The Guardian - World News
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2026-08-01 01:00:44 (2 weeks ago)
Tim Dowling: can I conquer my wife’s book club? I can certainly divide it
She says I’m not allowed to select books as I’m the only man and not a full member. But how could they not love Death Comes for the Archbishop?
My wife would have everyone in our book club believe that the First Rule of Book Club is: Tim Is Never Allowed to Pick the Book. Having failed in her several attempts to have me removed from book club, she has settled for imposing restrictions on my participation to make my membership seem second tier.
“You’re not allowed to pick because you’re not really even in book club,” she says to me before every meeting. “You’re like a mascot.”
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2026-08-01 01:00:44 (2 weeks ago)
With a prime minister raised in a tradition that emphasises our mutual dependency, we may finally have a leader who can address the anomie gripping our country
Like Andy Burnham, I was once an enthusiastic altar boy, although I don’t recall competing to be at the front with the communion plate as the prime minister apparently did. Much of my motivation had little to do with piety. The tips received for serving at weddings were often very generous and I got on well with Father Jerome, an engagingly worldly monk from Ampleforth who shared my passion for Manchester United.
I’m five years older than Burnham, but the atmosphere of the small-town northern Catholicism we grew up with will have been much the same. The second Vatican council’s reforms, responding to the social changes under way since the 1960s, were “democratising” the tone and style of worship, and traditionalists were mourning the sidelining of the old Latin mass. The huge success of Pope John Paul II’s groundbreaking visit to Britain in 1982 – the first by a reigning pontiff – had made the faith seem more mainstream and less rarefied. Politically, most Catholics voted Labour, and the large number of Celtic surnames in parish registers testified to a demographic significantly different from Anglican congregations, which were both more English and more Tory.
Julian Coman is a Guardian associate editor
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2026-08-01 01:00:44 (2 weeks ago)
Two weeks into the school holidays … and counting: the Becky Barnicoat cartoon
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2026-08-01 01:00:44 (2 weeks ago)
After a rollercoaster week at the Commonwealth Games, the double Olympic champion says he will never stop believing what he can achieve
“I couldn’t switch off because it’s been a real rollercoaster of a week,” Adam Ramsay-Peaty says with a weary smile on a quiet Thursday morning in Glasgow. He has just endured a rough night in which, after winning his third medal of the Commonwealth Games, he managed less than three hours of sleep. The medals consist of bronze in the 100m and 50m breaststroke and a silver in the men’s 4x100m medley. For most swimmers this would constitute success and satisfaction, but Ramsay-Peaty is different.
The fact that none of his three medals are gold, or attached to anything remotely like the kind of supreme performance that Ramsay-Peaty churned out with an aura of invincibility for eight years, has taken a chunk out of the double Olympic champion. There have been tears of frustration and an admission that “nothing makes sense this week”.
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2026-08-01 01:00:43 (2 weeks ago)
Noma restaurant prepares to reopen under new leadership after abuse allegations
World-class venue puts renewed focus on staff wellbeing under new head chef after René Redzepi stepped down and apologised for his behaviour
The Copenhagen restaurant Noma – often ranked among the world’s best – is preparing to reopen next week under new leadership for the first time since its star chef and co-founder, René Redzepi, stepped down amid accusations of physical and psychological abuse.
The new executive head chef, Pablo Soto, who has worked at the restaurant for nearly a decade, said while it remained “the same Noma” there had been some significant changes. Along with a new, evolving monthly menu to replace its previous seasonal one, he said there was now a heightened focus on enabling employees to live full lives.
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2026-08-01 01:00:43 (2 weeks ago)
Blind date: ‘I joked we should join the young people for a club night. We didn’t’
Richard, 63, a communications consultant, meets Katrina, 60, a GP
What were you hoping for?
Easy conversation with someone interesting, smart and relaxed.
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2026-08-01 01:00:43 (2 weeks ago)
These roasted oyster mushrooms are meaty, savoury and chewy, made even more satisfying in a south-east Asian-style dressing
Not every plant makes a great burger filling. You might think pulses or potatoes for heft, but the lack of texture and propensity to mush can be unsatisfying. This is where mushrooms excel; they trade in satisfaction. Roasting them brings out their natural umami and removes water content, leaving them chewy, caramelised and occasionally crisp. They can also make friends with the most unlikely of ingredients, like they have here with peanut butter, soy, agave and sesame.
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Globo News - Mundo
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2026-08-01 01:00:10 (2 weeks ago)
4 perguntas para entender a nova crise migratória em Ceuta, enclave espanhol na África

Milhares de imigrantes tentam entrar na Espanha saindo do Marrocos
Milhares de migrantes cruzaram nos últimos dias a fronteira entre o Marrocos e o enclave espanhol de Ceuta, no norte da África. O movimento gerou fortes reações, tanto na Espanha quanto na União Europeia, aumentando ainda mais as tensões diplomáticas entre Madri e Rabat.
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Autoridades espanholas calculam que cerca de 60 mil pessoas conseguiram chegar ao território, por via terrestre ou marítima.
