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2026-05-10 05:53:02 (4 days ago)
Israel built secret base in Iraq to support air operations against Iran: Report
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2026-05-10 05:51:37 (4 days ago)
Libya’s Zawiya refinery resumes full operations
Refinery closed for about two days after fighting near the facility 40km west of Tripoli.
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2026-05-10 05:47:46 (4 days ago)
Live: First plane with passengers from hantavirus-hit cruise ship departs for Madrid
The first plane carrying passengers evacuated from the hantavirus-hit MV Hondius cruise ship has departed Tenerife for a hospital in Madrid. Spanish passengers began arriving on shore on Sunday morning, with nationals from other countries to follow. Follow our live blog for all the latest updates.
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2026-05-10 05:37:48 (4 days ago)
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2026-05-10 05:33:06 (4 days ago)
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2026-05-10 05:29:05 (4 days ago)
Como ataques dos EUA no Caribe estão mudando as rotas do narcotráfico na região

Ataques dos Estados Unidos contra barcos no Caribe
Reuters via BBC
Os ataques dos Estados Unidos contra barcos no Caribe começam a trazer efeitos visíveis, mas não necessariamente os desejados.
Aparentemente, a quantidade de droga que sai diretamente da Venezuela teria diminuído. Mas especialistas alertam que o tráfico não está se reduzindo, mas sim sendo levado por outras rotas e métodos de mais difícil detecção.
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A Venezuela é um dos principais pontos de saída de cocaína da América do Sul há décadas. Isso se deve à sua posição geográfica estratégica e à sua proximidade, tanto dos países produtores como a Colômbia e o Peru, quanto dos grandes mercados consumidores nos Estados Unidos e na Europa.
Mas a recente intensificação das operações americanas no Caribe, com interceptações e até ataques a embarcações suspeitas de narcotráfico, aumentou significativamente o risco de operação no litoral venezuelano.
E esta mudança está levando o tráfico para outros países da região, segundo os especialistas.
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Em setembro de 2025, Washington reforçou sua presença naval no Caribe, sob o pretexto de lançar uma nova campanha contra o narcotráfico, liderada pelo Comando Sul dos Estados Unidos.
Desde então, o exército americano realizou dezenas de ataques contra embarcações suspeitas, no mar do Caribe e no Oceano Pacífico. Foram cerca de 45 operações registradas até março de 2026, que deixaram mais de 150 mortos.
Os funcionários americanos apresentam estas ações como parte da luta antidrogas, mas alguns analistas destacam que elas também tiveram objetivos políticos.
As operações militares coincidiram com a escalada das tensões entre os Estados Unidos e o governo da Venezuela, que culminou em janeiro de 2026 com a captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro. Ele foi deposto e levado para Nova York, nos EUA, para responder a acusações de prática de narcotráfico.
Especialistas legais e organismos internacionais questionaram a legalidade destas operações. Eles destacam que as ações americanas podem ter violado normas do direito internacional e constituir uso extrajudicial da força.
Mesmo com esta campanha agressiva, o diretor do programa de supervisão de defesa do Escritório de Washington para a América Latina, Adam Isacson, afirma que o fluxo de drogas para os Estados Unidos não diminuiu.
Na verdade, ele declarou que os dados fornecidos pelas autoridades de fronteira americanas demonstram que, nos sete meses que se passaram desde o início dos ataques às lanchas, foi detectada uma quantidade ligeiramente maior de cocaína que nos sete meses anteriores.
"Isso significa que a cocaína está chegando aos Estados Unidos, independentemente dos ataques", afirmou ele à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC).
"O fato de que o Comando Sul tenha destruído diversas embarcações nos últimos meses parece indicar que eles continuam observando quase o mesmo nível de tráfico por esta via do que antes."
"Não estamos observando uma redução real, mas sim, provavelmente, menos visibilidade, devido à mudança de táticas", explica Isacson.
Outras rotas
O pesquisador Alex Papadovassilakis, jornalista da organização InSight Crime, afirma que, no momento, não há evidências de que o fluxo de cocaína no Caribe tenha sido reduzido.
"Não observamos nenhuma prova de redução sustentada do transporte de cocaína através da região como um todo", declarou ele à BBC.
A equipe da InSight Crime consultou fontes em países importantes de trânsito da droga, como a Venezuela, República Dominicana, Trinidad e Tobago e várias ilhas do Caribe, para analisar o impacto das operações americanas.
Especialistas indicam que o uso de embarcações semissubmersíveis não tripuladas vem aumentando nos últimos anos
Assessoria de Imprensa da Marinha da Colômbia via BBC
A partir deste trabalho, iniciado após o primeiro ataque americano no início de setembro, eles concluíram que o impacto existe, mas é limitado e muito localizado.
Os ataques se concentraram principalmente em lanchas rápidas, que operam no corredor marítimo entre a Venezuela e as ilhas próximas. E a possibilidade de um ataque letal, sem dúvida, representa um novo fator de dissuasão para os traficantes, aumentando o risco de uso deste método naquela rota específica.
