestação enviada pelo governo brasileiro ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), responsável pela investigação que deu origem à nova tarifa. No documento, o Brasil afirma que barreiras comerciais não fortalecem a fiscalização, não ampliam a rastreabilidade das cadeias produtivas e podem até dificultar a cooperação internacional necessária para enfrentar o problema. Quando a punição é direcionada a empresas específicas ou a mercadorias comprovadamente produzidas com trabalho forçado, ela pode gerar incentivos para mudanças de comportamento, aumento da fiscalização e maior controle das cadeias produtivas. Já medidas amplas, que atingem países inteiros ou setores econômicos sem distinguir empresas que cumprem ou não as regras, tendem a produzir efeitos menos previsíveis. O novo tarifaço dos EUA se enquadra nessa categoria. "A experiência internacional mostra que a efetividade dessas medidas não deve ser generalizada. Onde ela tem sido mais efetiva é quando ocorre de forma individualizada. Por exemplo, se uma empresa específica foi flagrada, ela deveria ser penalizada." A explicação é econômica: 🔎 Quando as exportações diminuem, empresas podem reduzir investimentos, cortar empregos ou diminuir a renda. Em regiões marcadas por pobreza, informalidade e baixa proteção social, isso amplia justamente as condições que favorecem o aliciamento de trabalhadores para situações degradantes. "Nós não queremos diminuir o comércio, mas queremos que esse comércio ocorra sobre bases justas, com respeito aos direitos fundamentais", resume o diretor da OIT. Na manifestação enviada ao USTR, o Itamaraty afirma que a medida pode gerar consequências econômicas amplas sem enfrentar as causas do problema. "Medidas tarifárias não aumentam a capacidade de fiscalização, não incentivam diligência adicional nem atacam casos reais de trabalho forçado. Pelo contrário, elas podem desviar fluxos comerciais e impor custos econômicos amplos (inclusive para indústrias e consumidores dos EUA) sem tratar das questões centrais de direitos trabalhistas. Tarifas unilaterais também podem desestimular a cooperação entre governos, que é justamente necessária para combater o trabalho forçado de forma eficaz", diz a carta divulgada. Para o governo brasileiro, combater o trabalho forçado exige cooperação entre países, troca de informações, fortalecimento da rastreabilidade das cadeias produtivas e atuação coordenada dos órgãos de fiscalização. Trabalho Forçado/ Escravidão Moderna/ Trabalho Análogo à Escravidão Organização Internacional do Trabalho/ Kazi Salahuddin Razu/ Getty Images Problema real A crítica à tarifa não significa negar a existência do problema. Segundo a OIT, cerca de 28 milhões de pessoas vivem hoje em situação de trabalho forçado em todo o mundo. O próprio Brasil convive com essa realidade. Desde 1995, mais de 65 mil trabalhadores foram resgatados de condições análogas à escravidão. Nos últimos anos, porém, o combate deixou de se concentrar apenas nos empregadores flagrados e passou a alcançar toda a cadeia produtiva. É justamente essa lógica que orienta iniciativas como o projeto Reação em Cadeia, do Ministério Público do Trabalho (MPT), que rastreia relações comerciais entre grandes empresas e fornecedores envolvidos em violações de direitos humanos. O programa já identificou mais de R$ 48 bilhões em negócios envolvendo fornecedores ligados a casos de trabalho escravo em setores como pecuária, café, soja, carvão vegetal, etanol, construção civil e indústria têxtil. A iniciativa se soma a outros mecanismos do Brasil, como os grupos móveis de fiscalização e a chamada Lista Suja do Trabalho Escravo, que divulga empregadores responsabilizados. Essas