Vídeos e imagens mostrando milhares de pessoas nadando em direção à cidade de Ceuta viralizaram na quinta-feira (30) e a imprensa local noticiou que a movimentação na fronteira prosseguiu ao longo da noite.
As autoridades confirmaram a morte de pelo menos 57 pessoas que tentavam chegar ao território, que se encontra há séculos sob o controle espanhol.
Após um recente aumento das tentativas de cruzamento da fronteira, as autoridades locais solicitaram ajuda ao governo central em Madri, que destacou suas forças armadas para reforçar a segurança em Ceuta e na sua cidade-irmã de Melilla.
As autoridades afirmam que pelo menos 7 mil pessoas que entraram irregularmente no território nas últimas 24 horas são menores de idade.
Aqui explicamos em sete pontos o essencial sobre esta nova crise migratória.
1. Qual é a situação na fronteira?
Migrantes entram em Ceuta, enclave espanhol no norte da África, vindos do Marrocos.
Antonio Sempere / AP
Ceuta e Melilla são duas cidades autônomas que pertencem à Espanha há mais de cinco séculos. O Marrocos reivindica as cidades como parte do seu território desde que conquistou sua independência, em 1956.
O direito internacional não considera as cidades como colônias. E a Organização das Nações Unidas (ONU) não inclui Ceuta e Melilla na sua lista de territórios pendentes de descolonização, o que, na prática, respalda seu status como parte da Espanha.
Os dois enclaves constituem as únicas fronteiras terrestres entre a União Europeia e a África. Eles são protegidos por sistemas de duas barreiras, além de forte presença policial e militar.
Depois da entrada dos migrantes vindos do Marrocos, o governo espanhol deslocou soldados do exército em Ceuta para reforçar a segurança local. As autoridades indicam que, em Melilla, também foram registrados 300 a 400 cruzamentos de fronteira na noite de quinta-feira (30).
Vídeos gravados naquele dia mostram uma avalanche de pessoas correndo pela praia de Tarajal, em Ceuta, e nas vizinhanças. A maioria parecia ser composta por homens jovens.
As duas cidades se transformaram há anos em um dos principais pontos de entrada de muitos migrantes africanos para a Europa, em busca de melhores oportunidades financeiras e qualidade de vida.
A situação é especialmente delicada em Ceuta. Sua população é de cerca de 83,6 mil habitantes, segundo os últimos números oficiais. Por isso, a chegada de até 60 mil pessoas representa um impacto significativo.
O caos persiste nas ruas de Ceuta desde quinta-feira, segundo a imprensa local.
"Ninguém sai na rua. Eles têm medo", declarou ao jornal espanhol ABC o segurança de um hospital muito próximo à fronteira.
"Este evento de agora é mais forte e agressivo do que já havíamos presenciado antes."
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Mapa mostra localizações de Ceuta e Melilla, exclaves espanhóis na África, em meio a crise migratória em julho de 2026.
Dhara Pereira e Lara Bernardino/Arte g1
2. Qual foi a reação da Espanha?
Após o destacamento de tropas militares e o aumento do apoio naval, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, se deslocou para Ceuta nesta sexta-feira (31).
Falando do enclave espanhol, ele chamou o ocorrido na quinta de "ataque, uma violação da integridade territorial da Espanha".
Sánchez culpou as máfias por "enganar muitos jovens" e anunciou a instalação de boias para criar uma barreira de contenção.
Por outro lado, o prefeito da Cidade Autônoma de Ceuta, Juan Jesús Vivas, alertou na quinta-feira (30) sobre a gravidade da crise migratória. Ele afirmou que a situação atingiu um nível de "absoluta emergência humanitária e social".
Vivas pediu ao governo central em Madri que seja declarada "emergência nacional", frente ao aumento da chegada de migrantes da África.
Mas o Executivo espanhol defende que não pode ativar este dispositivo porque as normas estatais de proteção civil não contemplam os fluxos migratórios como risco, segundo o Sistema Nacional de Proteção Civil, nem existem planos específicos para sua administração.
Sánchez afirmou em várias ocasiões que seu governo está trabalhando para gerenciar a crise. E, durante sua visita a Ceuta, ele declarou que seu governo utilizará "todos os recursos do Estado" para garantir a segurança da cidade autônoma.
A reação do primeiro-ministro também gerou críticas por parte da oposição.
O líder do Partido Popular, Alberto Núñez Feijóo, acusou Sánchez de agir com "fraqueza". Já o porta-voz no Congresso espanhol da Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), Gabriel Rufián, responsabilizou o Marrocos, acusando Rabat de "chantagear" a Espanha e a Europa.
Por outro lado, o líder do partido Vox, Santiago Abascal, qualificou a crise migratória como uma "invasão".
3. Por que está acontecendo neste momento?
Milhares de imigrantes de Marrocos chegam à Espanha
Reprodução
Na Espanha, alguns atribuíram o recente aumento da migração a uma sentença do Supremo Tribunal Espanhol, que determinou, três semanas atrás, que os migrantes interceptados no mar quando tentam chegar a Ceuta ou Melilla não podem ser devolvidos imediatamente ao Marrocos.
