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Times of India

Times of India

2026-07-07 04:18:14 (1 day ago)

The ultimate UK food guide: 10 most exciting new London restaurant openings of 2026

London's dining scene is experiencing exciting new openings this summer. Elegant seafood spots and smoky barbecue joints are among the new arrivals. Stylish neighbourhood bistros and French brasseries also feature prominently. These diverse culinary destinations highlight the city's evolving food landscape. Visitors can explore these exciting new restaurants across various London neighbourhoods.

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Daily Sabah - World News

Daily Sabah - World News

2026-07-07 04:13:00 (1 day ago)

Twin blasts rock Damascus during French President Macron's visit

Bombs exploded near the hotel where French President Emmanuel Macron was staying in Syria on Tuesday, a security source said, but the Elysee reported that Macron did not hear the b...

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South China Morning Post - World News

South China Morning Post - World News

2026-07-07 04:10:05 (1 day ago)

Explosions rock Damascus as France’s Macron visits Syria

Explosions rocked Damascus on Tuesday as France’s president met with his Syrian counterpart in a landmark visit, wounding at least 18 people, Syria’s Interior Ministry said. Emmanuel Macron had entered the presidential palace to meet Syrian President Ahmad al-Sharaa when the explosions happened near the Four Seasons Hotel. Syrian media reported that Macron was staying at the Four Seasons. The French president’s office said he was safe and that his meeting with Sharaa was continuing. Macron is...

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Le Monde - World News

Le Monde - World News

2026-07-07 04:09:29 (1 day ago)

Explosions rock Damascus during Macron's visit

The French president had already entered Syria's presidential palace to meet President Ahmad al-Sharaa when the explosions happened near the hotel where he is reportedly staying.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-07-07 04:02:29 (1 day ago)

Crescimento bilionário da fortuna de Trump reacende debate sobre conflito de interesses; compare as regras dos EUA e do Brasil


