ABC News - International News
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2026-06-28 06:59:58 (3 days ago)
Trump presses Syria to take on Hezbollah, raising alarm in Lebanon and Israel
The White House has soured on Israel’s war with Hezbollah in Lebanon
Times of Israel - World News
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2026-06-28 06:59:56 (3 days ago)
Top commander in Hamas naval police, Oct. 7 terrorist killed in recent strikes – IDF
Military targeted naval officer Mansour Sami Mahmoud Shahtout and Abd al-Rahman Maher Abd al-Karim Ziyada, who was pictured next to IDF tank from which crew were abducted in 2023 onslaught
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Le Monde - World News
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2026-06-28 06:56:22 (3 days ago)
'Is the Gulf Persian or Arabian? Or both?'
The historical designation of 'Persian Gulf' has faced challenges from Arab regimes, but in 2025, Donald Trump abandoned efforts to replace it with 'Arabian Gulf.'
Times of India
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2026-06-28 06:55:19 (3 days ago)
Prince Harry may cancel upcoming UK visit with Meghan, children after security setback
Globo News - Mundo
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2026-06-28 06:50:02 (3 days ago)
Europa enfrenta onda de calor com mortes, temperaturas recordes e impactos na economia

Onde de calor extremo avança para o leste da Europa
A onda de calor que atinge a Europa já provocou cerca de mil mortes acima do esperado na França desde quarta-feira (24), segundo a agência de saúde pública do país. A maior parte das vítimas tinha mais de 65 anos, e houve aumento das mortes em domicílio, principalmente na região de Paris. Cientistas apontam que este já é o episódio de calor mais intenso registrado no continente.
Neste domingo (28), mais de 190 milhões de pessoas devem enfrentar temperaturas de pelo menos 35°C em diferentes regiões europeias. Desde 20 de junho, o calor extremo também levou vários países a registrar temperaturas recordes.
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A Alemanha alcançou 41,5°C no sábado, a maior temperatura já medida no país, superando a marca registrada apenas um dia antes. O serviço meteorológico alemão ainda alertou que os termômetros poderiam se aproximar dos 42°C.
Na República Tcheca, a temperatura chegou a 40,8°C ao norte de Praga, com previsão de ultrapassar os 41°C neste domingo. Em Basileia, na Suíça, os termômetros marcaram 39°C, estabelecendo pelo terceiro dia seguido um novo recorde para o mês de junho.
Já a Dinamarca registrou 37°C, a maior temperatura desde o início das medições no país.
Hospitais, transporte e energia são afetados
A ministra da Saúde da França, Stéphanie Rist, afirmou ao jornal "La Tribune" que os efeitos do calor extremo podem continuar sendo sentidos por até dez dias, mesmo após a queda das temperaturas. Em entrevista à emissora BFM, ela alertou que "o episódio ainda não acabou".
Além da França, a Espanha associou 212 mortes registradas em um intervalo de quatro dias ao calor extremo.
Em diferentes países, hospitais, serviços de emergência e autoridades locais adotaram medidas para atender ao aumento da demanda e reduzir os riscos à população.
Em Paris e Viena, por exemplo, os atendimentos de emergência aumentaram.
Ao mesmo tempo, festivais, eventos ao ar livre e manifestações foram cancelados, adiados ou adaptados por causa das altas temperaturas e dos alertas meteorológicos.
Os efeitos também chegaram à infraestrutura e ao setor de energia.
Segundo a Reuters, o aquecimento das águas do rio Danúbio levou a usina nuclear de Paks, na Hungria, a reduzir a geração de eletricidade para manter a água usada no resfriamento dos reatores dentro dos limites de segurança.
Na Alemanha, empresas ferroviárias flexibilizaram as regras para cancelamento de viagens devido ao risco de deformação dos trilhos. O calor também provocou rachaduras em trechos de rodovias.
Uma mulher com um leque perto da Torre Eiffel durante onda de calor em Paris, em 20 de junho de 2026
REUTERS/Sarah Meyssonnier
Mudanças climáticas e os riscos econômicos
Além dos impactos imediatos, especialistas alertam para consequências econômicas de longo prazo.
Cientistas avaliam que uma onda de calor dessa magnitude seria praticamente impossível sem o aquecimento global provocado pela ação humana. Além disso, eventos como esses tendem a se tornar mais frequentes, mais duradouros e mais intensos.
🌡️ O episódio atual foi favorecido por um padrão atmosférico conhecido como "bloqueio ômega", que mantém uma massa de ar quente sobre uma mesma região por vários dias, dificultando a chegada de frentes frias.
