France 24 - World News
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2026-05-11 15:48:04 (4 days ago)
‘Plandemic, Covid 2.0’: Fact-checking viral conspiracy theories about Hantavirus
As the world saw with COVID-19, the only thing that spreads faster than a virus is misinformation, and Hantavirus is no exception. Despite only a few confirmed cases, conspiracy theories have swirled on social media falsely claiming Hantavirus is a planned pandemic, or a ploy to disrupt the US midterm elections. Others alleged it's a "bioweapon" created by big pharma to “poison” people or even that it's a side effect of the Pfizer COVID-19 vaccine.
New York Times - World News
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2026-05-11 15:47:00 (4 days ago)
How to Win Eurovision With Just a Few Hundred Voters
Exclusive voting data shows that, despite Eurovision’s assurances, an Israeli campaign could easily have influenced last year’s contest.
Fox News - Top Stories
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2026-05-11 15:46:34 (4 days ago)
Maine progressive says he won’t back Schumer even after Democrats unite behind Collins challenger
Democrat Graham Platner says he won't back Schumer as Senate leader despite a cordial call, as he gears up to challenge Sen. Collins in Maine.
Times of India
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2026-05-11 15:43:24 (4 days ago)
Donald Trump 'seriously considering' making Venezuela the 51st state of US
Times of India
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2026-05-11 15:41:51 (4 days ago)
CBC News - Top Stories
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2026-05-11 15:41:27 (4 days ago)
Ontario Nurses' Association launching constitutional challenge over lack of right to strike

The Ontario Nurses' Association is launching a constitutional challenge of a law that prevents them from taking any form of job action during the bargaining process, a move hospitals are calling deeply troubling.
Globo News - Mundo
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2026-05-11 15:40:22 (4 days ago)
Europa impõe sanções à Rússia por sequestro e deportação em massa de crianças ucranianas

Uma criança ucraniana está ao lado de milhares de ursinhos de pelúcia, simbolizando os sequestros de crianças ucranianas pela Rússia , durante uma manifestação em Washington em 23 de abril.
REUTERS/Kevin Lamarque
A União Europeia aprovou nesta segunda‑feira (11) novas sanções contra autoridades e instituições acusadas de envolvimento na deportação em massa de crianças ucranianas para a Rússia e para territórios sob ocupação russa.
Governos europeus e organismos internacionais classificam essa prática como uma das mais graves violações de direitos humanos cometidas no contexto da guerra em curso. Segundo as acusações, indivíduos e entidades russas estariam colocando essas crianças para adoção ou forçando muitas delas a mudar sua identidade.
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Na Ucrânia, o destino de mais de 20 mil crianças ucranianas deportadas pela Rússia é motivo de preocupação diária, e os relatos dos menores que conseguiram escapar alertam para a propaganda a que foram submetidas, como Ilya, natural de Mariupol, que tinha 9 anos quando os russos o levaram à força para a cidade ocupada de Donetsk.
“Eles tentaram me transformar em um instrumento de propaganda. Me ensinaram a escrever em russo e, um dia, meu médico veio me ver e me disse que agora eu não poderia mais dizer ‘Glória à Ucrânia’, mas sim ‘Glória à Ucrânia que faz parte integrante da Rússia’”, conta o menino.
“Eles não se lembram mais da Ucrânia” Ilya faz parte dos poucos que conseguiram voltar. Sua avó conseguiu resgatá-lo em 2023. Mas, para milhares de outras crianças, o tempo está se esgotando, afirma Mariana Betsa, vice-ministra das Relações Exteriores.
“É urgente agir. Essas crianças, que tinham dois anos em 2022 e hoje têm seis, tiveram seus dados pessoais alterados e não se lembram mais da Ucrânia. É uma tragédia humana. O tempo é curto e precisamos agir o mais rápido possível, por todos os meios diplomáticos, jurídicos e políticos disponíveis para recuperar essas crianças”, alerta ela.
Sanções
As sanções também atingiram sete centros suspeitos de doutrinar as crianças ou treiná-las para servir nas forças armadas, seja para a Rússia, seja para milícias pró-russas dentro da Ucrânia.
A sede da UE afirmou que as medidas visam “aqueles responsáveis pela deportação sistemática ilegal, transferência forçada, assimilação forçada – incluindo doutrinação e educação militarizada – de menores ucranianos, bem como sua adoção ilegal e remoção para a Federação Russa e para territórios temporariamente ocupados”.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky saudou a decisão.
“Precisamos continuar trabalhando juntos para trazer todas as crianças ucranianas de volta para casa e garantir que todos os responsáveis por esses crimes sejam responsabilizados”, reagiu nas redes sociais.
As medidas atingem 16 indivíduos e sete entidades, incluindo responsáveis por acampamentos infantis, representantes governamentais e oficiais militares envolvidos na transferência forçada de menores e em programas de reeducação ideológica.
Com isso, o número total de pessoas e organizações sancionadas pela UE por esse sistema ultrapassa 130, todas sujeitas a congelamento de bens e proibição de entrada no bloco.
Segundo o Conselho da União Europeia, os acusados foram incluídos na lista por seu papel em um processo descrito como “sistemático” de deportação ilegal, transferência forçada e assimilação de crianças ucranianas, incluindo doutrinação política e educação militarizada.
