Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-03 23:31:37 (6 days ago)
Ahead of Morocco vs Canada at the World Cup, comparisons arise with the 2022 team
Despite the ups and downs between the two World Cups, Morocco have once again risen as the top Arab and African team.
South China Morning Post - World News
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2026-07-03 23:30:53 (6 days ago)
Heatwave upends Fourth of July events across US, strains power grids
A dangerous heatwave upended Fourth of July celebrations across swathes of the central and eastern United States on Friday, forcing officials in the nation’s capital and elsewhere to cancel or postpone dozens of parades, concerts and fireworks displays. Among the events disrupted by the sweltering heat was the Great American State Fair on the National Mall in Washington, a centrepiece of President Donald Trump’s efforts to mark the nation’s 250th birthday. The fair, designed to showcase all 50...
Times of Israel - World News
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2026-07-03 23:28:00 (6 days ago)
Netanyahu’s office says he spoke with Trump, agreed to meet soon
PM congratulates US president on the country's 250th Independence Day amid tensions over Washington's ongoing negotiations with Iran
The post Netanyahu’s office says he spoke with Trump, agreed to meet soon appeared first on The Times of Israel.

Times of India
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2026-07-03 23:21:11 (6 days ago)
Watch: Passenger's view of Boeing 777 engine on fire while in air goes viral
A video of a Boeing 777 engine failure, widely shared as recent, actually dates back to February 2021. United Airlines Flight 328 from Denver to Honolulu experienced a catastrophic engine failure shortly after takeoff, forcing an emergency landing. Miraculously, all 241 people aboard and on the ground were safe, though debris rained down on a Colorado town. Investigations by the FAA and NTSB followed this harrowing incident.
Times of India
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2026-07-03 23:17:10 (6 days ago)
Watch: 'Death to America, Israel' chants echo as Ayatollah Ali Khamenei's funeral begins
RT News - Top Stories
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2026-07-03 23:05:55 (6 days ago)
Trump warns of ‘communist menace’ in 250th US anniversary speech (VIDEO)
President Trump has delivered a speech from Mount Rushmore as the country marks the 250th anniversary of the Declaration of Independence
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Globo News - Mundo
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2026-07-03 23:00:57 (6 days ago)
França e Marrocos entram em campo neste sábado pela Copa do Mundo; veja horários e onde assistir

França entre em campo neste sábado pelas oitavas de final da Copa do Mundo.
MAGN IMAGES via Reuters/Vincent Carchietta
Após alguns jogos drmáticos e partidas decidias no detalhe, começa neste sábado (4) as oitvas de final da Copa do Mundo de 2026. Para abrir a nova fase, teremos Canadá x Marrocos e Paraguai x França. (Confira mais informações abaixo)
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Onde assistir à Copa do Mundo?
Tempo Real: o ge acompanha todos os lances da partida.
Transmissão: TV Globo, Globoplay, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV.
Quem joga neste sábado (4), que horas e onde assistir?
Canadá x Marrocos
Horário: 14h (de Brasília)
Local: NRG Stadium, Houston, Estados Unidos
Transmissão: CazéTV
Paraguai x França
Horário: 18h (de Brasília)
Local: Lincoln Financial Field, Filadélfia, Estados Unidos
Transmissão: Globo, SporTV, GETV, Nsports, SBT e CazéTV
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Sobre a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026 será a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades receberão partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.
Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar:
Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final).
México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca).
Canadá: 13 jogos.
Globo News - Mundo
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2026-07-03 23:00:44 (6 days ago)
Trump transforma aniversário dos EUA em vitrine política, e festa de 250 anos expõe divisão do país

O presidente dos EUA, Donald Trump, gesticula ao chegar para discursar no Anfiteatro Burning Hills, no dia da inauguração da Biblioteca Presidencial Theodore Roosevelt, em Medora, Dakota do Norte, EUA, em 1º de julho de 2026
REUTERS/Evan Vucci
As comemorações pelos 250 anos da independência dos Estados Unidos, celebrados neste sábado (4), foram cercadas de pressões, conflitos e polêmicas antes mesmo de acontecerem.