Conflito de interesses? Empresas de Trump têm receita bilionária em 2025 O crescimento da fortuna do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante seu segundo mandato reacendeu o debate sobre ética pública e conflitos de interesse envolvendo chefes de Estado. Apenas no ano passado, após retornar à Casa Branca, Trump acrescentou mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,3 bilhões) ao patrimônio. Segundo a declaração financeira divulgada pelo próprio presidente, a expansão da riqueza foi impulsionada por negócios da família, especialmente nas áreas de criptomoedas e licenciamento de marca. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A questão é que parte desse crescimento ocorreu enquanto o governo Trump promovia mudanças regulatórias favoráveis ao mercado de ativos digitais. Segundo reportagem do jornal "The New York Times", o presidente e sua família ampliaram os negócios no setor ao mesmo tempo em que o governo flexibilizou regras para a indústria, o que configuraria possíveis conflitos de interesse. Diferentemente de presidentes anteriores, Trump optou por não transferir seus ativos para um blind trust ("fundo cego", em inglês), opção tradicionalmente usada para reduzir a percepção de problemas entre interesses privados e decisões públicas. 🔎 O blind trust é um mecanismo em que uma pessoa transfere a administração de seus bens e investimentos para um gestor independente. Durante esse período, o proprietário não sabe como os ativos são administrados nem participa das decisões sobre eles. Críticos ouvidos pelo jornal, entre eles representantes do Project on Government Oversight e da Transparência Internacional nos EUA, classificaram a situação como um conflito de interesses sem precedentes. A Casa Branca rejeita as críticas. Em declaração ao jornal "Financial Times", a porta-voz Anna Kelly afirmou que Trump "implementou políticas que tornaram todos os americanos mais ricos e prósperos". Segundo ela, os negócios privados são administrados pelos filhos do presidente. Uso de influência Embora o aumento do patrimônio de um chefe de Estado, por si só, não configure uma irregularidade, ele pode levantar questionamentos quando houver indícios de que decisões públicas tenham beneficiado interesses privados. Para Michel Sancovski, sócio da área de Anticorrupção & Compliance do Tauil & Chequer Advogados associado ao Mayer Brown, "o aspecto central é se esse aumento decorreu do exercício do cargo ou de situações que possam comprometer a imparcialidade das decisões públicas". Segundo ele, a análise também deve levar em conta se decisões do governo favoreceram ou podem ter favorecido o enriquecimento do próprio governante. O debate sobre os negócios de Trump também chegou ao Congresso dos EUA. Entidades que acompanham o tema defendem a inclusão de uma emenda na Clarity Act, projeto que regulamenta o mercado de ativos digitais no país. A proposta proibiria ocupantes de cargos eletivos e seus familiares mais próximos de lucrar com determinados negócios ligados ao setor durante o exercício do mandato. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Representantes e aguarda análise do Senado. O que diz a lei americana Projeto de nova cédula de dólar no valor de US$ 250 com o rosto de Donald Trump Departamento de Gravura e Impressão via Washington Post Pela legislação americana, o presidente e o vice-presidente estão isentos da principal lei federal sobre conflitos de interesse no Poder Executivo (18 U.S.C. § 208). Na prática, isso significa que o presidente pode manter empresas, investimentos e outros bens durante o mandato. Em geral, a norma impede que autoridades tomem decisões oficiais que possam beneficiar seus próprios interesses financeiros. Por isso, é considerada um dos principais instrumentos de prevenção de conflitos de interesse e de combate à corrupção no governo federal. Em contrapartida, a legislação exige a divulgação anual, em relatórios públicos, de informações detalhadas sobre patrimônio, renda, dívidas e participações societárias. Além disso, a Constituição americana determina que o presidente não pode receber presentes, pagamentos ou benefícios de governos estrangeiros sem autorização do Congresso. Também proíbe que receba remuneração adicional dos governos federal ou estaduais além do salário do cargo. 🔎 Como a legislação não obriga o presidente a vender empresas nem a transferir seus bens para um fundo independente, muitos ocupantes da Casa Branca adotam essas medidas de forma voluntária para reduzir a percepção de conflitos de interesse. O Escritório de Ética Governamental (Office of Government Ethics – OGE) fiscaliza o cumprimento das regras de ética no governo federal, mas não tem poder para obrigar o presidente a vender empresas, investimentos ou outros ativos. O que diz a lei brasileira No Brasil, não há uma lei voltada exclusivamente ao presidente da República sobre situações desse tipo. No entanto, a Lei de Conflito de Interesses (Lei nº 12.813/2013) também se aplica ao chefe do Executivo federal por sua condição de agente público. A norma determina que o presidente deve evitar situações em que interesses privados possam interferir no exercício da função pública e proteger informações privilegiadas. 🔎 Pela legislação brasileira, conflito de interesses é qualquer situação em que um interesse privado possa influenciar de forma imprópria a atuação do agente público, mesmo que não haja prejuízo aos cofres públicos ou vantagem financeira. Segundo Sancovski, a lei brasileira adota uma lógica preventiva. "A lei busca impedir que interesses privados interfiram na atuação do agente público antes mesmo da demonstração de um benefício econômico efetivo ou de prejuízo ao poder público", afirma. Por isso, durante o mandato, o presidente não pode: Usar ou divulgar informações privilegiadas em benefício próprio ou de terceiros; Exercer atividades privadas incompatíveis com o cargo; Prestar serviços ou fazer negócios com pessoas ou empresas interessadas em decisões do governo; Tomar decisões que beneficiem empresas das quais ele, o cônjuge ou parentes até o terceiro grau participem; Receber presentes de pessoas ou empresas interessadas em decisões sob sua responsabilidade além dos limites previstos em regulamento. A proibição de utilizar informações privilegiadas permanece válida mesmo após o fim do mandato. Por outro lado, a legislação também não impede que o presidente seja sócio ou acionista de empresas. "O que a legislação veda é que ele atue na gestão ou na administração desses negócios enquanto estiver no cargo ou utilize a função pública para favorecê-los", explica Sancovski. Segundo ele, o presidente também não pode participar de decisões governamentais nas quais seus interesses privados possam influenciar sua atuação. Fiscalização e transparência A fiscalização do presidente e das demais autoridades do alto escalão do governo federal é feita pela Comissão de Ética Pública (CEP), vinculada à Presidência da República. Entre as obrigações estão a entrega anual de informações sobre patrimônio, participações em empresas e atividades econômicas, além da divulgação diária da agenda oficial de compromissos. A Comissão também pode ser consultada para avaliar se determinada situação configura conflito de interesses. 🛑 Se houver violação da lei, o agente público pode responder por improbidade administrativa. As punições incluem perda do cargo, suspensão dos direitos políticos, multa, ressarcimento ao poder público, quando houver dano, e proibição de contratar com o governo ou de receber benefícios fiscais por três anos. A legislação deixa claro que um conflito de interesses pode existir mesmo sem prejuízo aos cofres públicos ou ganho financeiro para o agente público. No Brasil, candidatos à Presidência da República devem declarar seu patrimônio à Justiça Eleitoral. Depois de eleito, o presidente da República deve encaminhar anualmente à Comissão de Ética Pública informações atualizadas.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-07-07 04:00:34 (1 day ago)

Life Support review – quietly devastating medics’ eye view of the war in Gaza

In the absence of foreign media, doctors are valuable witnesses to the Israel-Hamas conflict in Daniele Rugo’s documentary

Dying children and grieving parents are a fact of her work says Canadian paediatric intensive care doctor Tanya Haj-Hassan. “But Gaza is that continuously,” she adds, wiping away a tear. Haj-Hassan is one of several doctors who are interviewed in Daniele Rugo’s documentary about their medical missions to Gaza since October 2023. Doctors tend to be careful with their words and don’t instinctively reach for overstatement or exaggeration. But their measured accounts of hell on earth, along with clips from their video diaries, make this quietly devastating film almost unbearable to watch.

