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2026-07-06 17:02:18 (1 day ago)

This was a fair decision by FIFA: Former USMNT player

Former U.S. men's soccer defender Jonathan Bornstein discusses the controversial red card reversal involving U.S. men's soccer star Folarin Balogun on 'The Story.'

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Globo News - Mundo

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2026-07-06 17:01:12 (1 day ago)

Brasil chama investigação dos EUA de 'arbitrária' e diz que tarifa de 12,5% viola regras da OMC


Chanceler Mauro Vieira Mateus Oliveira/MRE O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enviou uma carta ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para contestar a proposta de aplicar uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. Essa é a segunda sobretaxa proposta pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Segundo a investigação, o Brasil e mais de 60 países falharam em impedir de forma adequada a circulação de produtos fabricados com trabalho forçado. 🔎 O USTR é o órgão responsável por formular a política comercial dos EUA. Também conduz investigações sobre práticas consideradas prejudiciais ao comércio americano e pode recomendar medidas, como a imposição de tarifas. Além da tarifa de 12,5%, o órgão propõe outra taxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de que o governo adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os norte-americanos. Na carta, o Itamaraty rejeita essa avaliação e afirma que as conclusões da investigação são "errôneas", "arbitrárias" e não encontram respaldo nas evidências apresentadas pelo Brasil ao longo do processo. Agora no g1 O ministério afirma que o relatório deixou de considerar informações sobre as leis e as ações de fiscalização adotadas pelo Brasil para combater o trabalho análogo à escravidão. (veja mais abaixo) A manifestação também reforça a posição histórica do Brasil de que medidas unilaterais adotadas com base na Seção 301 — dispositivo da legislação comercial americana — são incompatíveis com o sistema multilateral de comércio. "As questões levantadas nesta investigação — abrangendo regimes jurídicos internos e práticas de fiscalização — seriam mais bem tratadas por meio da cooperação e do engajamento internacional, em vez de medidas comerciais punitivas", diz o documento assinado por Vieira. A seguir, o g1 explica os principais argumentos apresentados pelo Itamaraty ao USTR e mostra como o governo brasileiro contesta a proposta de tarifa. Tarifa contraria regras da OMC Brasil rebate acusação de trabalho análogo à escravidão Fiscalização é usada como argumento USTR ignorou evidências, diz governo O que o Brasil pede aos EUA Tarifa contraria regras da OMC Na carta enviada ao governo americano, o Itamaraty afirma que a proposta de aplicar uma tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros desrespeita as regras do comércio internacional. Segundo o governo, divergências desse tipo devem ser resolvidas pelos mecanismos de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC), e não pela imposição unilateral de tarifas. "Quando surgem disputas comerciais no âmbito de acordos internacionais, a Seção 303 da Lei de Comércio dos EUA (Trade Act) prevê a utilização de mecanismos formais de solução de controvérsias (como os procedimentos da Organização Mundial do Comércio) antes do recurso a medidas unilaterais." O documento também destaca que, desde 2007, os EUA acumulam um superávit comercial superior a US$ 400 bilhões nas trocas com o Brasil. Para o Itamaraty, esse resultado enfraquece a justificativa para a aplicação da tarifa proposta. LEIA TAMBÉM: Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump; veja os argumentos da indústria e do agro EUA concluem que Brasil tem práticas 'irrazoáveis' e propõem tarifa sobre produtos nacionais Voltar ao início. Brasil rebate acusação de trabalho análogo à escravidão O documento enviado pelo governo brasileiro ao USTR sustenta que o país já atua de forma ativa no combate ao trabalho análogo à escravidão, principal motivo apontado pelos EUA para justificar a proposta de aplicar uma tarifa adicional sobre produtos brasileiros. No texto, Mauro Vieira afirma que o país mantém um conjunto abrangente de mecanismos legais e institucionais para prevenir, identificar e punir casos. Entre eles estão: responsabilização criminal; fiscalização trabalhista; mecanismos de transparência; cooperação entre diferentes órgãos públicos; e medidas para impedir que produtos ligados ao trabalho escravo entrem nas cadeias produtivas. O chamado "Aviso de Conclusões" (Notice of Findings), divulgado pelo USTR no domingo (5), conclui que o Brasil falhou em proibir e fiscalizar de forma efetiva a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Segundo o órgão americano, essa suposta falha seria "irrazoável" e prejudicaria o comércio dos EUA. Mauro Vieira contesta essa avaliação. "O Brasil sustenta, respeitosamente, que tais conclusões não encontram respaldo nos autos e são factualmente incorretas", escreve o ministro. Segundo o ministro, a análise do USTR desconsidera evidências sobre o sistema jurídico brasileiro e os esforços de fiscalização do país. Além disso, não demonstra qualquer relação entre as políticas adotadas pelo Brasil e eventuais prejuízos aos interesses comerciais dos EUA. Voltar ao ínício. Fiscalização é usada como argumento O documento também argumenta que a identificação de casos de trabalho análogo à escravidão não demonstra falta de fiscalização. Pelo contrário, segundo o governo brasileiro, mostra que os mecanismos de inspeção estão funcionando. De acordo com Vieira, a identificação frequente de violações trabalhistas demonstra o compromisso das autoridades em localizar abusos e responsabilizar os envolvidos. Assim, os números não devem ser interpretados como sinal de permissividade, mas como resultado de uma fiscalização ativa e eficiente. Como exemplo, o governo cita a chamada "Lista Suja", cadastro de empregadores responsabilizados por esse tipo de crime. 🔎 O governo federal resgatou 2.772 pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão em 2025, segundo dados divulgados em janeiro pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O número representa aumento de 26,8% em relação a 2024. Voltar ao início. USTR ignorou evidências, diz governo Segundo o ministro, o órgão americano concluiu que o Brasil não proíbe nem combate adequadamente produtos ligados ao trabalho forçado sem considerar a documentação apresentada. "As determinações do USTR [...] não identificam qualquer remessa, transação ou elo concreto da cadeia de suprimentos que demonstre que o Brasil permitiu a entrada, em seu mercado, de mercadorias produzidas com trabalho forçado de maneira a onerar ou restringir o comércio dos EUA. Em vez disso, as conclusões baseiam-se em afirmações genéricas e referências a preocupações relacionadas a terceiros países, as quais não estão vinculadas às importações, ao regime jurídico ou ao histórico de fiscalização do Brasil", afirma Vieira. O governo brasileiro também argumenta que o USTR utilizou exemplos de outros países para justificar sua decisão, sem demonstrar relação com a realidade brasileira. "O USTR optou por invocar uma afirmação conclusiva", afirma o documento. Para reforçar esse argumento, Mauro Vieira recorre à própria legislação americana. Segundo ele, a Seção 301 não permite que o USTR ignore evidências que contradigam suas conclusões — mas foi exatamente isso que aconteceu neste caso. "A Section 301 não permite que o USTR ignore evidências incontestadas (...) Infelizmente, foi precisamente isso que o USTR propôs", escreve Vieira. Voltar ao início. O que o Brasil pede Na manifestação enviada ao USTR, o governo brasileiro pede que o órgão revise suas conclusões, retire as acusações feitas contra o Brasil e desista da proposta de impor tarifas adicionais sobre produtos do país. Voltar ao início

