Live News

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Fox News - Video

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2026-07-28 23:29:50 (2 weeks ago)

Fauci diary story is ‘Russiagate in reverse,’ commentator says

A ‘Fox News @ Night’ panel critiques mainstream media’s coverage of Dr. Anthony Fauci’s diary being released.

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RT News - Top Stories

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2026-07-28 23:28:05 (2 weeks ago)

Convicted quadruple killer wants guilty plea reversed – media

Preview US convicted killer Bryan Kohberger has reportedly sought to overturn his guilty plea, claiming his lawyers coerced him into confessing
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New York Times - World News

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2026-07-28 23:26:59 (2 weeks ago)

Zelensky and Trump Meet at the White House. Has Their Relationship Thawed?

President Trump meets his Ukrainian counterpart in Washington this week. President Volodymyr Zelensky also attended the funeral of Senator Lindsey Graham.

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Le Monde - World News

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2026-07-28 23:17:48 (2 weeks ago)

Japan earthquake: Rescuers race to find people trapped in mall as death toll rises

The 7.1-magnitude quake struck southwestern Japan on Tuesday afternoon, killing at least 13 people, seriously injuring seven and leaving tens of thousands of homes without power amid widespread damage.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-07-28 23:09:15 (2 weeks ago)

Haitians living in fear as Temporary Protected Status ends in the US

New York’s Haitian community is living in limbo and fear after Temporary Protected Status (TPS) was terminated Monday.

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Gazeta do Povo - Mundo

Gazeta do Povo - Mundo

2026-07-28 23:07:56 (2 weeks ago)

Como padres espanhóis estão ajudando 50 mil vítimas de incêndios?


Sacerdotes da Diocese de Getafe acolhem 50 mil afetados por incêndios na Espanha, oferecendo abrigo e suporte emocional às famílias desabrigadas.

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Gazeta do Povo - Mundo

Gazeta do Povo - Mundo

2026-07-28 23:07:33 (2 weeks ago)

Quem é o mártir católico homenageado de forma inédita pela Casa Branca?


A Casa Branca reconheceu Stanley Rother, o primeiro mártir dos EUA, em mensagem inédita de Donald Trump que exalta a fé e a liberdade religiosa.

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South China Morning Post - World News

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2026-07-28 23:05:47 (2 weeks ago)

US Senate confirms Clayton as Trump’s new spy chief

The US Senate confirmed Jay Clayton as Donald Trump’s top intelligence official Tuesday, putting a permanent chief in charge of the country’s spy agencies as the president revives unsupported election fraud claims ahead of the midterms. Senators voted 51-47 to confirm Clayton’s appointment, with all Democrats in the upper chamber voting against it. “Jay is outstanding in every way, and will do a spectacular job as Director!” Trump said in a post on Truth Social shortly after the vote. The former...

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Fox News - Video

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2026-07-28 23:04:46 (2 weeks ago)

Fox News Highlights - July 28, 2026

Laura Ingraham, Jesse Watters, Sean Hannity and Greg Gutfeld bring Fox News viewers their fresh takes on the top news of the day.

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Fox News - Video

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2026-07-28 23:01:25 (2 weeks ago)

Greg Gutfeld: Vanity is one of the deadly sins for a reason...

Fox News host Greg Gutfeld and the 'Gutfeld!' panel discuss Dr. Anthony Fauci and his diary.

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Fox News - Top Stories

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2026-07-28 23:00:26 (2 weeks ago)

Bret Bielema roasts Nick Saban, SEC, at Big Ten media days: 'They want to live in 2005 forever'

Bert Bielema fired back at Greg Sankey and the SEC at Big Ten media days, saying they want to "live in 2005 forever" while NIL has leveled the field.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-07-28 23:00:14 (2 weeks ago)