O aniversário histórico, planejado durante quase uma década para servir como um momento de união nacional, transformou-se em uma disputa sobre quem tem o direito de definir a narrativa da história americana e o significado do patriotismo.
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O planejamento das celebrações começou em 2016, quando o Congresso criou a comissão bipartidária America250 para coordenar eventos em todo o país. A proposta previa uma programação nacional voltada à educação, à cultura e à participação popular.
O cenário mudou após o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Em janeiro de 2025, o presidente assinou um decreto criando a Freedom 250, grupo encarregado de organizar os principais eventos federais em Washington.
A decisão dividiu as comemorações em duas frentes:
Na capital americana, a Freedom 250 promoveu uma programação centrada na figura de Trump, com apresentações da Orquestra Conjunta das Forças Armadas, um grande show pirotécnico de 40 minutos e a previsão de lançar 850 mil fogos de artifício a partir de dez pontos da cidade.
Ao mesmo tempo, a America250 organizou, em Los Angeles, um espetáculo com foco na diversidade cultural, apresentado por Queen Latifah e com shows de Chris Stapleton, Chaka Khan e da banda Smashing Pumpkins.
Espelho d'água de Washington
REUTERS/Nathan Howard
Nos bastidores, porém, a relação entre os dois grupos foi marcada por conflitos. Integrantes das comissões relataram divergências sobre orçamento, programação, campanhas de divulgação e divisão de responsabilidades, segundo a agência Reuters.
As duas organizações promoveram concursos estudantis diferentes, disputaram patrocinadores privados, lançaram campanhas publicitárias próprias durante o Super Bowl e competiram pela atenção da imprensa.
A mudança também alterou os planos originalmente elaborados para Washington. Documentos preparados em 2024 previam um desfile com carros alegóricos representando diferentes comunidades, um festival cultural organizado pelo Smithsonian Institution e apresentações musicais espalhadas pelo país.
Após a criação da Freedom 250, parte dessas iniciativas foi substituída pela Great American State Fair, feira patriótica inaugurada por Trump. Pelo menos nove estados decidiram não participar diretamente do evento.
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'É uma festa do Trump, não dos Estados Unidos'
De acordo com Roberto Uebel, professor de Relações Internacionais da ESPM e coordenador do núcleo de estudos e negócios americanos da instituição, a mudança de tom da comemoração é algo inédito na história do país.
Historicamente, ele diz, associar grandes celebrações nacionais à imagem pessoal de um governante ou a um projeto político específico não é comum na política norte-americana, que costuma adotar um tom estritamente protocolar e institucional.
"Nos 200 anos da independência, em 1976, no pós-Guerra do Vietnã e durante a Guerra Fria, a festa foi muito protocolar, focada em destacar o papel dos Estados Unidos no mundo. O mesmo ocorreu no centenário, em 1876, sob a lógica da Doutrina Monroe e da ascensão do país como potência. Em nenhum desses momentos a figura do governante foi personificada”, disse o especialista.
No entanto, a efeméride dos 250 anos parece seguir um caminho diferente na história política do país. Uebel afirma que a tendência é que a comemoração seja marcada pelo apelo personalista do presidente.
Essa mudança de perspectiva e o tom mais personalista trazem reflexos para a projeção internacional do país. Embora os Estados Unidos ainda se projetem globalmente como uma superpotência nos aspectos político, econômico e cultural, as ações do segundo mandato de Trump colocam à prova os tradicionais valores norte-americanos de liberdade, individualidade, justiça e democracia, explica Uebel.
“A gente vê o Trump em evidência. Ele no passaporte, ele na moeda comemorativa, enfim, ele tenta trazer isso para si. É uma festa do Trump, não dos Estados Unidos”.
Segundo Uebel, esses valores passam a ser questionados pela comunidade internacional — incluindo potências rivais como Rússia e China, e até mesmo aliados históricos como a União Europeia e o Reino Unido.
A disputa pela narrativa da história americana
Desde a campanha presidencial de 2023, Trump prometia realizar uma celebração que duraria um ano inteiro e seria a maior festa de independência já promovida por um país. Após seu retorno à Casa Branca, o republicano transformou o aniversário de 250 anos em uma das principais vitrines de seu governo.
