Fox News - Top Stories
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2026-07-13 23:27:11 (1 week ago)
FBI, Atlanta police target unauthorized drones flying near World Cup venues
The FBI and Atlanta Police Department are using drones to scan for threat on the ground and in the sky ahead of the World Cup semifinals at Atlanta Stadium.
Times of Israel - World News
Times of Israel - World News
2026-07-13 23:22:16 (1 week ago)
So who actually controls the Strait of Hormuz?
Both US and Iran claim to be 'guardian' of the key waterway, with Trump declaring US will reimpose blockade and charge fees on shipping while Tehran attacks vessels not using its preferred route
The post So who actually controls the Strait of Hormuz? appeared first on The Times of Israel.

The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-13 23:16:30 (1 week ago)
Lamine Yamal enjoys birthday with a kickabout and a show before France World Cup semi-final test
‘What I want as a present is a win,’ says Spain’s young star
Luis de la Fuente hopes best is still to come at World Cup
Lamine Yamal’s 19th birthday started with a kickabout with his mates and took in a show. He played the lead role himself, taking centre stage before a packed house in the World Cup semi-final pre-match press conference. Walking in, he peeled back his tracksuit top like Superman to reveal the gift that he got: a huge white gold and diamond chain BA Baracas would have been proud of.
“Actually, no, I bought this for myself so it doesn’t count as a gift,” he said, flashing a smile at the room of journalists who he thanked for accepting the invitation to be there on his big day. A glint in his eye, he said he hadn’t had many presents yet, but he knew what he wanted: “A trip to New York.”
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The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-13 23:05:44 (1 week ago)
US military says latest strikes will ‘continue imposing a heavy cost on Iranian forces and degrade their ability to attack innocent civilians and commercial shipping’ in strait of Hormuz
Bahrain’s military has accused Iran of targeting civilians with its latest attacks on the country, after Tehran said it had struck US military facilities and infrastructure there earlier.
“Iran continues its systematic hostile approach through its heinous attacks with missiles and drones that target civilians in the Kingdom of Bahrain,” the general command of Bahrain’s military said, adding that air defences “intercepted and destroyed a number of Iranian aerial attacks” this morning.
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Le Monde - World News
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2026-07-13 23:01:11 (1 week ago)
Macron and Zelensky, a special relationship marked by misunderstandings
Ukrainian soldiers will join France's annual Bastille Day military parade in Paris on Tuesday, July 14. French President Emmanuel Macron and his Ukrainian counterpart Volodymyr Zelensky will stand together in a sign of Paris's support for Kyiv, but their relationship has not always been so straightforward.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-07-13 23:00:48 (1 week ago)
França e Espanha se enfrentam na 1ª semifinal da Copa do Mundo 2026; veja horário

Mbappé e Lamine Yamal se enfrentam em jogo da semifinal da Copa do Mundo 2026.
Montagem/g1
As semifinais da Copa do Mundo 2026 têm início nesta terça-feira (14) com o jogo entre França e Espanha. (Confira mais informações abaixo).
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Quem joga nesta terça-feira (14), que horas e onde assistir?
França x Espanha
Horário: 16h (de Brasília)
Local: AT&T Stadium, Arlington, EUA
Transmissão: CazéTV
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Sobre a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.
Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar:
Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final).
México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca).
Canadá: 13 jogos.
Globo News - Mundo
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2026-07-13 23:00:46 (1 week ago)

Trump diz que EUA serão guardiões do Estreito de Ormuz e que país deve ser pago por isso
O bloqueio naval anunciado pelos Estados Unidos para impedir o tráfego de embarcações ligadas ao Irã começa nesta terça-feira (14). Segundo a Marinha americana, a operação terá início às 17h pelo horário de Brasília.
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A medida entrará em vigor um dia depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que pretende assumir o controle do Estreito de Ormuz.
Em uma publicação na rede Truth Social, Trump disse que os EUA serão os "guardiões" da via marítima e que cobrarão 20% sobre toda carga transportada pelo estreito.
Durante a guerra, navios militares dos EUA fizeram um bloqueio naval na entrada do Estreito de Ormuz contra embarcações iranianas.
