Fox News - Video
Fox News - Video
2026-05-14 01:22:30 (1 week ago)
Trump, Obama, Spencer Pratt, AI
BBC News - Science & Environment
BBC News - Science & Environment
2026-05-14 01:13:54 (1 week ago)
'Beekeeping helps me clear my mind and get better headspace'
Jenson, 17, says it helped him feel good to return to school after four years learning at home.
France 24 - World News
France 24 - World News
2026-05-14 01:12:11 (1 week ago)
Ligue 1: PSG crowned French champions after win at Lens
Paris Saint-Germain officially secured the 14th French league title in their history after a 2-0 win away at Lens. The Parisians were pushed hard by their closest rivals but made the difference through goals from Kvaratskhelia (29’) and Mbaye in extra time (90+3). The result seals a fifth consecutive league title for the Paris club with one game still remaining.
BBC News - Entertainment & Arts
BBC News - Entertainment & Arts
2026-05-14 01:11:45 (1 week ago)
Olly Murs cheered on in charity challenge
The singer is running, cycling and rowing between Manchester and London to raise money for charity.
BBC News - Technology
BBC News - Technology
2026-05-14 01:10:45 (1 week ago)
HMRC to use AI from British tech firm to spot fraud and tax return errors
Quantexa, a financial data platform, won the £175m contract to spot fraud and tax return errors.
New York Times - World News
New York Times - World News
2026-05-14 01:10:22 (1 week ago)
The president is getting the red carpet treatment, but the deep rift between the U.S. and China will be very hard to repair.
Fox News - Video
Fox News - Video
2026-05-14 01:08:15 (1 week ago)
Trump-Xi bilateral meeting wrapping up, goes longer than expected
Fox News' Aishah Hasnie and 'Fox News @ Night' panelists have the latest on the high-stakes talks.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-05-14 01:03:49 (1 week ago)
O abuso sexual como arma no conflito entre Israel e Hamas

Dois novos relatórios detalharam uma série de denúncias de abuso sexual no conflito entre Israel e o Hamas
Gareth Fuller/empics/picture alliance
Mesmo em meio ao turbilhão de opiniões, há pouca dúvida de que a guerra em Gaza desencadeou uma crise humanitária.
Além da fome, morte e destruição, dois relatórios divulgados esta semana lançam luz sobre a dimensão de alegados abusos sexuais ocorridos em 7 de outubro de 2023 e depois, envolvendo os dois lados do conflito.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Vídeos em alta no g1
Do lado israelense, uma investigação de dois anos conduzida pela Comissão Civil de Israel, que se apresenta como um grupo independente não governamental, concluiu que o grupo terrorista Hamas "utilizou violência sexual e baseada em gênero (SGBV, na sigla em inglês) de forma deliberada e sistemática como parte inerente de uma estratégia mais ampla do ataque, visando principalmente mulheres e reféns, enquanto menores também foram submetidos a formas graves desse tipo de violência e abuso".
Do lado palestino, testemunhas relataram ao jornal The New York Times, dos EUA, que sofreram violência sexual por agentes de segurança israelenses. As testemunhas, segundo o jornal, "relataram um padrão de violência sexual generalizada cometida por soldados, colonos, interrogadores da agência de segurança Shin Bet e, sobretudo, por guardas prisionais de Israel contra homens, mulheres e até crianças" palestinas.
Comandante de Israel afirma que 70 mil palestinos foram mortos durante a guerra em Gaza
Retrato gigante de menina morta na guerra de Gaza é estendido em praia de Barcelona
Abuso nos ataques de 7 de outubro de 2023
A Comissão Civil em Israel afirma ter analisado milhares de fotos e vídeos e entrevistado centenas de testemunhas dos ataques de 7 de outubro.
Segundo o relatório, abusos foram cometidos no Festival de Música Super Nova, assim como em bases militares e, em alguns casos, na frente de familiares.
Acrescenta ainda que o Hamas e milícias associadas "usaram tortura sexual para maximizar dor e sofrimento. As vítimas sofreram atos brutais, incluindo queimaduras, mutilações, estupros, imobilizações, inserção forçada de objetos na genitália, tiros no rosto e na região genital, assassinatos e abusos na frente de familiares, além de execuções".
O relatório também inclui um vídeo em que reféns israelenses libertados relatam histórias emocionantes e perturbadoras de abusos sofridos por eles e por outras pessoas.
"Os homens retiraram uma mulher do veículo", disse Raz Cohen, sobrevivente do festival. "Removeram roupas dela à força e a estupraram, depois a esfaquearam repetidamente, matando-a. Eles continuaram a abusá-la mesmo após sua morte."
O Hamas tem negado consistentemente essas alegações.
Os autores do relatório, liderados por Cochav Elkayam-Levy, disseram que o documento foi "orientado por metodologias reconhecidas internacionalmente para documentar crimes de guerra e violência sexual".