Na quinta-feira (30), o Ministério do Interior acusou as redes de tráfico de pessoas de "instrumentalizar" esta resolução judicial para "incentivar o fluxo de imigrantes sem documentos" para Ceuta.
O Ministério também anunciou um acordo com o Marrocos para reforçar a coordenação entre os dois países e agilizar o retorno dos migrantes que entraram de forma irregular "o mais breve possível".
Outras vozes também criticaram o governo de Sánchez, tanto na Espanha quanto no exterior.
Na quinta-feira (30), a Casa Branca atribuiu a situação em Ceuta às "políticas globalistas de extrema esquerda" da Espanha.
"O presidente Trump vem alertando a Europa há tempos sobre as consequências de continuar implementando políticas globalistas de extrema esquerda, como facilitar a migração em massa", declarou à agência de notícias espanhola EFE a porta-voz da Casa Branca, Ana Kelly.
"A Espanha e outros países que adotaram esta filosofia destrutiva deveriam retificá-la de imediato ou correrão o risco do seu próprio desaparecimento."
4. O que diz o Marrocos?
Migrantes correm e comemoram ao atravessar a pé para o enclave norte-africano de Ceuta, vindos do Marrocos
FARO TV via REUTERS
A embaixadora do Marrocos na Espanha, Karima Benyaich, afirmou na quinta-feira (30) que a situação não é a desejada pelo Marrocos e pediu aos cidadãos marroquinos que cruzaram a fronteira para a cidade autônoma que regressem ao país.
"O governo do Marrocos solicita e deseja que aqueles concidadãos que atravessaram a fronteira retornem ao nosso país", declarou ela, durante um ato celebrado em Madri por motivo do 27° aniversário da coroação do rei marroquino, Mohamed 6°.
"Não é algo que nos agrade; queremos sempre uma imigração ordenada e segura para todos", destacou a embaixadora.
Nesta sexta-feira (31), a Espanha e o Marrocos reforçaram a barreira fronteiriça do enclave espanhol. Aparentemente, eles impediram em grande parte os cruzamentos em massa.
As autoridades espanholas afirmaram que milhares de migrantes regressaram voluntariamente ao Marrocos, mas a situação em Ceuta permanece delicada, frente ao grande número de cruzamentos da fronteira e ao desafio humanitário enfrentado pelo pequeno território.
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2026-08-01 00:54:03 (2 weeks ago)
Ataque russo a Kiev deixa ao menos 9 mortos e 28 feridos

Rússia lança novo ataque contra Kiev, a capital da Ucrânia
Pelo menos nove pessoas morreram e outras 28 ficaram feridas após um ataque da Rússia contra a capital da Ucrânia, Kiev, informou o prefeito da cidade neste sábado (1º), segundo a Reuters. O bombardeio ocorre dois dias após Moscou realizar um dos maiores ataques aéreos da guerra, quando lançou mais de 70 mísseis e 280 drones contra diferentes regiões da Ucrânia, segundo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
Mais de uma dúzia de explosões ecoaram pela cidade, segundo testemunhas da Reuters.
A Rússia intensificou os ataques à capital nos últimos meses, enquanto a Ucrânia sofre com uma escassez crônica de sistemas de defesa aérea capazes de abater mísseis balísticos, que viajam a velocidades várias vezes superiores à do som.
Moradora de Kiev passa por mercado destruído por ataque russo à cidade em 30 de julho de 2026
Alina Smutko/Reuters
Rússia já tinha atacado a Ucrânia ainda nesta semana, relembre
A Rússia lançou um bombardeio em larga escala contra a Ucrânia na madrugada desta quinta-feira (30), que atingiram diversas áreas do país europeu. Oito pessoas morreram, incluindo seis da mesma família, e pelo menos 12 ficaram feridas, segundo o governo ucraniano.
Bombardeio russo em larga escala deixa 8 mortos na Ucrânia, incluindo em Kiev
Segundo os russos, o bombardeio atingiu as cidades de Kiev e Lviv, e as regiões de Ivano-Frankivsk, Zhytomyr, Rivne e Dnipropetrovsk, além do porto de Yuzhny.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia lançou mais de 70 mísseis, incluindo projéteis balísticos, e mais de 280 drones no ataque. "O terror russo demonstra mais uma vez que a proteção contra a ameaça dos mísseis russos é o mais importante", afirmou Zelensky.
*Reportagem em atualização
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2026-08-01 00:39:22 (2 weeks ago)
Protesters detained at rally in support of Pakistan-administered Kashmir
Police detained several protesters in Lahore, Pakistan as they rallied in solidarity with Pakistan-administered Kashmir.
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2026-08-01 00:36:10 (2 weeks ago)
US drops charges against Olympian for damage to Reflecting Pool
The US Department of Justice has moved to dismiss its case against Olympian David Hearn.
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2026-08-01 00:23:23 (2 weeks ago)
Zelensky’s troop death toll moves backward
Ukraine’s Vladimir Zelensky has given a new troop death toll that is 5,000 lower than his own February estimate
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