ferramentas colocam o Brasil como referência global no enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo, segundo Pinheiro. Para ele, um dos diferenciais brasileiros é justamente reconhecer a existência do problema e manter mecanismos permanentes de fiscalização, transparência e responsabilização. "O Brasil é referência internacional em termos de combate ao trabalho escravo. Primeiro, por reconhecer e dar transparência ao tema, porque a atitude de outros países, por exemplo, é negacionista. Eles dizem que não existe." O reconhecimento internacional, porém, não significa que não existam desafios. Segundo Luciano Aragão Santos, coordenador nacional de combate ao trabalho escravo (Conaete) do Ministério Público do Trabalho (MPT), há uma lacuna justamente na área utilizada pelos EUA para justificar a nova tarifa: o controle de produtos importados e o monitoramento de fornecedores estrangeiros. 🔎 Hoje, o Brasil não possui uma legislação específica que obrigue empresas a verificar se fornecedores internacionais utilizaram trabalho forçado na produção das mercadorias importadas. É justamente essa lacuna regulatória relacionada às importações — e não à capacidade do país de combater o trabalho escravo internamente — que está no centro da discussão levantada pelos EUA. As contradições da medida Segundo o USTR, essa lacuna regulatória cria um ambiente de concorrência considerado desleal para empresas americanas, especialmente em setores expostos à competição internacional. Dados da Walk Free, no entanto, mostram que os próprios EUA não mantêm um controle rigoroso sobre o histórico dos produtos que importam. O país lidera o ranking mundial de importações potencialmente expostas ao risco de trabalho forçado, movimentando cerca de US$ 169,6 bilhões por ano. EUA lideram o ranking mundial de importações potencialmente expostas ao risco de trabalho forçado, g1 Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o objetivo de impedir a circulação de produtos associados ao trabalho forçado é legítimo, mas questionam se esse é, de fato, o real objetivo da medida. Diversos elementos da própria investigação apontam em outra direção. O relatório não apresenta casos concretos de mercadorias brasileiras produzidas sob essas condições que tenham chegado ao mercado americano. Outro ponto que alimenta críticas é o desenho das tarifas. Produtos como carne bovina, café e suco de laranja permaneceram fora das sobretaxas, apesar de esses setores aparecerem com frequência em registros oficiais brasileiros relacionados ao trabalho escravo contemporâneo. Thiago de Aragão, CEO da Arko International, afirma que os setores mais relevantes da pauta exportadora brasileira para os EUA ficaram de fora das medidas. Para ele, se a preocupação fosse realmente combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção, o desenho da política seria diferente. "Uma política coerente trataria a questão como um padrão horizontal e usaria critérios técnicos, como due diligence [diligência prévia] de cadeia, rastreabilidade e certificação. O que se vê é uma medida que escolhe setores em função do impacto doméstico americano", afirma. Também pesa o contexto em que a investigação foi aberta. Analistas apontam que o processo ocorreu em um momento em que Washington buscava novas bases legais para sustentar sua política tarifária e ampliar sua capacidade de pressão comercial sobre parceiros estratégicos. Brasil passa a ser o segundo país mais tarifado pelos Estados Unidos, atrás apenas da China Jornal Nacional/ Reprodução O que está por trás da nova tarifa? A investigação do USTR foi aberta após dificuldades enfrentadas pelo governo americano para sustentar