New York Times - World News
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2026-05-13 13:26:10 (1 week ago)
King’s Speech Comes at an Awkward Time for Starmer
King Charles III read out Keir Starmer’s legislative agenda in the traditional manner, even as the British prime minister’s leadership remained under pressure.
Fox News - Top Stories
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2026-05-13 13:25:47 (1 week ago)
The WNBA formed an officiating task force to fix physicality issues, but early 2026 season data shows teams averaging 22.3 fouls per game, up from 17.5.
The Guardian - World News
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2026-05-13 13:23:29 (1 week ago)
Six from hantavirus cruise ship leave Arrowe Park hospital to isolate at home
Passengers will remain in isolation for 45 days of isolation, with health officials confirming they remain asymptomatic
Six people who were evacuated from the cruise ship affected by a hantavirus outbreak have left Arrowe Park hospital in Wirral to complete their isolation at home, health officials have said.
The passengers from the MV Hondius had been admitted to the Merseyside hospital, the UK’s initial Covid quarantine site, for checks by public health and clinical specialists.
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New York Times - World News
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2026-05-13 13:21:36 (1 week ago)
Earthquake Shakes Tehran, Where Nerves Are Already Strained by Iran War
Iranian media said a moderate quake had shaken the capital around midnight local time.
Fox News - Video
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2026-05-13 13:21:24 (1 week ago)
WATCH LIVE: DHS Secretary Mullin delivers remarks at ICE headquarters
Secretary Mullin is expected to honor more than 20,000 ICE officers as the nation marks Police Week.
The Guardian - World News
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2026-05-13 13:20:33 (1 week ago)
The Guardian view on the king’s speech: an agenda for a government that lacks conviction | Editorial
Keir Starmer’s programme is fatally limited by the timidity of an election manifesto that shied away from hard arguments
Ending 14 years of Conservative rule was supposed to bring an end to dysfunctional government. In the speech that launched his 2024 general election campaign, Sir Keir Starmer said that “a vote for Labour is a vote for stability … a vote to stop the chaos”. Less than two years later, Sir Keir’s government looks no sturdier than its predecessors. The prime minister’s chances of serving a full term in office look slim.
There are as many reasons for this precipitous decline as there are Labour MPs calling for a change of direction. The common analysis is that a project branded by the single word “change” has neither transformed people’s lives for the better nor given them confidence that a transformation is coming. For many voters, the prime minister is the embodiment of a miserable status quo.
Do you have an opinion on the issues raised in this article? If you would like to submit a response of up to 300 words by email to be considered for publication in our letters section, please click here.
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The Guardian - World News
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2026-05-13 13:20:01 (1 week ago)
The critically ill Nobel peace laureate should be released. Iranians’ human rights are under attack from both the regime and the US-Israel war
“Authoritarian regimes do not always need an executioner’s rope,” the Iranian Nobel peace laureate Narges Mohammadi observes in a forthcoming memoir smuggled from her cell. “Sometimes, they simply wait for the human body to fail – and then make sure no help arrives, or they create conditions in which death can come easily, helping it along by standing in the way of life-saving care.”
Long denied adequate treatment, Ms Mohammadi is now in a critical condition. She was found unconscious in her cell after a suspected heart attack in March and had been experiencing chest pain, loss of consciousness and extreme weight loss. She was finally moved to hospital this month, with authorities approving her transfer to specialist care in Tehran only this week. Supporters fear that she will be sent back to prison if her condition improves.
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Globo News - Mundo
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2026-05-13 13:18:36 (1 week ago)

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu
Ronen Zvulun/Reuters/Arquivo
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitou os Emirados Árabes Unidos e se reuniu com o presidente do país, Mohammed bin Zayed, durante a guerra contra o Irã, segundo um comunicado divulgado por seu gabinete nesta quarta-feira (13).
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Uma fonte ouvida pela agência de notícias Reuters afirma que o encontro ocorreu em Al-Ain, uma cidade oásis na fronteira com Omã, no dia 26 de março, e durou várias horas.
De acordo com a nota oficial do governo israelense, que não confirma esses detalhes, a reunião resultou em um “avanço histórico” nas relações entre os dois países - os Emirados Árabes Unidos são um dos poucos estados árabes que mantêm relações diplomáticas com Israel, oficializadas durante os Acordos de Abraão de 2020.
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O comunicado do governo israelense foi divulgado dois dias após uma reportagem, publicada pelo jornal americano "The Wall Street Journal" dizer que os Emirados Árabes estariam atacando secretamente o Irã durante a guerra no Oriente Médio. O país não reconhece publicamente os ataques.
Nesta terça-feira (12), o embaixador de Israel nos EUA, Mike Huckabee, afirmou que o país enviou baterias e pessoal do sistema de defesa aérea Domo de Ferro para o país. A informação foi confirmada por fontes à CBS News.
Anwar Gargash, assessor do presidente dos Emirados Árabes Unidos, declarou, também nesta quarta, que o país permanece comprometido com soluções políticas e diplomacia em meio às tensões regionais.
Disse que os Emirados não buscaram o conflito e que trabalharam para evitá-lo, mas enfatizou o direito do país de defender sua soberania.
Ataques secretos do EAU contra o Irã
De acordo com a reportagem do Journal, um dos bombardeios secretos dos Emirados Árabes Unidos durante a guerra atingiu uma refinaria de petróleo iraniana, na ilha de Lavan, no Golfo Pérsico, no início de abril.
À época, Teerã disse que a refinaria havia sido atingida por um “ataque inimigo” e, como resposta, forças iranianas dispararam mísseis e drones contra os Emirados Árabes e o Kuwait.
Segundo o jornal, os Estados Unidos não se importaram com o ataque, já que o cessar-fogo ainda não tinha começado, e avaliaram de forma positiva o apoio do país na ofensiva.
Os Emirados Árabes estiveram entre os principais alvos do Irã durante a guerra, que segundo o WSJ, teve mais de 2,8 mil mísseis e drones lançados contra o país. O número é maior do que o de ataques contra Israel.
Suspeitas sobre a participação dos Emirados Árabes na ofensiva foram levantadas ainda em março, segundo o jornal, quando um caça que não pertencia aos Estados Unidos nem a Israel foi visto sobrevoando o Irã.
Fox News - Top Stories
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2026-05-13 13:17:41 (1 week ago)
Senate takes major first step to prevent future shutdowns with painful accountability play
Senate advances Kennedy's resolution to withhold lawmaker pay during shutdowns, adding consequences as government closures become more frequent.
Times of Israel - World News
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2026-05-13 13:17:05 (1 week ago)
Vote on dissolving Knesset likely next week as coalition jockeys to control election timing
Likud-led bloc preparing own bid to move vote earlier after Haredi mutiny triggers opposition bill that would bring October election forward, throwing government's legislative plans into disarray
The post Vote on dissolving Knesset likely next week as coalition jockeys to control election timing appeared first on The Times of Israel.