Terceira guerra mundial: sensação de que o mundo já está nela ganha força


No dia que a guerra do Irã completa 5 meses, Trump recebe Netanyahu na Casa Branca Um navio iraniano afundado no Mar Cáspio por drones ucranianos. Trinta mil soldados norte-coreanos a caminho da linha de frente russa. Drones Shahed, fabricados no Irã, caindo sobre Kiev havia meses — agora sendo abatidos por especialistas ucranianos enviados ao Golfo Pérsico para ajudar a proteger aliados americanos de outros drones Shahed, disparados por outro país. Há dois anos, cada um desses fatos seria tratado como episódio isolado, próprio de uma guerra regional específica. Hoje, cada vez mais gente enxerga neles a mesma coisa: pedaços de um único conflito, que se espalha. A sensação de que o mundo já vive — ou está a poucos passos de viver — uma guerra mundial deixou de ser provocação acadêmica e virou tema corrente entre analistas de segurança internacional, colunistas e formuladores de política externa. Não é consenso, e ninguém está dizendo que o mundo caminha para uma repetição das duas guerras do século 20. Mas a percepção de que os conflitos da Ucrânia e do Irã pararam de correr em paralelo e passaram a se tocar diretamente veio ganhando corpo nas últimas semanas — e os encontros do presidente americano, Donald Trump, na terça-feira (28), em Washington, com o ucraniano Volodymyr Zelensky e com o israelense Benjamin Netanyahu, ajudaram a reavivar essa sensação, ao reunir na mesma sala, no mesmo dia, os líderes dos dois lados de guerras que já deixaram de correr em paralelo: de um lado, Rússia e Irã, que trocam armas e inteligência entre si; do outro, Ucrânia, que agora troca tiros diretamente com o Irã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A tese de Paul Poast Mísseis iranianos em exibição EPA "Os EUA continuam equipando, treinando e fornecendo inteligência à Ucrânia — fazem tudo menos puxar o gatilho. E a Rússia está fazendo o mesmo pelo Irã: fornecendo armas, informações de alvejamento e assistência de planejamento." A frase é do professor de Relações Internacionais e Ciência Política da Universidade de Chicago, Paul Poast, em entrevista à BBC News Brasil em maio — um dos primeiros a dar nome e substância a essa sensação. Para ele, dois elementos bastam para justificar o conceito de guerra mundial: duas grandes guerras simultâneas em continentes diferentes, a da Ucrânia e a do Irã, e o envolvimento direto de grandes potências em ambas, cada uma apoiando o adversário da outra no conflito oposto. Poast reconhece que a escala dos conflitos atuais está longe da devastação das duas guerras do século 20, mas recorre a um paralelo histórico menos óbvio: a Guerra dos Sete Anos, no século 18, que também reuniu múltiplas potências em múltiplos teatros sem alcançar aquele patamar de destruição. "Essa é uma analogia muito melhor para pensar o conceito de guerra mundial", disse. Já em maio, via na China o fator mais imprevisível da equação — o risco de Pequim interpretar o desgaste americano na Ucrânia e no Irã como uma janela de oportunidade sobre Taiwan. "Esse seria o grande ponto de inflexão", afirmou. Nesta terça-feira, Poast atualizou sua avaliação à BBC News Brasil: "Os acontecimentos recentes e as informações mais atuais reforçam como aquilo que talvez parecesse, em maio, uma afirmação provocativa — a de que vivemos uma guerra mundial — hoje é visto como plausível, talvez até amplamente aceito. Os dois conflitos estão atraindo mais países, e nenhum dos dois parece perto do fim". O professor repetiu, ainda, a ressalva que fizera antes: "Isso não significa que os conflitos vão atingir o nível de violência da Primeira ou da Segunda Guerra Mundial, mas isso não é necessário para que um conflito se integre a uma guerra mundial". O aviso de Gideon Rachman Países como a República Tcheca intensificaram treinamentos militares EPA O comentarista-chefe de política externa do Financial Times, Gideon Rachman, tratou do mesmo fenômeno em artigo publicado na segunda-feira (27). "Não há dúvida de que tanto a China quanto os EUA estão se preparando ativamente para uma guerra um contra o outro", afirma. Para Rachman, os conflitos da Europa, do Oriente Médio e da Ásia — "ainda largamente distintos" — "começam a se sobrepor". Ele lembra que as duas guerras mundiais do século passado envolveram alianças identificáveis e conflito direto entre as maiores potências do planeta, e nota que o conjunto atual de conflitos já cumpre parte desses critérios: guerras sobrepostas em dois continentes, com influência sobre conflitos na África, e uma aproximação entre Rússia, China, Irã e Coreia do Norte que estrategistas americanos batizaram de "eixo dos adversários" (ou "eixo