Mas Papadovassilakis alerta que o narcotráfico não depende de uma única via e afirma que há indícios que apontam mais para um deslocamento do que para uma interrupção do tráfico.
"Uma das coisas que vimos desde que começaram os ataques é que houve um aumento de voos não registrados se dirigindo para leste, através do espaço aéreo da Guiana", explica ele.
"Isso poderia indicar um aumento dos voos com drogas que saem da Venezuela e se dirigem para a Guiana, Suriname ou Brasil, que é uma rota de saída comum para os carregamentos de cocaína com destino à Europa."
Papadovassilakis afirma que outro foco no qual se observou aumento do tráfico é a Amazônia, entre a Colômbia e a Venezuela.
Trata-se de uma região com extensa rede de rios e densa vegetação, o que transforma a floresta em um corredor ideal para o transporte de drogas de forma discreta.
"Se atacarmos uma única forma de transporte em uma rota específica, é possível fechar uma porta", afirma ele. "Mas ficam abertas muitas outras portas, que as redes criminosas podem explorar simplesmente desviando as remessas por outros caminhos."
O pesquisador também destaca que, mesmo antes do início dos ataques americanos no Caribe, a maior parte da droga que chegava aos Estados Unidos já transitava pelo Pacífico, não pelo Caribe. E grande parte desse tráfico é transportado em contêineres dentro de navios comerciais, um método que não foi afetado pelas operações americanas.
Diversificação de táticas
Mas a mudança não é apenas geográfica. Foi preciso também diversificar as táticas.
Adam Isacson, do Escritório de Washington para a América Latina, afirma que os narcotraficantes possivelmente estão empregando uma quantidade maior de pequenas embarcações, fazendo paradas ao longo da costa em países centro-americanos, como a Costa Rica.
Especialistas afirmam que os grupos criminosos vêm cada vez mais experimentando novos métodos e camuflando a cocaína em carregamentos legais
Getty Images via BBC
"Eles também podem ter aumentado o uso de contêineres de carga, como os utilizados para transportar a droga em direção à Europa, bem como de rotas terrestres", explica Isacson.
"Eles podem estar usando mais narcossubmarinos semissubmersíveis, torpedos operados por drones e até aeronaves."
Os narcossubmarinos são veículos semissubmersíveis que ficam pouco abaixo da superfície da água e permitem o transporte de toneladas de drogas a longa distância, com menos risco de interceptação.
Este tipo de embarcação costuma ser utilizado para tentar transportar cocaína através do Oceano Atlântico, a partir da América do Sul. Ela se consolidou como alternativa às lanchas rápidas.
Mas Isacson destaca que o método mais comum ainda é o conhecido em inglês como rip-on/rip-off. Nele, a cocaína é colocada nos contêineres depois de passar pelos controles de segurança dos portos e retirada pouco antes de chegar ao seu destino.
Isso permite que as redes criminosas evitem a detecção da droga, sem precisar recorrer a técnicas mais complexas.
Ainda assim, ele explica que os grupos criminosos estão fazendo cada vez mais experiências com métodos químicos avançados, como cocaína camuflada em carregamentos legais, dissolvida em líquidos ou misturada com cimentos ou metais, que são de mais difícil detecção.
Para o analista do centro de estudos Atlantic Council, Geoff Ramsey, uma das principais dificuldades para avaliar o impacto das operações dos Estados Unidos no Caribe é a falta de dados sólidos. Mas ele concorda que a maior parte do narcotráfico continua se movendo através de carregamentos maiores e menos visíveis.
"É difícil ter uma imagem completa do impacto destas operações, sem entender quanta cocaína está sendo transportada fora destas pequenas embarcações, especialmente no comércio marítimo tradicional", explica ele.
'Aplica pressão, mas não é a solução'
Os especialistas concordam que as operações no Caribe não estão atingindo o núcleo do narcotráfico.
"Em última análise, trata-se mais de enviar uma mensagem do que deter totalmente o fluxo de drogas", destaca Ramsey.
Isacson vai mais além e descreve as operações americanas como "um incômodo menor" para as redes criminosas, que contam com margens suficientes para se adaptar, assumir maiores riscos e redirecionar seus embarques.
O analista Geoff Ramsey afirma que o narcotráfico prospera graças à 'cumplicidade não investigada, nem punida, entre os funcionários [públicos] e as redes criminosas'
Getty Images via BBC
A ênfase no Caribe também pode fazer com que rotas mais importantes sejam ignoradas.
Antes mesmo do início da campanha, apenas cerca de 20% da cocaína com destino aos Estados Unidos transitavam por aquela região, enquanto a maior parte seguia pelo Pacífico.
"Isso aplica pressão, mas não é a solução", resume Isacson, citando autoridades militares americanas.
A longo prazo, ambos concordam que o problema é estrutural e exige outro tipo de resposta.