Globo News - Mundo
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2026-05-13 13:16:38 (1 week ago)
Papa Leão XIV ameaça de excomunhão grupo católico ultratradicionalista que defende missas em latim

Papa Leão XIV em uma missa na Guiné Equatorial.
Misper Apawu/AP
O Vaticano alertou nesta quarta-feira (13) que um grupo católico dissidente ligado à missa tradicional em latim corre risco de excomunhão caso siga adiante com planos de ordenar novos bispos sem autorização do papa Leão XIV.
Na primeira ameaça conhecida da punição mais severa da Igreja Católica durante o papado de Leão XIV, o escritório doutrinário do Vaticano afirmou à Fraternidade São Pio X, sediada na Suíça, que qualquer ordenação de bispos sem consentimento papal configuraria um “cisma”, ou seja, uma ruptura formal com o papa.
A cerimônia planejada representaria “uma grave ofensa contra Deus e acarretaria a excomunhão prevista pela Igreja”, afirmou em comunicado o cardeal Victor Fernandez, chefe do escritório.
A Fraternidade São Pio X é um grupo ultratradicionalista que rejeita ensinamentos centrais do Concílio Vaticano II, encontro histórico de bispos realizado nos anos 1960 que promoveu diversas reformas na Igreja Católica.
Vídeos em alta no g1
O concílio também permitiu que a missa, celebrada até então apenas em latim, passasse a ser realizada em idiomas locais. A Fraternidade rejeitou a mudança, alegando preferência pelo caráter mais formal e misterioso do rito em latim.
➡️ Pessoas excomungadas são consideradas totalmente separadas da Igreja. Elas ficam impedidas de receber sacramentos ou ocupar cargos religiosos até demonstrarem arrependimento. Caso morram excomungadas, também não podem receber funeral católico.
A Fraternidade São Pio X, que afirma ter 733 padres no mundo, mantém relações tensas com o Vaticano há décadas.
O fundador do grupo, o arcebispo Marcel Lefebvre, foi excomungado em 1988 após ordenar quatro bispos sem autorização do então papa João Paulo II.
O sucessor de João Paulo II, Bento XVI, tentou retomar o diálogo com o grupo e revogou as quatro excomunhões restantes.
A atual liderança da fraternidade anunciou em fevereiro que pretende ordenar novos bispos em julho, sem aprovação do Vaticano, alegando necessidade de ampliar o número de líderes religiosos do grupo.
A Igreja Católica considera um princípio rígido que apenas o papa pode autorizar a consagração de novos bispos, como forma de manter a ligação da Igreja com os 12 apóstolos de Jesus, considerados os primeiros padres e bispos.
A consagração sem consentimento papal gera excomunhão automática tanto para o bispo responsável pela cerimônia quanto para a pessoa ordenada.
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-05-13 13:16:24 (1 week ago)
Butterfly Jam review – Barry Keoghan can’t save this New Jersey misstep
Cannes film festival: The Irish actor plays a disillusioned Circassian chef with a knack with animals in Kantemir Balagov’s clunky third film
All talented directors are allowed an off moment in their careers – and this is the stage arrived at by Kantemir Balagov, whose earlier film Beanpole was such a triumph. This follow-up – his third feature in fact – is his first English language movie, set among the expat Circassian community in New Jersey; it features star names and one colossally self-conscious icon cameo unsubtly signalling cinephile importance. Butterfly Jam is contrived, tonally uncertain, implausible and frankly plain silly in its underpowered kind of magic-unrealism, with some clunky secondhand Mean Streets mob-fraternal dialogue and pedantic ethnic-foodie cred, and elliptically positioning key scenes off camera for no obviously satisfying reason.
Barry Keoghan plays Azik, a widower who with his longsuffering pregnant sister Zalda (Riley Keough) runs a Circassian food diner in Newark; as chef he cooks a sublime delens a delicious cheese and potato dish to his own (secret) recipe, accessorised with delicious jams, one of which, he whimsically announces, is made of butterflies. (He is presumably kidding but he has an amazing touch with the natural world, as we will see.) His teen son Temir (Talga Akdogan) is a talented wrestler who dreams of Olympic glory and he has a sweet crush on fellow wrestler Alika (Jaliyah Richards).
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