judicialmente outras medidas comerciais e acabou servindo como alternativa para manter instrumentos de pressão sobre parceiros econômicos. "Não vejo um núcleo genuíno de preocupação com trabalho forçado, especialmente porque o timing da investigação coincide com a expiração das tarifas horizontais de 10% da Seção 122", lembra José Pimenta, diretor de comércio internacional da BMJ. Pimenta aponta que a própria estrutura adotada pelo USTR indica que a discussão não se limita aos direitos humanos. Isso porque países que já possuem acordos ou compromissos comerciais específicos com os EUA também foram alvo das medidas tarifárias. "É pouco crível que o USTR considere sinceramente todos esses países como violadores relevantes em matéria de trabalho forçado. O que eles têm em comum não é o problema, mas a concorrência econômica ou industrial com os Estados Unidos", afirma. 📎 Ou seja, o tarifaço pode estar funcionando, ao mesmo tempo, como instrumento de pressão comercial, mecanismo de negociação diplomática e ferramenta para ampliar a influência americana sobre as regras que regem o comércio internacional. Há ainda uma dimensão geopolítica. Segundo Aragão, o mecanismo pode ajudar os EUA a expandir internacionalmente regras semelhantes às que já utilizam para restringir produtos associados a determinadas regiões da China. Na prática, isso aumentaria a pressão para que outros países adotem sistemas mais rigorosos de rastreamento e bloqueio de mercadorias ao longo das cadeias globais de fornecimento. "Direitos humanos são o enquadramento. O motor é outro: reconstruir a política tarifária após a derrota na Suprema Corte, ganhar alavancagem bilateral e cercar a China por interposta pessoa", conclui Aragão. O que diz o governo brasileiro? O governo brasileiro rejeita as conclusões da investigação americana e afirma que não existe base factual para a aplicação da nova tarifa. Em documento encaminhado ao USTR, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, argumenta que os EUA não conseguiram apontar um único caso em que uma ação ou omissão do Brasil tenha permitido a entrada de produtos feitos com trabalho forçado no mercado americano. A defesa também sustenta que a investigação ignorou parte das informações apresentadas pelo país sobre seu sistema de combate ao trabalho escravo, incluindo mecanismos de fiscalização, punição de empregadores e rastreamento de cadeias produtivas. Outro ponto destacado pelo governo é que os EUA mantêm superávit comercial com o Brasil há anos, o que, na avaliação do Itamaraty, enfraquece a tese de que práticas brasileiras estariam causando prejuízos à economia americana. Para o governo brasileiro, medidas tarifárias também não representam uma solução eficaz para enfrentar o problema do trabalho forçado. A posição brasileira é que o combate ao trabalho escravo exige cooperação internacional, troca de informações e fortalecimento dos mecanismos de rastreabilidade das cadeias produtivas, e não a adoção de barreiras comerciais unilaterais. Desde março de 2025, o governo brasileiro realizou mais de 30 reuniões presenciais, virtuais e por telefone, nos níveis presidencial, ministerial e técnico, com autoridades americanas na tentativa de evitar a escalada tarifária e buscar uma solução negociada. Para o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, a decisão anunciada por Washington extrapola a discussão sobre trabalho forçado e reflete divergências mais amplas nas negociações entre os dois países. "Claramente, o que incomoda o governo dos Estados Unidos é o fato de o Brasil não ter se curvado às pretensões desmedidas e às demandas irrazoáveis apresentadas durante o curso das negociações", disse.