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The Guardian - World News

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2026-07-06 17:00:39 (1 day ago)

Ann Blyth obituary

Oscar-nominated Hollywood actress who starred alongside Joan Crawford in the 1945 noir melodrama Mildred Pierce

Joan Crawford was never likely to be voted mother of the year once her daughter Christina wrote Mommie Dearest, a memoir alleging physical and psychological abuse. Among the friends and former colleagues who sprang to her defence after the book’s publication in 1978 was Ann Blyth, who at the age of 17 played Crawford’s headstrong and resentful screen daughter Veda in the noir melodrama Mildred Pierce (1945).

The film, adapted from the novel by James M Cain, was nominated for six Oscars, including one for Blyth as best supporting actress. She called her veteran co-star “the kindest, most helpful human being I’ve ever worked with”. That kindness began during the audition process. “[She] did the test with me, and it made a world of difference,” she said in 2013. “People just didn’t do that. Not of her stature.”

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Fox News - Video

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2026-07-06 16:59:09 (1 day ago)

Democratic Party's shift is 'too far left': Former West Virginia senator

Former West Virginia Sen. Joe Manchin discusses Michigan Democratic Senate candidate Mallory McMorrow dropping out of the race and the rise of progressives within the Democratic Party on ‘The Story.’

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New York Times - World News

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2026-07-06 16:55:21 (1 day ago)

Russia Strikes Kyiv, Ukraine’s Capital, on Eve of NATO Summit

Ballistic missiles were fired into the capital of Ukraine as Russia launched its second major attack in less than a week. At least 16 people were killed, officials said.

