ABC News - International News
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2026-07-03 02:33:02 (3 days ago)
Hong Kong bookseller Lam Wing-kee, seized by Chinese authorities in 2015, dies in Taiwan at 70
Lam Wing-kee, a former Hong Kong bookseller and symbol of resistance to Beijing's crackdown on free speech, has died in Taiwan
France 24 - World News
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2026-07-03 02:31:06 (3 days ago)
World Cup 2026: Portugal knock out Croatia and will face Spain
These Round of 32 matches are definitely full of twists. Portugal came back from 1-0 down to beat Croatia in Toronto. Goncalo Ramos scored a stoppage-time winner after Cristiano Ronaldo had earlier equalised from the penalty spot.
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2026-07-03 02:26:37 (3 days ago)
The far-right Alternative for Germany is buoyant as it eyes a slice of power in regional elections
The far-right Alternative for Germany is in a buoyant mood as it holds a convention this weekend
Times of India
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2026-07-03 02:22:23 (3 days ago)
BepiColombo: The spacecraft that spent 8 years travelling to Mercury is finally arriving in 2026
Times of India
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2026-07-03 02:17:12 (3 days ago)
Is July 3 a federal holiday? What is open and closed on Friday ahead of Fourth of July
As the United States gears up for its 250th birthday on Saturday, July 4, 2026, the preceding Friday, July 3, will be observed as a federal holiday. While most retail stores and postal services will operate normally, banks will be open with potential adjusted hours. The stock market, however, will be closed. State DMVs and city offices will see varied closures, so checking local schedules is advised.
ABC News - International News
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2026-07-03 02:03:45 (3 days ago)
Australian officials ask fans to respect the privacy of Neil, a 1-ton seal who respects nothing
Neil, a 2,200-pound elephant seal, has returned to his birthplace on the Australian coast, causing quite a stir
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2026-07-03 02:03:36 (3 days ago)
Robotic elephants draw crowds and controversy in some of India's Hindu temples
In India's southern state of Kerala, robotic elephants are replacing live ones in temple festivals
Globo News - Mundo
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2026-07-03 02:00:35 (3 days ago)

Vídeo mostra momento exato em que terremoto duplo atinge a Venezuela
Cerca de 100 venezuelanos deportados dos Estados Unidos estão desaparecidos após o hotel onde estavam desabar durante os terremotos de 24 de junho. O edifício ficava em La Guaira, a região da Venezuela mais afetada pelos tremores.
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▶️ Contexto: Os deportados deixaram os EUA em um voo que partiu de Miami com 146 venezuelanos, incluindo 19 mulheres e sete crianças. Após desembarcarem no principal aeroporto da Venezuela, eles foram levados para o Hotel Santuario La Llanada.
O hotel, administrado pelo governo venezuelano, ficava no litoral do país.
Os deportados foram encaminhados ao local para passar por exames médicos e outros procedimentos após o retorno à Venezuela.
A expectativa era que todos fossem liberados para voltar para casa no dia seguinte.
No entanto, poucas horas após a chegada, o hotel desabou durante os terremotos.
Familiares dos deportados afirmaram à agência Reuters que as autoridades forneceram uma lista com 32 nomes de sobreviventes. Os demais estão desaparecidos.
Enquanto os familiares cobram mais informações do governo, relatos indicam que o Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) bloqueou o acesso ao local. Um avô que procurava pelo neto disse à BBC que um funcionário afirmou que não há sobreviventes entre os escombros.
Veja a seguir o que se sabe sobre o caso:
Por que os deportados estavam hospedados no hotel?
Quantos deportados morreram?
Quais são as principais críticas das famílias?
O que dizem os governos da Venezuela e dos Estados Unidos?
1. Por que os deportados estavam hospedados no hotel?
Terremoto na Venezuela: imagem aérea mostra edifícios em Caraballeda, no estado de La Guaira, na Venezuela, em 29 de julho de 2026.
Miguel Medina/AP
O Hotel Santuario La Llanada era administrado pelo programa governamental venezuelano Grande Missão Volta à Pátria, responsável por receber cidadãos deportados ou repatriados ao país.
Segundo sobreviventes ouvidos pela Reuters, os deportados tiveram os celulares e documentos recolhidos temporariamente durante os procedimentos de recepção. Eles permaneceriam no local apenas até a conclusão dessas etapas.
Um dos sobreviventes contou à BBC que escapou porque demorou alguns minutos a mais em um prédio anexo tentando fazer uma ligação telefônica. Quando os terremotos começaram, ele ainda não havia entrado no edifício principal, que acabou desabando.
2. Quantos deportados morreram?
Homens em busca de sobreviventes estão no topo de uma montanha de escombros três dias após dois terremotos atingirem La Guaira, Venezuela
AP Photo/Matias Delacroix
As autoridades venezuelanas ainda não divulgaram um balanço oficial sobre quantos passageiros do voo morreram ou sobreviveram ao desabamento.
Familiares relataram à Reuters que receberam uma lista oficial com 32 sobreviventes. Outros sobreviventes afirmam que algumas pessoas conseguiram escapar sozinhas logo após o desabamento, mas o número exato ainda é incerto.