Ele também conta com o respaldo de diversas figuras relevantes da política, do direito e dos direitos humanos, incluindo Hillary Clinton e o ex-ministro da Justiça do Canadá, Irwin Cotler.
ONU duvida que dimensão total venha a ser conhecida
Um relatório da ONU de 2024 concordou amplamente com as alegações feitas por Israel. Nele, a representante especial sobre violência sexual em conflitos, Pramila Patten, concluiu, durante uma missão de apuração, que há "motivos razoáveis para acreditar que ocorreu violência sexual relacionada ao conflito, incluindo estupro e estupro coletivo".
As conclusões de Patten não tinham caráter investigativo completo, e ela visitou Israel e a Cisjordânia ocupada, mas não a Faixa de Gaza, devido às hostilidades.
Durante uma visita a Ramallah, na Cisjordânia ocupada, Patten e sua equipe também constataram que "interlocutores levantaram preocupações sobre tratamento cruel, desumano e degradante de palestinos sob detenção, incluindo várias formas de violência sexual, como revistas corporais invasivas, ameaças de estupro e exposição forçada prolongada, além de assédio sexual e ameaças durante incursões em residências e em postos de controle".
NYT: relatos de abusos cometidos por forças israelenses
Esses padrões de comportamento também são detalhados em um artigo recente de Nicholas Kristof no jornal americano The New York Times. Classificado como texto de opinião, ele se baseia em diversas entrevistas com habitantes dos territórios palestinos ocupados por Israel.
Kristof descreve "conversas com 14 homens e mulheres que disseram ter sido vítimas de violência sexual por colonos israelenses ou membros das forças de segurança”, além de familiares, investigadores e autoridades. O texto relata abusos extremamente graves.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel rejeitou essas acusações, classificando-as como "mentiras infundadas" e "difamação", parte de uma "campanha anti-Israel".
ONG identifica abusos generalizados contra crianças palestinas
O artigo de Kristof também cita um estudo da organização Save the Children, de 2025, sobre o tratamento de crianças palestinas em detenção israelense.
Mais da metade das crianças entrevistadas afirmou "ter testemunhado ou sofrido violência sexual durante a detenção", segundo o documento, que acrescenta: "O número real provavelmente é muito maior, já que casos de violência sexual costumam ser subnotificados devido ao estigma e ao sentimento de vergonha".
O relatório descreve formas de abuso como: "toques ou agressões nos genitais, obrigar crianças a realizar atos humilhantes enquanto estavam despidas, assédio sexual incluindo ameaças, e agressão sexual. Algumas crianças afirmaram ter sido ameaçadas com estupro. Advogados relataram que muitas das crianças atendidas sofreram agressões sexuais, incluindo casos de estupro".
Tais alegações também aparecem em relatórios do B'Tselem (Centro Israelense de Direitos Humanos), de agosto de 2024, e do Centro Palestino de Direitos Humanos, de maio de 2025. Testemunhos indicam repetidos atos de violência sexual por soldados israelenses e guardas prisionais contra detentos palestinos, usados como forma de punição.
Violência sexual como ferramenta de guerra
Enquanto a Comissão Civil sustenta que o Hamas utiliza a violência sexual como ferramenta de guerra, o artigo de Kristof afirma que "não há evidências de que líderes israelenses ordenem estupros".
Apesar disso ele acrescenta que "foi criado um aparato de segurança em que a violência sexual se tornou, como descreveu um relatório da ONU no ano passado, um dos 'procedimentos operacionais padrão' de Israel e um 'elemento importante nos maus-tratos de palestinos'".
As dificuldades enfrentadas pela equipe da ONU liderada por Pramila Patten para reunir provas em um conflito tão violento a levaram a concluir que a "verdadeira dimensão da violência sexual durante os ataques de 7 de outubro e seus desdobramentos pode levar meses ou anos para emergir – e talvez nunca seja totalmente conhecida".
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-05-14 01:00:40 (1 week ago)
Mensagem de atriz seria motivo de tapa de primeira-dama francesa em Macron, diz jornalista

Após 'tapa', esposa de Macron nega dar o braço para o marido
A cena viralizou em maio do ano passado: a primeira-dama da França, Brigitte Macron, dando um tapa no rosto do presidente Emmanuel Macron antes do desembarque do avião no Vietnã. Veja acima.
Quase um ano depois, o jornalista Florian Tardif, da revista Paris Match, revelou na quarta-feira (13) que a suposta agressão foi resultado da descoberta de uma conversa que o líder teve com seu "amor platônico".
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
"Durante vários meses, Macron manteve uma relação platônica com mensagens que iam muito além do que se pensava, segundo fontes próximas a mim", disse Florian Tardif.
"Isso causou tensão no casal, que culminou nessa cena privada que se tornou pública", afirmou o repórter em entrevista à rádio RTL.
Segundo Tardif, autor do livro "Un Couple Presque Parfait" (Um Casal Quase Perfeito, em tradução livre), Brigitte Macron teria dado um tapa no presidente devido a uma discussão.