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Globo News - Mundo

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2026-07-06 16:51:58 (1 day ago)

Trump recebeu e levou à Fifa acusações sem evidências contra árbitro brasileiro Raphael Claus, diz NYT


Trump admite que pediu para Fifa revisar cartão vermelho e critica árbitro brasileiro: 'Um pouco suspeito' A tentativa do governo de Donald Trump de reverter a suspensão do atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026 incluiu a circulação, dentro da Casa Branca, de acusações sem comprovação contra o árbitro brasileiro Raphael Claus, segundo reportagem publicada pelo The New York Times. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia ➡️Após o jogo entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina, a Fifa anulou a suspensão de Balogun, que poderá jogar contra a Bélgica nesta segunda-feira (6). Depois da anulação, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que solicitou à Fifa que revisasse o cartão vermelho aplicado a Balogun. (Saiba mais abaixo). De acordo com o jornal, Scott Goodwin, gestor de fundos e um dos principais doadores da Federação de Futebol dos Estados Unidos (U.S. Soccer), apresentou a integrantes do governo norte-americano acusações públicas de que Claus teria participado de esquemas de manipulação de resultados no Brasil por meio da aplicação irregular de cartões vermelhos. A reportagem destaca, porém, que as autoridades brasileiras e a FIFA não encontraram qualquer evidência de irregularidade envolvendo o árbitro brasileiro. Mesmo assim, segundo fontes ouvidas pelo NYT, Donald Trump mencionou essas alegações durante a conversa telefônica com Gianni Infantino, presidente da FIFA, realizada após a expulsão de Balogun na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina. (Saiba mais sobre a ligação abaixo). Além das acusações, o jornal afirma ainda que integrantes graduados da Casa Branca, entre eles o secretário de Comércio, Howard Lutnick, e Andrew Giuliani, diretor-executivo da força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, mobilizaram advogados para auxiliar a U.S. Soccer a tentar recorrer da suspensão, apesar de as regras da FIFA não preverem recurso para cartões vermelhos desse tipo. Segundo a publicação, um memorando elaborado por advogados ligados a Trump buscava identificar brechas no Código Disciplinar da FIFA para sustentar uma contestação da punição e sugeria até mesmo a possibilidade de invocar os direitos dos Estados Unidos como nação e ameaçar recorrer à Corte Arbitral do Esporte (CAS). Trump recebeu acusações sem evidências contra árbitro brasileiro Raphael Claus, diz NYT Montagem/g1 LEIA MAIS: Veja o que Trump disse sobre cartão vermelho e árbitro brasileiro Após Trump chamar Raphael Claus de 'suspeito', CBF defende árbitro brasileiro Punição revogada Balogun, o jogador dos EUA recebeu cartão vermelho de Claus após uma jogada revisada pelo VAR. Após o jogo, Trump foi às redes sociais reclamar do cartão. Já depois da revogação, ele parabenizou a entidade. "Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça!", publicou o presidente. Segundo explicação publicada pelo ge, a decisão da Fifa de anular os efeitos do cartão foi tomada com base em um artigo específico do Código Disciplinar da entidade. O artigo em questão foi o 27 e prevê que o "órgão judicial pode suspender total ou parcialmente a aplicação de uma medida disciplinar." O artigo 27 é intitulado "Suspensão da implementação de medidas disciplinares". Veja o que ele diz: O órgão judicial pode decidir suspender, total ou parcialmente, a execução de uma medida disciplinar. Ao suspender a aplicação da sanção, o órgão judiciário submete a pessoa sancionada a um período de prova de um a quatro anos. Se a pessoa beneficiada por uma sanção suspensa cometer outra infração de natureza e gravidade semelhantes durante o período de prova, a suspensão será revogada pelo órgão judiciário e a sanção executada, sem prejuízo de qualquer sanção adicional imposta pela nova infração. Medidas disciplinares relacionadas à manipulação de resultados não podem ser suspensas. O comunicado da entidade sobre o caso do jogador americano afirma que "caso Folarin Balogun cometa outra infração de natureza e gravidade semelhantes durante o período probatório (de um ano, no caso dele), a suspensão será revogada e a sanção aplicada, sem prejuízo de qualquer sanção adicional imposta pela nova infração". A Bélgica, próxima adversária dos EUA contestou a decisão, mas teve o recurso rejeitado. Mais cedo, a União Europeia e a Uefa também criticaram a Fifa por anular o cartão do jogador após pedido de Trump. Infantino confirma ligação de Trump O presidente da Fifa, Gianni Infantino, também confirmou nesta segunda-feira (6) que falou com Trump sobre o cartão vermelho. "Eu converso regularmente com o Presidente dos Estados Unidos sobre assuntos da Copa do Mundo, e de fato recebi uma ligação do Presidente Donald Trump", afirmou em comunicado. No entanto, Infantino alegou que os órgãos judiciais da entidade esportiva são independentes e autônomos: "A independência deles é essencial para a credibilidade e a integridade do futebol, e deve ser sempre respeitada". O presidente da Fifa afirmou ter dito a Trump que "o caso [do cartão vermelho] seria decidido no devido momento pelas autoridades competentes" "Eu leio as decisões do Comitê Disciplinar da FIFA quando elas são publicadas. Às vezes elas me surpreendem. Às vezes concordo com elas, e às vezes discordo. O que eu sempre faço, no entanto, é respeitar essas decisões e a independência dos órgãos que as tomam", afirmou.