Com base nesses relatos, cerca de 100 deportados continuam desaparecidos. Muitos parentes seguem procurando familiares em hospitais, necrotérios e nos escombros do hotel.
3. Quais são as principais críticas das famílias?
Um homem sentado em meio aos escombros do terremoto em La Guaira, Venezuela, segunda-feira, 29 de junho de 2026
AP Photo/Matias Delacroix
Familiares questionam por que os deportados foram mantidos no hotel, em vez de serem liberados logo após chegarem à Venezuela. Muitos afirmam que, se isso tivesse ocorrido, as vítimas já estariam em casa quando os terremotos aconteceram.
Outra reclamação envolve a falta de informações. Parentes dizem que passaram dias sem saber o paradeiro dos familiares e que a retenção de celulares e documentos dificultou a identificação dos sobreviventes e das vítimas.
Sobreviventes também afirmam que o resgate inicial foi feito principalmente pelos próprios deportados. Alguns disseram à BBC que os primeiros socorros demoraram horas para chegar e que agentes do Sebin priorizaram o resgate de colegas.
Familiares dos deportados dizem ainda que agentes da Sebin bloquearam o acesso ao hotel. Muitos dizem que não conseguiram entrar na área de buscas nem obter informações sobre parentes desaparecidos.
As restrições também atingiram a imprensa. Segundo o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa da Venezuela (SNTP), jornalistas enfrentam limitações para acessar as áreas de busca, principalmente em La Guaira, além de hospitais que recebem vítimas dos terremotos.
4. O que dizem os governos da Venezuela e dos EUA?
Um helicóptero decola de um navio da Marinha dos EUA atracado no porto para apoiar os esforços de socorro às vítimas do terremoto em La Guaira, Venezuela
AP Photo/Matias Delacroix
Em publicação nas redes sociais, a Grande Missão Volta à Pátria informou que abriu canais de atendimento para familiares e afirmou que está prestando informações diretamente às pessoas que procuram o serviço.
À Reuters, o programa também enviou uma mensagem de solidariedade às vítimas dos terremotos, mas não respondeu aos questionamentos sobre o caso nem explicou por que os deportados foram levados ao hotel.
Já o Departamento de Segurança Interna (DHS) dos Estados Unidos informou à BBC que o voo chegou em segurança à Venezuela e que, após a entrega dos deportados às autoridades venezuelanas, eles deixaram de estar sob responsabilidade do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE).
O governo americano não comentou o desabamento nem a situação dos passageiros.
VÍDEOS: mais assistidos do g1
The Guardian - World News
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2026-07-03 02:00:22 (3 days ago)
Kill zones and drone nets: a journey through Ukraine’s fortress belt
A strategic line of towns and cities are crucial to Ukraine’s defence – and where the war is at its most brutal
A vast cobweb of spent fibre-optic cable is draped over the buildings in the small Ukrainian city of Lyman. Used to control the deadly drones deployed by both Russia and Ukraine, it has accumulated so densely after the years of fighting here that fresh drones struggle to fly through it, rotors tangling in the mass. Birds pluck it out to make their nests.
Beneath the glistening strands, residential blocks are shattered from shellfire as Moscow’s forces still push daily to take a city they briefly occupied until the Ukrainian counteroffensive of 2022, when they were driven out.
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The Guardian - World News
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2026-07-03 02:00:22 (3 days ago)
Ruined utopias: the afterlife of the Amazon’s forgotten company towns – in pictures
For decades, foreign firms established settlements in the Brazilian Amazon to support extractive activities, only to eventually abandon the buildings and workers. The remains show human resilience as nature reclaims the land
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The Guardian - World News
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2026-07-03 02:00:22 (3 days ago)
The battle for access to Jamaica’s billion-dollar beaches
In this week’s newsletter: Activists are accusing the government of privatising the coastline to support the country’s thriving tourism industry, at the expense of locals
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Every year, millions of visitors from across the globe visit Jamaica to enjoy its gorgeous beaches, fuelling a multibillion dollar tourism industry. But, in recent years, its picture-perfect coastlines have become a battleground for access after successive governments privatised its shorelines to support the country’s thriving all-inclusive hotel industry.
The complex row, which has seen protesters clashing with police and campaigners tearing down barriers around privatised properties, is now playing out in the country’s courts. We take a closer look at each side’s case, and what’s at stake.
European heatwave is worst ever and impossible without climate crisis, scientists say
‘But we’re just 1% of emissions’: do smaller countries’ climate efforts matter?
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The Guardian - World News
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2026-07-03 02:00:21 (3 days ago)
‘The clearest seas I’ve ever swum in’: readers’ favourite holidays to Greece
Beach-hopping, gorge hikes and awesome archaeological sites feature in your best memories of Greece
• Tell us about a family day out in the UK – the best tip wins a £200 holiday voucher
We first noticed Milos as we travelled home from Crete, flying directly above it and deciding that was where we must go next. It didn’t disappoint. The island was calm, peaceful and strikingly beautiful. Milos isn’t well known, but it should be; the true home of the Aphrodite of Melos, displayed in the Louvre, Paris as the Venus de Milo. The northern coast was spectacular, shaped by volcanic activity and particularly picturesque. Sarakiniko is the perfect stop for photographs with its white rock. Truly an unforgettable trip.
Chris Rimell
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