O incidente teria sido motivado pela suposta relação "platônica" que Macron mantinha com a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahani.
O vídeo do tapa, divulgado por várias agências de notícias estrangeiras e amplamente compartilhado nas redes sociais, mostra o presidente Macron tendo o rosto empurrado na entrada da aeronave, antes do desembarque em Hanói, onde o chefe de Estado iniciava uma turnê pelo Sudeste Asiático.
Quando o presidente percebe que está sendo filmado, ele sorri e faz um rápido aceno com a mão.
O Palácio do Eliseu, sede da presidência francesa, descreveu a cena, registrada pela agência Associated Press, como um "momento de cumplicidade".
Um ano depois, o livro do jornalista da revista Paris Match, publicado nesta quarta-feira, aprofunda-se no ocorrido, apresentando uma versão diferente.
'Ela jamais deveria ter lido'
Momento em que mãos da primeira-dama da França, Brigitte Macron, atinge o rosto do marido, o presidente francês Emmanuel Macron, em 26 de maio de 2025.
Chalinee Thirasupa/ Reuters
Em seu livro, Tardif escreve que Brigitte descobriu, durante o voo, uma mensagem enviada ao celular de Macron por Golshifteh Farahani, de 42 anos.
"Uma mensagem que ela jamais deveria ter lido", afirma um amigo próximo do casal citado pelo autor.
"O que magoará Brigitte não é tanto o conteúdo da mensagem, mas o que ela implicava: uma possibilidade. Uma porta entreaberta para um mundo que ela pensava controlar. Nada tangível, nem verdadeiramente condenável, mas a mera ideia de que tal coisa pudesse ter existido foi suficiente", declara o repórter.
Brigitte Macron teria se sentido "rebaixada". "E por uma mulher muito mais jovem!", enfatiza ele.
À época, o Palácio do Eliseu primeiramente negou a existência do tapa, que acabou sendo confirmado posteriormente como sendo apenas "uma briguinha de casal".
A atriz Golshifteh Farahani em novembro de 2025
Patrick Baz/Qatar Creates/Factstory via AFP
VÍDEOS: mais assistidos do g1
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-05-14 01:00:19 (1 week ago)
A deliciously rustic, risotto-style pasta using seasonal spring veg and finished with butter, parmesan and lemon zest
I am in more or less the same position as with last week’s recipe, only this time the pods contain broad beans, which are slightly easier to read than peas. This is because the pods are longer and become softer and floppier as they age, so you can see and feel if the beans inside are large and hard, which, like peas, is because their sugar has turned to starch, and which makes them more suited to longer cooking. The other thing about broad beans is their opaque jackets, which thicken as the beans age and get more bitter, but they can be removed by picking them off with a nail, or by dunking the beans in hot water for a minute, then in cold water and squeezing the jackets off and across the worktop. Even older, larger beans can be enjoyed raw or lightly cooked; they are brighter, too, like green tiddlywinks.
As well as dealing with pods, I have been reading about broad beans in recipe books and stories, looking out in particular for references to how they are consumed in spring, which in Italy is often alongside young sheep’s cheese – a great combination, as is broad beans and lancashire cheese. It turns out, though, that the mentions I have enjoyed most are to be found in England, and in George Eliot’s Adam Bede. One instance is when Adam, having walked past the leafy walls of scarlet beans, late peas and bushy filberts, strides over a “superfluity of broad beans” in Mrs Poyser’s garden; another when he eats cold broad beans out of a large dish with his pocket knife, and finds a flavour that he would not exchange for the finest pineapple.
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-05-14 01:00:19 (1 week ago)
You’ve heard the king’s speech – but I think a better one might run like this | David Blunkett
If I were in government I’d propose a very different response to the challenges we face – starting with protecting people from the cost of living
David Blunkett was Labour home secretary from 2001 to 2004
While I welcome many measures in the king’s speech, an alternative might look something like this.
My lords, and members of the Commons: my government is committed to winning back the support of the British people and demonstrating that they are “on the side” of those who are working – or who have worked – hard to make ends meet.
David (Lord) Blunkett was Labour home secretary from 2001 to 2004
Continue reading...
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-05-14 01:00:18 (1 week ago)
Most famous image of JMW Turner not a self-portrait, says expert
Painting that inspired depiction on £20 note more likely the work of John Opie, says Romantic artist’s biographer
In 2020, Tate Britain hosted the launch of a new £20 banknote bearing representations of The Fighting Temeraire by JMW Turner and the artist’s most famous self-portrait. Now a leading expert has said the latter work, part of the Tate collection, is not by Turner at all.
Dr James Hamilton, who has published books on Turner and staged exhibitions at museums and galleries nationwide, said that while the painting does depict the English Romantic painter, it is likely to be the work of his contemporary, John Opie.
Continue reading...Current Page: 562