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The Guardian - World News

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2026-07-06 16:51:28 (1 day ago)

‘A despicable woman’: Kylian Mbappé hits out at Paraguayan senator over racist attack

  • Celeste Amarilla called striker a ‘colonised Cameroonian’

  • French Football Federation to file criminal charges

France’s Kylian Mbappé has hit back at a Paraguayan senator, describing her ⁠as a “despicable woman” after she launched a racist attack on him. Mbappé’s ⁠penalty proved ​the difference in an ill-tempered match as France beat Paraguay 1-0 in Philadelphia on Saturday to advance ⁠to the quarter-finals.

Celeste Amarilla wrote a long tirade on X, describing Mbappé as a “colonised Cameroonian, desperately trying to ⁠pass himself off as French” and as a “brute who had not learned to ​write”. Paraguay’s players should have ‌slapped him after the ‌match, she added.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-07-06 16:50:13 (1 day ago)

Macron arrives in Syria for talks ahead of NATO summit in Turkiye

The French president is the first leader from western Europe to visit Syria since the overthrow of Bashar al-Assad.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-07-06 16:49:48 (1 day ago)

Mbappe, FFF hit back at Paraguayan senator Amarilla over racist tirade

Amarilla called Mbappe a 'colonised Cameroonian' after his penalty helped France knock Paraguay out of the World Cup.

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France 24 - World News

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2026-07-06 16:49:27 (1 day ago)

‘Restraining order needed’: Trump shares doctored Meloni meme to reignite feud

On the eve of a key NATO summit, Donald Trump reignited his feud with Italy's Prime Minister Giorgia Meloni by sharing a doctored image on Truth Social, captioned “restraining order needed.” The altered image is based on genuine G7 footage but changes Meloni's facial expression to make her appear enamoured with Trump. This new jab follows weeks of bitter public clashes between the two leaders, following Trump’s claims she "begged" him for a photo.

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The Guardian - World News

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2026-07-06 16:48:25 (1 day ago)

‘Best host in the world’: Mexico keep spirits up after England heartbreak

Despite ‘a setback that will hurt for eternity’, the co-hosts exit with heads held high after bringing pride, passion and soul

On Monday music pulsated from some of the bars on Calle Genova, a narrow thoroughfare in Mexico City’s heart that rarely lives in silence. The clock was yet to strike 11am, but, spilling out on to the street, a healthy crowd of patrons were picking up where they had left off. Perhaps they had never stopped at all. National team shirts were on full display and, had anyone lived under a news blackout for 15 hours, they may have drawn a wildly different conclusion about the previous night’s events.

The truth was more evident to anyone who, upon returning from Estadio Azteca, made a beeline for Paseo de la Reforma. Long after Mexico’s last-16 victory over Ecuador this vast boulevard had been teeming, an affirmative national moment bringing 1.4 million people on to the streets. But it was virtually empty three and a half hours after England had shattered the dreams of El Tri, the clean-up operation from the evening’s mass screening already in full swing and remaining revellers confined to the sidestreets.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-07-06 16:46:34 (1 day ago)

USA vs Belgium LIVE: FIFA World Cup 2026 last 16

Live coverage and text-stream updates of USA against Belgium in last-16 game, overshadowed by Balogun suspension row.

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