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Fox News - Video

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2026-07-24 23:00:25 (2 weeks ago)

Karl Rove: Democrats lost their candidate because of lack of vetting

Fox News contributor Karl Rove criticizes Democrats for failing to properly vet their congressional candidates on ‘America Reports.’

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Times of Israel - World News

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2026-07-24 23:00:22 (2 weeks ago)

US intel said to find Mojtaba Khamenei ‘far more’ inclined than father to seek nukes

According to NY Times, regime hardliners seen enjoying stronger position as they argue bomb needed to prevent future attacks on the Islamic Republic

The post US intel said to find Mojtaba Khamenei ‘far more’ inclined than father to seek nukes appeared first on The Times of Israel.

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Globo News - Mundo

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2026-07-24 23:00:12 (2 weeks ago)

Trump ordena colocação de placas em frente a museu dizendo que exposição contém supostas 'informações imprecisas' sobre história dos EUA


Museu Nacional de História Americana do Smithsonian REUTERS/Elizabeth Frantz O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou na sexta-feira (24) que sejam instaladas placas em frente ao Museu Nacional de História Americana do Smithsonian informando aos visitantes que algumas das exposições são "imprecisas". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A medida de Trump segue um relatório divulgado em 4 de julho pelo seu Conselho de Política Interna, afirmando que os líderes do Smithsonian e de seu Museu Nacional de História Americana não contam a história "de uma maneira que seja inspiradora, unificadora e digna de nossa grande república". Como o presidente não tem autoridade para demitir rapidamente a liderança do Smithsonian ou ordenar alterações nas exposições, sua ordem executiva concentra-se nas calçadas em frente ao museu, que são mantidas pelo Serviço Nacional de Parques. O decreto assinado por Trump na sexta determina a instalação de placas que informam os visitantes sobre o relatório da Casa Branca e os direcionam a recursos com o que ele chama de "informações precisas sobre a história da América". Agora no g1 A ordem prevê também uma exposição temporária para "corrigir" informações que ele considera imprecisas. Representantes do Smithsonian não quiseram comentar a ordem de Trump. Anthea M. Hartig, diretora do museu de história americana, contestou o relatório da Casa Branca durante audiências no Congresso nesta semana. "À medida que continuamos a verificar os fatos do relatório, afirmamos categoricamente que ele não caracteriza de forma justa ou precisa o conjunto completo de trabalhos do museu", disse ela aos legisladores. "Sempre há espaço para melhorias. Mas também conheço a beleza, a inspiração e a competência presentes em nossas coleções, exposições e programação." O Smithsonian opera fora da estrutura do Poder Executivo; os diretores dos museus respondem ao secretário Lonnie Bunch, que, por sua vez, está sujeito à supervisão de um Conselho de Regentes. Agenda conservadora A crescente pressão de Trump para forçar mudanças no Smithsonian é a mais recente iniciativa do presidente republicano para transformar pilares culturais da sociedade — como universidades e a arte — que ele considera desconectados dos valores conservadores. Trump chegou a nomear a si mesmo presidente do conselho do Centro John F. Kennedy para as Artes Cênicas com o objetivo de reformular a programação; o conselho, escolhido a dedo por ele, votou pela inclusão de seu nome no edifício, mas um juiz federal acabou ordenando a remoção das placas. O republicano também impôs mudanças em locais históricos fora de Washington, inclusive na Filadélfia, onde sua administração obteve uma decisão judicial na semana passada permitindo a reinstalação de painéis informativos que, segundo críticos, amenizam a história da escravidão no local onde ficava a residência do presidente George Washington. Acadêmicos e autoridades vêm manifestando preocupação, há meses, de que a versão em conformidade com a ordem de Trump possa apresentar uma narrativa histórica que minimize o sofrimento do passado da nação em favor de uma visão mais triunfalista. Em março, Trump revelou sua intenção de impor mudanças no Smithsonian por meio de uma ordem executiva que visava cortar o financiamento de programas que promoviam "narrativas divisivas" e "ideologia imprópria".

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Le Monde - World News

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2026-07-24 23:00:11 (2 weeks ago)

At France's space command center in Toulouse, the space war is already underway

As satellite surveillance and communications play an increasingly crucial role in modern conflicts, Le Monde was granted rare access to France's new military space base in Toulouse, now at the forefront of these emerging challenges.

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Times of India

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2026-07-24 23:00:04 (2 weeks ago)

Trump confirms Netanyahu's US visit next week amid regional tensions

Netanyahu and Trump agreed to meet in the United States a few weeks ago following a phone conversation. During the call, Netanyahu congratulated Trump on the 250th anniversary of the founding of the United States and praised the close relationship between the two countries. ​​It comes as the US-Israeli war with Iran has again escalated following a breakdown earlier this month of a ceasefire reached as part of a Memorandum of Understanding (MoU) signed by the US and Iran.

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Al Jazeera - Top Stories

Al Jazeera - Top Stories

2026-07-24 22:59:04 (2 weeks ago)

‘The show must go on’: Trump returns to rescheduled White House press gala

US president makes jokes, mocks opponents at correspondents' dinner that was halted by a shooting in April.

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Times of India

Times of India

2026-07-24 22:58:05 (2 weeks ago)

Bangladesh president quits citing deteriorating health

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Fox News - Video

Fox News - Video

2026-07-24 22:58:00 (2 weeks ago)

Karl Rove: Democrats lost their candidate because of lack of vetting

Fox News contributor Karl Rove criticizes Democrats for failing to properly vet their congressional candidates on ‘America Reports.’

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