Além da feira nacional, Trump promoveu um desfile militar, um evento do UFC nos jardins da Casa Branca e passou a defender uma abordagem baseada no que chama de "história patriótica".
Evento 'UFC Freedom 250' na Casa Branca, em Washington D.C., nos Estados Unidos, na madrugada de 15 de junho de 2026.
Jacquelyn Martin/Pool via REUTERS
A estratégia provocou críticas de opositores e de integrantes da própria comissão criada pelo Congresso.
O senador democrata Alex Padilla afirmou que o presidente transformou o aniversário da independência em uma plataforma de promoção pessoal. “Ele não conseguiu evitar transformar o aniversário de 250 anos dos Estados Unidos em algo voltado para si mesmo", disse.
A disputa também chegou ao financiamento:
Embora o Congresso tenha aprovado US$ 150 milhões para a America250, a comissão recebeu apenas US$ 25 milhões dos US$ 50 milhões previstos para suas atividades ligadas aos eventos federais.
Ao mesmo tempo, pelo menos US$ 68 milhões foram destinados pelo governo à organização sem fins lucrativos responsável pela Freedom 250.
Empresas como Palantir, United Airlines, Deloitte, Boeing e UFC acabaram patrocinando as duas iniciativas, enquanto outras preferiram escolher apenas um dos lados.
A polarização atingiu ainda a programação cultural. A Freedom 250 anunciou inicialmente uma série de shows com artistas como Martina McBride, Young MC, Milli Vanilli e Bret Michaels, mas quase todos desistiram poucos dias depois. Alguns afirmaram ter sido pegos de surpresa pelo caráter político das apresentações.
Com as baixas, parte dos concertos foi cancelada e a programação acabou reformulada, passando a reunir artistas e personalidades mais alinhados ao universo conservador e ao governo Trump, como o cantor country Lee Greenwood, o tenor Christopher Macchio e a artista Alexis Wilkins, namorada do diretor do FBI, Kash Patel.
Polarização se aprofunda
As comemorações nacionais funcionam como um termômetro para avaliar o estado de uma nação, segundo o professor associado de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Oliver Stunkel. Ele explica que esses eventos acabam sendo "um espelho do presidente" e da narrativa dominante sobre o passado, o presente e o futuro do país, revelando muito sobre o cenário político atual.
Como exemplo prático dessa dinâmica, Stunkel aponta para a profunda polarização política observada nos Estados Unidos:
“As pesquisas de opinião mostram que cerca de 90% do eleitorado republicano diz sentir orgulho de ser americano. Entre os eleitores democratas, esse percentual é de aproximadamente 45%. Obviamente, o cenário provavelmente seria diferente se o país tivesse um presidente ou uma presidente do Partido Democrata. Isso mostra o grau de polarização vivido hoje pelos Estados Unidos”.
A contestação da narrativa histórica oficial dos Estados Unidos não é um fenômeno recente, segundo o professor. Ele lembra que, já no período pós-Guerra Civil, houve no Sul do país um esforço para idealizar a memória dos confederados, em alguns casos com a tentativa de apresentar a escravidão como uma instituição supostamente benigna.
Ele avalia que iniciativas como a Freedom 250 não se limitam à organização de eventos, mas expressam uma leitura específica do passado. “Esse projeto é totalmente uma interpretação da história alinhada ao trumpismo e utilizada como instrumento político”, afirma.
O professor também destaca que a divisão ultrapassa o campo institucional e atinge a percepção da sociedade. Para ele, os Estados Unidos vivem hoje um cenário de profunda divisão, com divergências sobre o passado, o presente e o futuro.
Estados tentam uma comemoração mais ampla
Enquanto Washington concentrava a disputa política, estados de diferentes regiões seguiram um caminho próprio.
Muitos preparavam suas comemorações havia anos, frequentemente com equipes reduzidas e orçamentos limitados. Em vez de concentrar as celebrações apenas na Revolução Americana, os governos locais decidiram destacar a contribuição de suas comunidades para a construção dos Estados Unidos.