O objetivo era parar navios que transportassem produtos iranianos ou tivessem origem ou destino em portos do país visando estrangular a economia local.
A medida foi uma retaliação ao fechamento da passagem pelo Irã, que controla a região.
Desta vez, segundo a Marinha americana, o bloqueio será estendido a toda a costa iraniana para reprimir o tráfego de embarcações que saírem de qualquer porto ou terminal petrolífero do país.
A Marinha informou que o "trânsito neutro" continuará liberado, assim como embarcações com ajuda humanitária. Todos os navios, porém, serão submetidos a inspeções militares.
👉 O fim do bloqueio naval na entrada do Estreito de Ormuz era um dos pontos do acordo de paz assinado entre Estados Unidos e Irã em junho.
Trump diz que tomará o controle de Ormuz
Donald Trump
REUTERS/Jonathan Ernst
Na segunda-feira (13), Trump afirmou que vai "tomar o controle do Estreito de Ormuz". Em entrevista à emissora americana Fox News, ele disse que os Estados Unidos serão "os guardiões do estreito" e que o país deve ser "reembolsado" por garantir a segurança da região.
"Vamos manter o estreito e provavelmente vamos administrá-lo. Nos tornaremos os guardiões do estreito. Talvez possamos chamá-lo de anjo da guarda do estreito. E deveríamos ser reembolsados por isso", disse.
Pouco depois da entrevista, ele publicou na Truth Social que pretende cobrar 20% sobre toda carga transportada pela rota.
"O Estreito de Ormuz está aberto e permanecerá aberto, com ou sem o Irã. Estamos restabelecendo o bloqueio iraniano, assim denominado porque impede apenas a entrada e saída de navios ou clientes iranianos", escreveu.
"Todos os outros países terão uso livre e irrestrito do Estreito. Os EUA serão, a partir deste momento, conhecidos como 'o guardião do Estreito de Ormuz', mas, como tal, e por uma questão de JUSTIÇA, serão reembolsados em 20% de toda a carga transportada, por todos os custos necessários para garantir a segurança desta região tão instável do mundo", completou.
A declaração contrasta com o que Trump havia dito em junho, quando afirmou que não haveria cobrança de pedágio em Ormuz.
💡 O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela região.
O memorando de paz assinado por Estados Unidos e Irã — agora deixado de lado — previa a reabertura da via marítima sem cobrança durante 60 dias.
Nesse período, Irã, Omã e países do Golfo negociariam um modelo para a administração futura da passagem.
Irã rebate Trump
A declaração do presidente americano foi rebatida pelo comando militar do Irã, que afirmou que "não permitirá que os EUA intervenham na administração" do Estreito de Ormuz.
"Qualquer tentativa dos EUA de transitar pelo estreito sem a autorização iraniana será fortemente contestada", afirma um comunicado.
O texto também faz um alerta aos países vizinhos: "Aos líderes dos países da região, qualquer cooperação com os EUA será considerada guerra contra o Irã".
A Guarda Revolucionária iraniana também afirmou que mantém sua "autoridade e controle sobre o Estreito de Ormuz".
"Ao interferir no Estreito de Ormuz, os EUA colocaram em sério risco a segurança do fornecimento global de petróleo e gás", disse o porta-voz.
Irã diz que estreito está fechado, EUA negam
Embarcações no Estreito de Ormuz, vistas de Musandam, Omã
REUTERS / Stringer
Segundo o Irã, o Estreito de Ormuz voltou a ser fechado no sábado (11). Os Estados Unidos — tanto Trump quanto o comando militar que atua na região — negam.
O anúncio foi feito por Teerã depois que os EUA disseram ter atacado 140 alvos militares iranianos em 24 horas, totalizando mais de 300 durante três noites de ofensiva.
Segundo o Comando Central dos EUA, o objetivo foi retaliar ataques iranianos contra embarcações na região. A Guarda Revolucionária do Irã confirmou ter disparado tiros de advertência.
