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RT News - Top Stories

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2026-06-28 02:29:49 (4 days ago)

AI voice rights for Peppa Pig child actors come under scrutiny – media

Preview Hasbro is reportedly seeking AI voice rights from Peppa Pig child actors, prompting criticism over consent and child performer protections
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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-06-28 02:20:49 (4 days ago)

Rugby: Toulouse beats Montpellier to win fouth consecutive Top 14 title

Toulouse clinched a ⁠fourth consecutive ​Top 14 title on Saturday with a 28-20 victory over Montpellier in ​the French championship final at the Stade de France, a match briefly halted for several minutes due to violent thunderstorms. 

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Times of India

Times of India

2026-06-28 02:16:54 (4 days ago)

Watch: Joe Biden struggles to find stage exit after speech targeting Donald Trump

Former President Joe Biden delivered a strong speech attacking Donald Trump at a Maryland summit, criticizing his policies and calling them "vanity projects" and corrupt. The 83-year-old, who relied on a teleprompter and coughed during his remarks, also appeared to briefly search for the correct exit from the stage. This follows another recent on-stage moment where he seemed disoriented.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-06-28 02:14:45 (4 days ago)

Iran war day 121: Iran attacks Bahrain, Kuwait as US strikes near Hormuz

US strikes Iran for a second day near Strait of Hormuz as Bahrain sounds sirens and Kuwait activates air defences.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-06-28 02:13:01 (4 days ago)

Which teams are in World Cup last-32 knockouts, and what is the schedule?

All the qualified teams and match schedule for the round of 32 at the 2026 FIFA World Cup, which begins on Sunday.

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BBC News - Science & Environment

BBC News - Science & Environment

2026-06-28 02:10:39 (4 days ago)

Zoo repopulating one of UK's rarest butterflies

Dartmoor Zoo hopes to repopulate rare black-veined white butterflies in the UK.

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BBC News - Science & Environment

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2026-06-28 02:07:52 (4 days ago)

'Lost' ant species reintroduced to woodland

Southern red wood ants are considered a keystone species, benefiting the ecosystems around them.

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BBC News - Science & Environment

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2026-06-28 02:07:05 (4 days ago)

Why some trees might fall during extreme heat

Scientists are studying how trees respond to hotter, drier conditions caused by climate change.

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Al Jazeera - Top Stories

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2026-06-28 02:00:22 (4 days ago)

Which teams have qualified for the World Cup 2026 knockouts, round of 32?

The 2026 FIFA World Cup knockout stage format, criteria and rules for qualification. Find out who's in and who's out.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-06-28 02:00:16 (4 days ago)