Além dos impactos imediatos, especialistas também alertam para os efeitos econômicos das ondas de calor.
Em entrevista à Deutsche Welle, a economista Katharina Utermöhl, pesquisadora de políticas econômicas da seguradora Allianz, afirma que temperaturas acima de 30°C reduzem a produtividade, aumentam o consumo de energia e elevam o número de afastamentos por problemas de saúde.
"Acima de 30 graus, a produtividade cai 3% por grau adicional, enquanto os custos de energia aumentam 1,2% por grau."
Para a economista, o calor extremo deixou de ser apenas um evento climático passageiro e passou a representar um desafio permanente para a economia.
Um estudo da Allianz estima que, se episódios de calor intenso se tornarem mais frequentes, as perdas acumuladas para a economia alemã entre 2026 e 2030 poderão chegar a US$ 131 bilhões.
*Com informações das agências de notícias France Presse, Deutsche Welle, Reuters e RFI
O que é o 'domo de calor' que está causando temperaturas extremas na Europa
Reteurs
*Com informações das agências de notícias France Presse, Deutsche Welle, Reuters e RFI
Daily Sabah - World News
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2026-06-28 06:49:00 (3 days ago)
Peace deal in tatters after Iran hits Bahrain, Kuwait over US strikes
Iran lashed out at recent U.S. airstrikes by launching drone and missile attacks on Bahrain and Kuwait Sunday, while warning it would completely suspend negotiations to end the Mid...
Globo News - Mundo
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2026-06-28 06:40:07 (3 days ago)
Como as megaprisões de Bukele se transformaram em modelo para a direita radical

Como as megaprisões de Bukele se transformaram em modelo para a direita radical
Getty Images via BBC
Nas últimas campanhas eleitorais ocorridas na América Latina, o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, com sua política de pulso forte contra o crime (incluindo suas polêmicas megaprisões) passou a ser referência recorrente no debate político.
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Na Colômbia, o candidato de direita Abelardo de la Espriella venceu as eleições presidenciais, segundo os dados da apuração preliminar. Ele expressou abertamente sua admiração por Bukele.
Durante a campanha, De la Espriella prometeu construir sete megaprisões inspiradas no modelo salvadorenho.
No vizinho Peru, a candidata à presidência e virtual vencedora Keiko Fujimori também incluiu a mesma ideia no centro da sua proposta de segurança.
Agora no g1
A líder da direita garantiu que, se chegar ao poder, impulsionará a construção de quatro penitenciárias e uma megaprisão para réus de alta periculosidade, "como o Cecot, em El Salvador". É uma referência ao Centro de Confinamento do Terrorismo do país centro-americano, que recebeu inúmeras denúncias de abusos de direitos humanos.
A atração pelas megaprisões de Bukele não se limita à América Latina. Seu modelo também começou a reverberar entre a direita radical europeia.
Na semana passada, o presidente do partido francês de extrema direita Reagrupamento Nacional, Jordan Bardella, fez referência ao sistema penitenciário salvadorenho ao abordar o problema da superlotação das penitenciárias da França.
"Em um país de 6 milhões de habitantes, Bukele construiu 40 mil vagas carcerárias em oito meses", afirmou Bardella, em entrevista à rede francesa BFMTV.
Este enfoque parece atraente para alguns líderes políticos. Mas seus críticos alertam que ele costuma ser apresentado sem fazer menção às denúncias de violações de direitos humanos, documentadas no âmbito destas políticas.
"É preciso tomar cuidado quando se fala em 'modelo Bukele' porque, na verdade, não se trata de um modelo", declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC), a pesquisadora Sonja Wolf, da Faculdade de Governo e Economia da Universidade Panamericana da Cidade do México. "Mas convém a Bukele que ele receba este nome e se propague para outros países."
Wolf é a autora do livro Mano Dura ("Mão forte", em tradução livre), que examina a política de controle das gangues de El Salvador.
Ela afirma que parte da atração internacional despertada por este enfoque ocorre porque o contexto político do seu desenvolvimento no país centro-americano nem sempre é conhecido.
"Muitos não entendem o regime político que Bukele vem consolidando", explica ela.
"É o que se pode descrever como autocracia eleitoral, onde, para se manter no poder, é preciso demonstrar que ele conta com o apoio do 'povo'."
Neste sentido, o regime de exceção, que vem permitindo detenções em massa, cumpre com uma dupla função: combater a criminalidade e reforçar sua legitimidade política.