Israel does not allow foreign reporters into Gaza unless under military escort, so medics are valuable independent witnesses. Nick Maynard is a gastrointestinal surgeon who has been visiting since 2010. He has always seen destruction in Gaza, he says, but after October 2023, it was on different scale. On his first night, ER doctor James Smith tried to count the number of explosions; he lost track after several hundred. Reconstructive surgeon Victoria Rose arrived with 23 suitcases after putting a call to UK plastic surgeons for supplies. On a later visit she was permitted to cross the border with just one.

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The Guardian - World News

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2026-07-07 04:00:34 (1 day ago)

We Are Not Machines by Sarah O’Connor review – can dignity at work survive the tech revolution?

A Financial Times journalist ponders the future of labour in world increasingly dominated by AI and automation

It’s never been easy to land and keep a decent job. But it feels like it’s getting harder. In June, the number of job vacancies in the UK fell to a five-year low; headlines warn of a looming AI-employment shock. What might the future of work look like – and who or what will shape its terms? In her new book, Sarah O’Connor goes looking for answers in the modern collision of artificial intelligence, automation, and human labour.

This clash between human and machine – and the fight to secure decent working conditions even as the pressure to maximise production mounts – is nothing new. Neither are concerns about the health risks of repetitive factory work or the loss of creative craftsmanship and independent judgment in the wake of mechanisation. O’Connor has been a reporter at the Financial Times for nearly two decades, and although We Are Not Machines looks to the future, many of the threats AI poses to workers’ dignity and safety look a lot like reconfigurations of old battles. The book takes its title from the signs striking Swedish miners carried in 1969 as they protested their employers’ new methods of monitoring their output. “Vi är ej maskiner”, their signs read: “We are not machines.”

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Times of Israel - World News

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2026-07-07 03:38:34 (1 day ago)

Iran said to fire at 2 commercial ships in Hormuz, including Qatari gas tanker

Both vessels reportedly damaged but none hurt; Iranian state TV confirms attacks, but does not claim them; Tehran's FM warns talks could collapse after another Trump threat

The post Iran said to fire at 2 commercial ships in Hormuz, including Qatari gas tanker appeared first on The Times of Israel.

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-07-07 03:35:59 (1 day ago)

Explosions rock Damascus on second day of Macron's visit to Syria

Explosions ⁠were heard ​in ​Damascus on ​Tuesday as French President Emmanuel Macron visited the Syrian capital, with witnesses reporting smoke rising near a high-end hotel where the leader spent the night. Macron is the first major EU leader to visit Damascus since the fall of Syrian President Bashar al-Assad.

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The Guardian - World News

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2026-07-07 03:34:19 (1 day ago)

Madonna was always anti-nostalgia. But looking back on Confessions II has revitalised her music

The veteran pop diva has pressed rewind to move forward on her new record – and beneath the bangers fizz a host of emotionally charged memories

Confessions II review – nostalgic dancefloor trip sparks her most vital album in two decades

“Madonna never reflects, she’s always moving forward,” Warner PR Liz Rosenberg told me in 2005, when after a frustrating few months laid up after a riding accident, Madonna re-emerged “like a bullet from a gun” with the glorious disco-driven Confessions on a Dance Floor, produced largely alongside Stuart Price. Madonna has always been militantly anti-nostalgia: continual reinvention is crucial to her artistic identity.

But arguably, Confessions was – until last week – her last great record. Constantly trying to push forward has not always worked for Madonna, with the multiple producers and genres of her 2010s output often proving inconsistent and confusing: the muscular funk of 2008’s Hard Candy, the busy powerpop of 2015’s Rebel Heart, 2019’s globe-straddling Madame X. Leaving Warner Records in 2007 started the decline: Madonna had struck hugely lucrative deals with Live Nation and Interscope, but pressure to recoup that investment meant an element of compromise in her practice and adapting to another contemporary pop innovation: songwriting camps and production by committee. In 2015, Madonna complained to Rolling Stone about “working with people who can’t get off their phone, can’t stop tweeting, can’t focus and finish a song”.

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New York Times - World News

New York Times - World News

2026-07-07 03:33:41 (1 day ago)

Trump Wanted a U.S. Soccer Star to Play in the World Cup. FIFA Found a Way.

There was nothing unusual about a call from President Trump or the reversal of Folarin Balogun’s suspension, said the president of FIFA, Gianni Infantino.

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