O bloco denuncia ainda a adoção irregular dessas crianças por famílias russas e sua remoção para dentro do território da Federação Russa ou para zonas ocupadas na Ucrânia.
Desde o início da invasão em larga escala, em fevereiro de 2022, cerca de 20.500 crianças foram deportadas ilegalmente ou transferidas à força para a Rússia ou para territórios ucranianos controlados por Moscou no leste do país, segundo estimativas europeias.
Autoridades afirmam que muitas perdem sua identidade original nesse processo: recebem passaportes russos, têm seus nomes alterados e são integradas a programas educacionais destinados a alinhar suas visões políticas à narrativa do Kremlin.
Entre as entidades sancionadas estão organizações ligadas ao Ministério da Educação russo e estruturas localizadas na Crimeia ocupada pelos russos, como escolas navais, clubes patrióticos e acampamentos juvenis, onde os menores são expostos a eventos patrióticos, instrução política e práticas associadas à cultura militar russa.
Moldar a "visão política" das crianças Entre os nomes incluídos na lista está Lilya Shvetsova, diretora de um acampamento infantil conhecido como “Cravo Vermelho”, na Crimeia ocupada. De acordo com a União Europeia, ela supervisionava atividades destinadas a moldar as visões políticas e ideológicas das crianças presentes no local, inclusive menores transferidos da Ucrânia.
A adoção das sanções ocorreu em um momento de intensificação da pressão internacional sobre Moscou. No mesmo dia, Bruxelas sediou uma reunião da Coalizão Internacional para o Retorno das Crianças Ucranianas, iniciativa que reúne dezenas de países com o objetivo de coordenar esforços para localizar, identificar e repatriar os menores levados à força.
Apesar dessas iniciativas, o avanço tem sido limitado. Cerca de 2.200 crianças foram devolvidas à Ucrânia até agora, número considerado baixo diante da escala do problema. Especialistas destacam que a identificação dos menores é particularmente difícil nos casos de crianças muito pequenas, que podem perder rapidamente referências familiares, além de sofrer alterações de nome e nacionalidade.
O processo de retorno também envolve desafios psicológicos e sociais. Muitas das crianças passaram anos afastadas de suas famílias e submetidas a programas de assimilação, o que exige estruturas complexas de reintegração quando retornam à Ucrânia.
Gravidade das acusações
A gravidade das acusações tem levado líderes europeus a enquadrar essas práticas dentro das categorias mais severas do direito internacional. A ministra das Relações Exteriores da Letônia, Baiba Braže, afirmou que a política pode se encaixar em elementos definidos na Convenção sobre Genocídio, especialmente pela tentativa de apagar a identidade de um grupo nacional.
O caso já é alvo de investigação internacional.
Em março de 2023, o Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra o presidente russo, Vladimir Putin, acusando-o de responsabilidade direta na deportação ilegal de crianças ucranianas.
Além disso, um relatório recente de uma comissão das Nações Unidas concluiu que essas transferências forçadas podem constituir crimes contra a humanidade, destacando seu caráter coordenado e a dificuldade sistemática de reunificação das famílias.
As sanções aprovadas nesta segunda-feira fazem parte de uma estratégia mais ampla da União Europeia para aumentar o custo político e econômico dessas ações e reforçar a responsabilização internacional.
Ao mesmo tempo, o bloco busca intensificar a cooperação com parceiros para rastrear o paradeiro das crianças e garantir sua devolução, num esforço que autoridades descrevem como urgente tanto do ponto de vista humanitário quanto jurídico.
Fox News - Top Stories
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2026-05-11 15:40:11 (4 days ago)
Paige Spiranac and her mom light up the internet ahead of the PGA Championship while the NFL schedule release kicks off a busy content week.
New York Times - World News
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2026-05-11 15:38:40 (4 days ago)
Thailand’s Thaksin Shinawatra Is Out of Prison. What Will He Do Now?
Mr. Thaksin has long been a foil to Thailand’s conservative establishment. He still holds significant influence, with his political party a member of the governing coalition.
Fox News - Video
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2026-05-11 15:35:57 (4 days ago)
Graham Platner not worried about Republican attacks over his controversial comments and tattoo: 'I'm pretty sure I can handle it.'
Le Monde - World News
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2026-05-11 15:35:09 (4 days ago)
Israeli soldiers will spend time in prison for desecrating Virgin Mary statue in Lebanon
An Israeli soldier had taken a photo of another soldier sticking a cigarette in the mouth of the statue, which went viral and has since sparked widespread outrage. Israel's military said the soldier posing would get 21 days in military prison and the soldier who photographed it would get 14.
France 24 - World News
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2026-05-11 15:34:36 (4 days ago)
As Hungary’s new PM, Magyar’s hunt for Orban’s protégés has already begun
Peter Magyar had only been Hungary’s prime minister for a few minutes on Saturday before he turned to the country’s president, renewing calls for him to resign. The move is the clearest sign yet that the new leader intends to make good on his promise to rid the country of Viktor Orban’s vast network of loyalists. Analysts say those who benefited from the former system should be “very afraid”.
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