Supostos criminosos participam de audiência virtual durante um julgamento coletivo contra membros da gangue 'Mara Salvatrucha' (MS-13)
Getty Images via BBC
"Além das eleições, é fundamental para Bukele manter altos níveis de popularidade", prossegue a pesquisadora.
"O regime de exceção, apesar dos custos incorridos para as pessoas detidas e para a democracia em El Salvador, conta com o apoio popular e serve para sustentar seu projeto político."
Wolf destaca que a projeção internacional destas políticas também desempenha papel fundamental.
"A promoção do regime de exceção no exterior e as visitas de líderes políticos a locais como o Cecot contribuem para reforçar sua imagem e legitimar sua permanência no poder", segundo ela.
Em fevereiro de 2024, quando foi reeleito presidente com mais de 80% dos votos, Bukele destacou os resultados obtidos pelo seu governo em termos de segurança. Ele se gabou de ter atingido seus objetivos "com uma receita salvadorenha", rebatendo seus críticos.
"Passamos de ser o país mais inseguro do mundo para ser o mais seguro de todo o continente americano. E o que disseram? Que está violando direitos humanos", declarou ele aos seus seguidores, em referência às denúncias internacionais sobre sua política de pulso firme.
"Os direitos humanos de quem? Não das pessoas honradas", prosseguiu Bukele.
"Talvez tenhamos priorizado os direitos das pessoas honradas sobre os dos criminosos, é só o que fizemos e, a isso, vocês chamam de violar os direitos humanos."
Em fevereiro de 2024, Nayib Bukele foi reeleito presidente de El Salvador com mais de 80% dos votos. Ele destacou os resultados obtidos pelo seu governo no quesito segurança.
Getty Images via BBC
O porquê da atração para a direita radical
A atração pela política de "pulso firme" de Bukele para setores da direita radical na América Latina e em outras partes do mundo se deve a diversos fatores.
De um lado, ela oferece uma resposta rápida e visível a uma das principais preocupações dos eleitores: a insegurança, no caso da América Latina, aliada à imigração irregular, nos Estados Unidos e na Europa.
As imagens de milhares de presos em megaprisões, além da drástica redução dos homicídios em El Salvador, projetam a ideia de que a estratégia foi eficaz. De fato, o país deixou de ser um dos mais violentos do mundo e passou a figurar entre os mais seguros do continente, reforçando esta percepção.
Mas a política salvadorenha trouxe altos custos.
Da Colômbia até a França, o modelo de segurança de Nayib Bukele ganhou espaço no debate político. Mas organizações de direitos humanos alertam sobre os riscos de reproduzir as políticas do presidente salvadorenho
Getty Images via BBC
Segundo a organização salvadorenha Cristosal, o regime de exceção vigente desde março de 2022 normalizou a detenção em massa de pessoas com limitado controle judicial, deixando milhares de detidos sem provas suficientes contra eles.
Por outro lado, a Human Rights Watch documentou casos de tortura, maus tratos, detenções arbitrárias e desaparecimentos forçados.
A organização também denunciou a debilitação das instituições democráticas e a falta de garantias judiciais no governo de Nayib Bukele.
Especialistas das Nações Unidas alertaram que a detenção prolongada, sem acesso à assistência legal, nem revisão judicial, pode constituir grave violação do direito internacional.
Em relatório conjunto com a Cristosal sobre o sistema penitenciário salvadorenho, a Human Rights Watch concluiu que "os casos de tortura e maus tratos no Cecot não foram incidentes isolados, mas sim violações sistemáticas, repetidas ao longo de toda a detenção".
Mas a atração do chamado "modelo Bukele" não reside apenas na sua estratégia de segurança, mas também nas suas dimensões políticas, segundo analistas.
Muitos líderes observam os altos níveis de popularidade do presidente salvadorenho como um sinal de que este tipo de política e retórica de "pulso firme" podem gerar apoio eleitoral.
"Quando são realizados estudos sobre cultura política na América Latina, as pessoas costumam inicialmente expressar apoio à democracia", explica Wolf. "Mas, quando surgem perguntas mais específicas, o que se observa é que muitos preferem líderes que resolvam seus problemas."
"As pessoas, na prática, não são tão democráticas quanto podemos imaginar."
Para os políticos, este modelo baseado em forte liderança e poucos contrapesos institucionais acaba sendo especialmente atraente.