O paradoxo dos impostos na América Latina: quem tem menos paga mais


Grosso da arrecadação na América Latina é bancado pelos mais pobres, aponta Oxfam Eva Usi/DW Ao priorizar a tributação do consumo em vez da renda, governos da região perpetuam a desigualdade, em vez de reduzi-la, apontam especialistas. Os impostos financiam escolas, hospitais, estradas e aposentadorias e, em teoria, também deveriam ajudar a diminuir as desigualdades. No entanto, na América Latina — uma das regiões mais desiguais do mundo —, os sistemas tributários parecem não cumprir esse papel. "Na América Latina e no Caribe, a política fiscal arrecada pouco, de forma injusta, e aprofunda a extrema desigualdade", afirma a Oxfam em sua publicação Riqueza sem controle, democracia em risco: por que a América Latina e o Caribe precisam de um novo pacto fiscal. Segundo a organização internacional de combate à pobreza, "a estrutura tributária funciona de maneira contrária ao que deveria: desperdiça seu potencial de redistribuição e protege aqueles que mais têm". Para Verónica Paz Arauco, diretora de programas da Oxfam na região, o resultado é evidente: "Hoje, quem sustenta o sistema tributário são, proporcionalmente, os que menos têm", afirma à DW. "Os lares de baixa e média renda o financiam principalmente por meio de impostos sobre o consumo", explica. "Enquanto uma pessoa pertencente aos 50% mais pobres pode destinar cerca de 45% de sua renda ao pagamento de impostos, o 1% mais rico contribui com menos de 20%", critica. Impostos arrecadados em relação ao PIB divulgação/DW O gráfico acima, que mostra a participação da arrecadação tributária no Produto Interno Bruto (PIB) dos países da América Latina e do Caribe, revela outra desigualdade: em comparação com os países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como o “clube dos países ricos”, a região arrecada significativamente menos impostos. A diferença é ainda mais evidente quando comparada às nações que lideram o Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD): Islândia, Dinamarca, Noruega, Suíça, Holanda, Bélgica, Finlândia, Alemanha, Irlanda e Suécia. Nesses países, a participação dos impostos no PIB supera 35% e chega a cerca de 45% na Dinamarca. As únicas exceções são a Suíça (27,2%) e a Irlanda (21,7%). Quem tem mais paga menos Boa parte da arrecadação fiscal na América Latina vem de impostos sobre o consumo, enquanto tributos sobre renda, lucros e patrimônio têm um peso muito menor. Em outras palavras, a região tributa mais o consumo do dia a dia do que as grandes rendas e fortunas. "As famílias de menor renda têm menos poupança, por isso destinam proporcionalmente mais de sua renda ao consumo. Isso faz com que os impostos sobre o consumo tenham um efeito regressivo", explica, em entrevista à DW, Ricardo Cantú Calderón, pesquisador do Centro de Investigação Econômica e Orçamentária (CIEP), no México. "A tributação se baseia em impostos que aprofundam a desigualdade", afirma à DW, no mesmo sentido, a economista María Julia Eliosoff, diretora de projetos econômicos da Fundação Friedrich Ebert na Argentina. Trata-se de "uma situação de injustiça muito clara", avalia. No entanto, esse desequilíbrio não se explica apenas pelo fato de que quem tem menos destina uma parte maior de sua renda ao pagamento de impostos. Também pesa a forma como as rendas mais altas e o patrimônio são tributados — ou deixam de ser. "Uma parte importante da renda das pessoas mais ricas vem do capital, que continua sendo insuficientemente tributado, e existem amplos benefícios fiscais", aponta Verónica Paz Arauco, da Oxfam. Cantú Calderón, do CIEP, concorda e acrescenta que pessoas com grandes patrimônios podem recorrer a estratégias financeiras que lhes permitem obter tratamentos tributários mais favoráveis. Eliosoff concorda e destaca que a arrecadação sobre o patrimônio é quase inexistente na região. Mas aumentar a tributação sobre quem ganha mais não poderia desestimular o investimento e comprometer o crescimento, como argumentam alguns? Para Cantú, essa ideia “não tem muito fundamento”. “No curto prazo, os investidores reagem, mas no longo prazo isso se ajusta”, afirma. Economia informal também é desafio para a arrecadação A esse cenário soma-se outro desafio estrutural da região: a alta informalidade no mercado de trabalho. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), praticamente um em cada dois trabalhadores da América Latina e do Caribe (46,7%) atuava na informalidade no primeiro semestre de 2025. "Essa situação limita a arrecadação, especialmente em impostos diretos e contribuições sociais, e empurra os Estados a depender mais de impostos indiretos como o IVA [Imposto sobre Valor Agregado de produtos e serviços]", afirma Arauco, da Oxfam. O peso das grandes fortunas O debate sobre quem paga impostos ganha outra dimensão quando se observa a concentração de riqueza. A fortuna conjunta dos bilionários da América Latina e do Caribe chega a 622,9 bilhões de dólares — valor quase equivalente ao PIB combinado de Chile e Peru. Dados da Oxfam indicam ainda que, neste século, a riqueza desse pequeno grupo cresceu 16 vezes mais rápido do que a economia da região. Bilionários na América Latina e Caribe divulgação/DW Arauco, da Oxfam, explica que a ausência de tributação — ou a tributação insuficiente — sobre a riqueza acumulada pelos mais ricos se reflete diretamente na falta de recursos para serviços públicos essenciais, como saúde, educação e sistemas de cuidado. Como tornar o sistema tributário mais justo? "A chave não é eliminar os impostos sobre o consumo, mas garantir que sejam os melhores possíveis", sustenta em entrevista à DW Julián Folgar, economista do Banco Mundial para a Argentina e professor de Finanças Públicas. "Reformas que ampliem a base tributária, reduzam tratamentos preferenciais injustificados e melhorem o cumprimento das regras podem gerar ganhos simultâneos em equidade, eficiência e arrecadação", detalha. O desafio para a América Latina, portanto, não é apenas arrecadar mais, mas construir sistemas tributários mais progressivos, capazes de reduzir as desigualdades sem comprometer o crescimento econômico. No fim, o debate não se resume a quanto arrecadar, mas também a quem paga essa conta.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-06-28 02:00:02 (4 days ago)

‘Hearty fare, red gingham tablecloths and chalkboard menus’: my search for the perfect bouchon in Lyon

These traditional restaurants are the culinary backbone of this gastronomic capital, but finding the real deal means tackling offal – and red wine – for breakfast

I first went to a bouchon as a 20-year-old Erasmus student. I’d accidentally ended up spending a semester of my year abroad in the Auvergne countryside, which meant every weekend I’d thumb a ride to the nearest big city – Lyon. I didn’t know much about Lyon, except that it was famous for its food – in particular the hearty fare served up at these traditional restaurants with their red gingham tablecloths and chalkboard menus. So when I found myself eating stringy, overpriced beef muscle that cost more than my night at a hostel, I wondered what the hype was about.

But after nearly five years living in the city, I’ve now learned how to avoid the tourist traps (which largely line Vieux Lyon between souvenir shops selling fridge magnets and sweet shops). Historically, most bouchons weren’t in Lyon’s old town anyway, writes Yves Rouèche in Histoire(s) De La Gastronomie Lyonnaise, but in the neighbourhoods of Vaise, Croix-Rousse and La Guillotière, the gateways to the city in the Renaissance period where merchants and travellers stopped for the night.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-06-28 02:00:01 (4 days ago)

Will Andy Burnham ‘go big’ in expanding the role of the state?

In the first of a series on nationalisation, we look at the critical tests ahead for the PM-in-waiting, from choosing a chancellor to the future of Thames Water

As he swept towards victory in the Makerfield byelection, Andy Burnham told voters he wanted to see “the essentials of life being run primarily for the public interest, not for the private interests”.

Citing the Bee Network of buses and trams across Manchester city region, brought together on his watch, Burnham repeatedly highlighted the need for more “public control” over the necessities of life. Water, energy, transport and housing are at the top of his list.

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