O desafio foi maior para estados que não integravam as 13 colônias originais - que fundaram os EUA. Em locais como Arizona, Dakota do Sul, Kansas, Utah e Oregon, e seus museus e instituições históricas passaram a relacionar os ideais de 1776 a temas como expansão territorial, povos indígenas, escravidão, imigração, direitos civis e a diversidade na sociedade.
No Colorado, por exemplo, a exposição "Moments That Made Us" (momentos que nos constituem), reúne 50 acontecimentos considerados decisivos para a história americana e procura apresentar diferentes interpretações sobre cada episódio, incluindo a guerra com o México e os movimentos por direitos civis. A mostra foi adaptada para escolas e museus e já chegou a mais de 600 locais distribuídos por pelo menos 36 estados.
Outras iniciativas destacaram histórias regionais. O Arizona criou uma exposição itinerante sobre sua formação; Washington e Oregon abordaram a perseguição a imigrantes chineses e o internamento de nipo-americanos durante a Segunda Guerra Mundial; o Kansas incluiu a criação da primeira bandeira do orgulho LGBTQIA+; e Utah passou a utilizar a expressão "história completa" para tratar da diversidade de experiências que formaram o estado.
Mesmo longe de Washington, a polarização continuou presente. Organizadores relataram críticas tanto de conservadores, que rejeitam interpretações consideradas excessivamente críticas da história americana, quanto de pessoas que questionam a própria ideia de celebrar o país diante de injustiças históricas.
Globo News - Mundo
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2026-07-03 23:00:09 (6 days ago)
Irã transforma funeral de Ali Khamenei em demonstração de poder

Autoridades iranianas choram em frente a caixão de Ali Khamenei
As cerimônias em homenagem ao falecido líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, serão "a maior reunião da história de Teerã", disse o prefeito interino da capital, Alireza Zakai, de acordo com a mídia do país. O funeral, originalmente previsto para o início de março, foi adiado devido ao conflito no Oriente Médio. A previsão é que a programação pública comece neste sábado (4).
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Khamenei, que por 37 anos deteve a autoridade máxima sobre as principais questões de Estado, morreu aos 86 anos neste ano, quando os Estados Unidos e Israel atacaram com mísseis o seu complexo residencial e de trabalho. Os bombardeios de 28 de fevereiro abriram a guerra que tomaria conta da região.
Vários membros da família de Khamenei, incluindo filha e dois netos, também teriam sido mortos no ataque. Imagens de satélite mostram destruição significativa no local, mas não está claro se corpos foram recuperados e em que estado.
As autoridades iranianas só anunciaram as cerimônias deste fim de semana depois que um cessar-fogo frágil entre Washington e Teerã entrou em vigor.
Complexo presidencial e residência do aiatolá Ali Khamenei após ataques aéreos
Reprodução/Reuters
Mobilização nacional
Segundo o chefe do comitê organizador, Ali-Akbar Purdjamschidian, o evento de seis dias pretende "reforçar a coesão nacional e a unidade" entre diferentes grupos políticos, sociais e religiosos.
No país de cerca de 93 milhões de habitantes, o regime mobiliza apoiadores para as cerimônias. A partir de sábado, três dias oficiais de luto estão previstos em Teerã. Durante esse período, a capital ficará praticamente paralisada, com empresas fechadas e atividades suspensas. Amplos preparativos foram feitos para receber visitantes de todo o país.
Khamenei será enterrado em 9 de julho em Mashhad, no nordeste do país, sua cidade natal. Um dia antes, espera-se que um cortejo fúnebre passe pelo Iraque, incluindo as cidades sagradas de Najaf e Karbala. O movimento é amplamente visto como uma tentativa de projetar a influência regional do Irã.
Caixão do ex-líder supremo do Irã, Ali Khamenei, durante funeral privado para autoridades iranianas em Teerã, no Irã, em 3 de julho de 2026.
REUTERS/Mohammed Salem
Legado sob escrutínio
Durante o período de Khamenei no poder, as tensões com o exterior se intensificaram, enquanto corrupção, má gestão econômica e sanções ligadas à disputa nuclear aumentaram a pressão sobre o Irã.
"Diferentemente do aiatolá Ruhollah Khomeini, que governou por uma década após a Revolução de 1979, Khamenei liderou o país por 37 anos com forte microgestão, intervindo em quase todas as áreas de governo", diz Mehrzad Boroujerdi, professor de ciência política da Universidade Missouri University de Ciência e Tecnologia.