Ramsey indica a necessidade de reforçar os controles sobre o comércio marítimo e a cooperação internacional, enquanto Isacson situa o foco na corrupção. Para ele, "o narcotráfico prospera graças à cumplicidade não investigada, nem punida, entre os funcionários [públicos] e as redes criminosas".
Ele destaca ainda que, em países como a Venezuela, existem pontos fundamentais, como estradas, rios e zonas de trânsito, que poderiam ser controlados, mas o conluio entre funcionários e as redes criminosas facilita a passagem da droga.
Sem abordar estes fatores, as rotas poderão mudar, mas o fluxo dificilmente será detido, segundo os especialistas.
Al Jazeera - Top Stories
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2026-05-10 05:20:15 (4 days ago)
AFC Asian Cup 2027: Japan to face defending champions Qatar in tough draw
Saudi Arabia will host the 2027 tournament from January 7 to February 5 and will face Palestine, Kuwait and Oman.
Globo News - Mundo
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2026-05-10 05:08:19 (4 days ago)
Surto de hantavírus: MAPA mostra rota de cruzeiro e cronologia da crise sanitária

Passageiros do MV Hondius começam a desembarcar
REUTERS/Hannah McKay
Um surto causado por uma cepa rara do hantavírus, transmitida entre humanos, atingiu um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico, causando mortes, embates diplomáticos e uma crise sanitária acompanhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
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Neste domingo (10), passageiros do MV Hondius desembarcaram nas Ilhas Canárias, na Espanha, a partir das 4h no horário de Brasília (8h no horário local).
Horas antes da operação, o governo local afirmou que não iria autorizar a ancoragem do cruzeiro. Mesmo após a resistência, a Espanha determinou o desembarque no local, por motivos de segurança marítima e necessidade de assistência sanitária a bordo.
Após mais de um mês de viagem desde a saída de Ushuaia, no extremo sul da Argentina, todos os passageiros e parte da tripulação deverão ser retirados do navio e encaminhados diretamente para voos de repatriação, segundo a operadora Oceanwide Expeditions.
A Unidade Militar de Emergências da Espanha (UME) é responsável por levar os passageiros ao aeroporto de Tenerife-Sul, nas Ilhas Canárias. De acordo com a imprensa espanhola, o governo espanhol recorreu aos militares após a recusa de empresas locais em fazer o traslado.
Veja, abaixo, a linha do tempo da crise:
Mapa mostra rota do cruzeiro e cronologia da crise sanitária.
Arte/g1
Cepa de hantavírus identificada em navio de cruzeiro é 'pouco comum' e tem transmissão entre humanos
O que é o hantavírus, que causou mortes em cruzeiro
Imagem aérea mostra o navio de cruzeiro MV Hondius, onde três pessoas morreram com suspeita de contaminação por hantavirus.
AFP
🔎 Os passageiros viajavam no navio de cruzeiro MV Hondius, da empresa holandesa Oceanwide Expeditions. Segundo o itinerário divulgado, o cruzeiro partiu de Ushuaia, na Argentina, e originalmente deveria terminar em Cabo Verde. Duas pessoas morreram a bordo e uma após deixar o cruzeiro. A Organização Mundial da Saúde confirmou infecções por hantavírus entre passageiros.
🔎 Os hantavírus são transmitidos principalmente por roedores infectados e podem causar problemas respiratórios e cardíacos, além de febres hemorrágicas. Leia mais aqui sobre o vírus.
Autoridades confirmam cepa andina de hantavírus transmissível entre humanos em passageiros
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Autoridades confirmam cepa andina de hantavírus transmissível entre humanos em passageiros de cruzeiro
'Não levaram o problema a sério suficiente', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus
Times of Israel - World News
Times of Israel - World News
2026-05-10 05:07:42 (4 days ago)
2026 ‘most violent year in recent memory’ for Canada’s Jews, B’nai Brith warns
Country has already seen 11 violent attacks this year, surpassing the total for all of 2025: 'A crisis of antisemitism that has spiraled out of control'
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France 24 - World News
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2026-05-10 05:02:04 (4 days ago)
Starmer vows to stay on after local elections deliver losses for Labour
Keir Starmer vowed Friday to remain as Britain's prime minister after disastrous local elections saw his centre-left Labour party humiliated across the UK, with disillusioned voters backing hard-right and nationalist parties. Thursday's ballots – Starmer's biggest electoral test since Labour ousted the Conservatives in 2024 – left the British leader under intense pressure after the party suffered a historic mauling in its Welsh heartlands.
New York Times - World News
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2026-05-10 05:01:27 (4 days ago)
Mass Layoffs in Iran as Businesses Buckle Under Wartime Pressures
Iran was already struggling economically before 2026 brought widespread instability. A government-imposed internet shutdown has crippled an entire sector.
Washington Post - World News
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2026-05-10 05:00:53 (4 days ago)
She fled genital mutilation in Togo. The U.S. deported her.
A judge ruled that the woman should not be deported there, so the Trump administration sent her to Ghana — which returned her to Togo.
Current Page: 300