Familiares de presos em El Salvador exigem 'provas de vida' do governo de Nayib Bukele e organizações de direitos humanos denunciam que centenas de pessoas inocentes continuam presas, mesmo com ordens de libertação
Getty Images via BBC
Em outros países
Mas diversos analistas alertam que esta atração pode ser enganosa.
O modelo dificilmente pode ser exportado e depende, em grande parte, de condições específicas de El Salvador, além de decisões políticas que nem sempre seriam viáveis ou legais em outros países.
O Equador é um dos países que tentaram aplicar esta técnica.
Desde 2023, quando tomou posse o atual presidente Daniel Noboa, o país tentou reproduzir elementos do modelo salvadorenho, declarando um "conflito armado interno".
A medida foi acompanhada pela militarização da segurança, detenções em massa e pelo anúncio de novas prisões de segurança máxima.
O presidente do Equador, Daniel Noboa, em um discurso durante a colocação da pedra fundamental de uma prisão de segurança máxima para 800 detentos em Santa Elena, no litoral do país, no dia 21 de junho de 2024
Getty Images via BBC
Mas as medidas não produziram os resultados esperados. Os níveis de violência permaneceram elevados no país.
O índice de homicídios no Equador passou de cerca de 8 a cada 100 mil habitantes, em 2020, para cerca de 45 em 2023. E, em 2025, atingiu 51 a cada 100 mil pessoas, no ano mais violento da história recente do país, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Inec), do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime e estimativas do portal especializado InSight Crime.
O governo da ex-presidente Xiomara Castro (2022-2026), em Honduras, também adotou medidas de "pulso firme", inspiradas em El Salvador. Elas incluíram estados de exceção e militarização da segurança.
Mas não se registrou redução sustentada da violência, como ocorreu no país vizinho.
Honduras continua sendo um dos países mais violentos da região, com índice de homicídios de cerca de 23 a cada 100 mil habitantes em 2025, segundo o balanço anual de segurança do portal InSight Crime.
Estes números levaram diversos especialistas a questionar a eficácia deste enfoque.
"Existe um motivo por que o modelo de segurança de Bukele não deu resultados nos países que tentaram reproduzi-lo parcialmente, como Honduras e o Equador", declarou à BBC a diretora para as Américas da Human Rights Watch, Juanita Goebertus.
"O chamado 'modelo Bukele' não se baseia apenas nas prisões em massa. Ele também traz concentração de poder, debilitação da supervisão judicial, dezenas de milhares de pessoas detidas sem processo devido e até acordos secretos com gangues", prossegue ela.
"Esta não é uma estratégia sustentável de segurança pública. Os homicídios diminuíram em El Salvador, mas às custas da debilitação das instituições necessárias para garantir a segurança duradoura."
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2026-06-28 06:32:04 (3 days ago)
Ukrainian colonel behind attempted terror attack in Crimea eliminated – media
A Ukrainian colonel behind a thwarted terrorist attack in Russia’s Crimea has been eliminated, TASS and RIA news agencies have reported
Read Full Article at RT.com
Al Jazeera - Top Stories
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2026-06-28 06:30:45 (3 days ago)
‘US trying to find its way out of MoU with Iran’
Bahrain and Kuwait have condemned Iran’s retaliatory attacks after a second day of US strikes on Iran.
Times of India
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2026-06-28 06:21:43 (3 days ago)
4 lakh dogs vanished before South Korea's meat ban. Where did hundreds of thousands of dogs go?
South Korea's impending ban on the dog meat trade leaves the fate of hundreds of thousands of dogs uncertain. While farms are closing and compensation is offered, official records show minimal adoptions or shelter transfers. Animal welfare groups suspect many dogs were slaughtered before the law takes effect, highlighting the industry's unregulated past and the challenges faced by former farmers.
France 24 - World News
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2026-06-28 06:20:14 (3 days ago)
New Caledonia polls close in French territory's first provincial elections since 2019
Voting in the French overseas territory of New Caledonia closed on Sunday, with a turnout of 54.42 per cent, as citizens participated in the archipelago's first provincial elections since 2019. The results of the election, initially planned for 2024, will determine the balance of power in New Caledonia ahead of fresh negotiations with France on the territory's status, with independence remaining the defining political issue.
Times of Israel - World News
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2026-06-28 06:16:07 (3 days ago)
Iraqi forces raid Baghdad Green Zone, arrest officials linked to corruption, Iran-backed groups
Security official says raids were part of effort from new PM Zaidi to show US that Iraq is committed to democratic reforms, cracking down on Iranian influence
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