O descontentamento público cresceu de forma constante, culminando em sucessivas ondas de protesto. Entre elas estão o movimento verde de 2009, os protestos "Mulher, Vida, Liberdade" em 2022 e manifestações nacionais no fim de 2025 e início de 2026. Todas foram reprimidas com uso da força.
"A abordagem de Khamenei era não fazer concessões a seus opositores, fossem críticos do regime ou reformistas dentro do sistema", afirmou Boroujerdi. Isso contribuiu para ampliar a distância entre a sociedade e o sistema político. "Muitas pessoas se cansaram da ordem atual."
Um membro do Kataib Sayyid al-Shuhada faz guarda em frente a um mural que retrata o falecido Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei
REUTERS/Thaier al-Sudani
Impulso para apoiadores
Uma ativista pelos direitos das mulheres em Teerã, que pediu anonimato, disse que muitos manifestantes ainda têm dificuldade em aceitar que a República Islâmica tenha prevalecido. "Ao mesmo tempo, seus apoiadores ganharam novo impulso," afirmou.
A guerra também reforçou entre muitos iranianos a percepção de que não podem contar com ajuda externa.
Bombardeios intensos em cidades densamente povoadas e a destruição de setores industriais-chave, incluindo petroquímica e siderurgia, custaram milhares de empregos, aprofundando ainda mais o descontentamento, sobretudo entre os mais jovens.
Mulheres enlutadas carregam homenagem a Ali Khamenei
Agência Tasnim
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VÍDEO: presidente e membros do governo do Irã choram em frente ao caixão
Continuidade na política externa
A inclusão da chamada frente do Líbano como primeiro ponto no recente memorando de negociações do Irã com os Estados Unidos ressalta a continuidade da abordagem de política externa de Khamenei.
"O Hezbollah se aproximou ainda mais do Irã, especialmente da Força Quds, e depende cada vez mais de Teerã, tanto política quanto militarmente", aponta Hamidreza Azizi, do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança.
Segundo o especialista, ainda há divisões dentro da liderança iraniana, especialmente na Guarda Revolucionária, sobre possíveis negociações com Washington. O desfecho das conversas permanece incerto.
Para muitos apoiadores, participar do funeral não é apenas uma forma de luto. "Duas grandes potências militares atacaram o Irã e, ainda assim, a República Islâmica permanece de pé", acrescenta Boroujerdi. "Para muitos, isso é prova de resiliência."
Mesmo uma implementação parcial do acordo de 14 pontos discutidos com os EUA representaria um avanço significativo para o lado iraniano. Concessões comparáveis não foram obtidas após a Guerra Irã-Iraque nem no acordo nuclear de 2015.
Entre as principais exigências do Irã está um compromisso dos Estados Unidos de não interferir em seus assuntos internos – o que Washington nunca havia aceitado antes, mas agora integra o memorando acordado.
Infográfico mostra quem são as autoridades do governo do Irã que choraram perante o caixão de Ali Khamenei durante funeral em 3 de julho de 2026.
Juan Silva/Arte g1
Le Monde - World News
Le Monde - World News
2026-07-03 23:00:02 (6 days ago)
250 years of American independence: A disenchanted anniversary
'America 250' (13/13). Trump's two terms in office are undermining national cohesion. The ideal of equality enshrined in the founding documents is a distant prospect, the system of checks and balances has cracked and any reform seems impossible. Americans' belief in their shared history is eroding. Even the nature of the system of government is a matter of debate. But historians are trying to put things into perspective.
Fox News - Video
Fox News - Video
2026-07-03 22:51:12 (6 days ago)
Laura Ingraham celebrates American GREATNESS
Fox News host Laura Ingraham discusses the history behind the founding of the United States on 'The Ingraham Angle.'
BBC News - Education & Family
BBC News - Education & Family
2026-07-03 22:46:58 (6 days ago)
The schools starting late after 01:00 England kick-off to 'reduce pressure' on parents
Some schools are opting to open late, arguing they are striking the right balance, and many parents have backed the decision.
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