da desordem"). Rachman cita o ex-diretor sênior de planejamento estratégico da Casa Branca no governo de Joe Biden, Thomas Wright, para quem "a China ajudou a Rússia a reconstruir sua capacidade militar muito mais rápido do que seria possível de outra forma, fornecendo máquinas-ferramenta, microeletrônica e outras tecnologias cruciais, além de cooperar na produção de drones". Ele pondera que a postura de Donald Trump em relação a aliados tradicionais dos EUA, somada ao isolamento crescente de Israel na Europa e em parte do Golfo, dificulta identificar um bloco unificado de resposta a esse eixo. Mesmo assim, conclui: "Conflitos regionais e erros de cálculo entre grandes potências podem ser uma combinação letal." Ferguson: 'Não é uma pergunta absurda' O presidente dos EUA, Donald Trump, presta continência durante a solene transferência dos restos mortais de militares do Exército dos EUA REUTERS/Evelyn Hockstein Nem todo mundo trata o tema com o mesmo peso. O historiador britânico Niall Ferguson, do Hoover Institution, em Stanford, vem tratando do assunto com mais cautela desde março, quando publicou dois textos a respeito. No primeiro, escrito nos primeiros dias da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, lembrou que a mesma pergunta já havia surgido quatro anos antes, com a invasão russa da Ucrânia: "Hoje, sete dias depois do início da mais recente guerra contra o Irã, a mesma preocupação ressurgiu. Não é uma pergunta absurda". Sua conclusão, porém, foi mais reservada que a de Poast: prefere falar em "Guerra Fria 2" a uma Terceira Guerra Mundial propriamente dita. Duas semanas depois, ao analisar o envio de fuzileiros navais americanos ao Estreito de Ormuz, foi mais longe na descrição do que via: "A guerra com o Irã é ainda mais futurista que a guerra na Ucrânia. Os dois lados usam drones, e muitos ataques de precisão dos EUA e de Israel têm alvos selecionados por inteligência artificial. Isso pode entrar para a história como a primeira guerra de IA". Para ele, o movimento americano no Golfo Pérsico abre janelas estratégicas para China e Rússia explorarem outros pontos de estrangulamento globais — como o Estreito de Taiwan, do qual depende a cadeia global de semicondutores. A leitura mais radical de Jeffrey Sachs No outro extremo do espectro está o economista americano Jeffrey Sachs, da Universidade Columbia. Em entrevista ao podcast Greater Eurasia, do analista Glenn Diesen — professor de Ciência Política na University of South-Eastern Norway —, Sachs foi taxativo em março: "Provavelmente estamos nos primeiros dias da Terceira Guerra Mundial, e a questão será saber se ela ficará contida". E ele completou, listando o que via como sintomas do mesmo fenômeno: "A guerra na Ucrânia, claro, continua. A guerra no Oriente Médio hoje se espalha por toda a região. A guerra entre Paquistão e Afeganistão talvez tenha alguma relação com isso. Um navio de guerra iraniano foi afundado na costa da Índia. Por todas essas razões, há combates em todo o mundo. Esses combates estão, ao menos frouxamente, ligados entre si. O que não sabemos é o quão próxima é essa ligação". Sachs soma sua voz à de Poast e Rachman no diagnóstico de que os conflitos deixaram de ser isolados — mas sua leitura das causas é bem mais controversa, atribuindo o quadro a uma "busca delirante de hegemonia global" por parte dos Estados Unidos. Um debate ainda em aberto Prédio de apartamentos destruído em Druzhkivka, na Ucrânia, após ataque russo Iryna Rybakova/Press Service of the 93rd Kholodnyi Yar Separate Mechanized Brigade of the Ukrainian Armed Forces/Handout via REUTERS Nem todos os analistas endossam o rótulo de guerra mundial. Andrea Kendall-Taylor, do CNAS (Center for a New American Security, um dos principais think tanks de segurança nacional de Washington), prefere falar em "eixo da desordem" — cooperação real e crescente entre Rússia, China, Irã e Coreia do Norte, mas sem aliança formal, e limitada pela cautela de cada país em evitar confronto direto com os EUA. Já a ex-conselheira da Casa Branca Fiona Hill, do Brookings Institution, chamou a atenção em junho para outro ângulo: tanto Washington quanto Moscou estão consumindo seus próprios arsenais nas duas guerras, o que fragiliza a confiabilidade de ambas as potências como fiadoras de segurança para seus aliados. Nenhum dos conflitos dá sinal de que vai terminar em breve. E a cada semana cresce a chance de mais um país ser puxado para dentro deles — pela Coreia do Norte, pela China, por quem mais decidir que tem algo a ganhar. É um cenário que preocupa mais gente a cada dia que passa. VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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