O objetivo da ofensiva, afirmou o Comando Central dos EUA em comunicado, era retaliar ataques feitos pelo Irã a embarcações. A Guarda Revolucionária iraniana confirmou que disparou tiros de advertência e alertou:
"Várias embarcações tentaram seguir uma rota não autorizada e ignoraram nossos avisos e sinais. Uma embarcação que comprometeu a segurança marítima ao desativar seus sistemas foi atingida por tiros de advertência e detida."
O grupo acrescentou:
"O Estreito de Ormuz permanecerá fechado até segunda ordem e até a conclusão das operações dos EUA na região. Nenhuma embarcação terá permissão para passar."
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2026-07-13 23:00:29 (1 week ago)
Uma seleção, várias identidades: como os jogadores ajudam a entender a Espanha além do futebol

Seleção da Espanha treina em Dallas, no Texas, na véspera da semifinal da Copa.
Reuters/Albert Gea
A Espanha joga contra a França, nesta terça-feira (14), na semifinal da Copa do Mundo. Na busca pelo segundo título mundial, a seleção comandada por Luis de la Fuente leva para o campo mais do que apenas um time de futebol: a equipe ajuda a entender as diferenças culturais e regionais do país.
Organizado em 17 Comunidades Autônomas (Andaluzia, Aragão, Astúrias, Ilhas Baleares, Ilhas Canárias, Cantábria, Castela e Leão, Castela-Mancha, Catalunha, Extremadura, Galiza (ou Galícia), Comunidade de Madrid, Múrcia, Navarra, País Basco, La Rioja, Comunidade Valenciana) e 2 cidades autônomas (Ceuta e Melilla), a Espanha possui uma tradição histórica de forte autonomia regional. Não é à toa que as regiões são chamadas de comunidades autônomas.
Os diferentes territórios mantêm idiomas próprios e culturas distintas, e algum deles movimentos separatistas. Embora o “castelhano” ou “espanhol” seja a língua oficial do país, outros idiomas como, catalão, galego, basco, valenciano e aranês são reconhecidos como oficiais em suas respectivas comunidades.
Afinal, como entender a Espanha por meio dos jogadores da seleção?
Mapa da Espanha
Editora de Arte/g1
Lamine Yamal - Catalunha
Catalunha
Editoria de Arte/g1
O novo astro da seleção espanhola Lamine Yamal, nasceu em Esplugues de Llobregat, área metropolitana de Barcelona - que pertence à comunidade da Catalunha. Localizada no nordeste da Espanha, na costa do Mar Mediterrâneo, faz fronteira com a França e com Andorra. Equipes de futebol dessa região, como o FC Barcelona, o Barça, conhecido internacionalmente.
A Catalunha é uma das regiões da Espanha mais conhecidas pelo seu histórico movimento separatista e pela forte identidade cultural. Sua capital é Barcelona, uma das cidades mais importantes do país.
Além disso, se destaca pela sua relevância econômica, industrial e turística, contribuindo significativamente para a economia espanhola. O catalão é a língua própria da Catalunha e é cooficial com o castelhano.
Culturalmente, os Castells são uma das tradições declaradas como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO, e simbolizam força, equilíbrio, coragem e união. Os grupos constroem impressionantes torres humanas com vários andares, que podem chegar a 13 metros.
O atacante espanhol de 19 anos é filho de pai marroquino e mãe da Guiné Equatorial, o que também representa a Espanha, como um país em que os imigrantes estão cada vez mais presentes.
Segundo dados do Instituto Nacional de Estadística (INE), o crescimento populacional da Espanha tem sido impulsionado principalmente pela chegada de estrangeiros, especialmente colombianos, marroquinos e venezuelanos. No primeiro trimestre de 2026, a população espanhola aumentou em 97 mil pessoas.
Além de Yamal, outros membros da equipe são catalães como: Dani Olmo, Pau Cubarsí, Eric García, Marc Cucurella, Marc Pubill, Joan García, David Raya e Víctor Muñoz.
Rodri - Madri
Madri
Editoria de Arte/g1
Líder da seleção espanhola, Rodrigo Hernández, o Rodri, nasceu em Madri, capital da Espanha e o coração político e administrativo do país. Está localizada na parte central do país.
Diferentemente de regiões como a Catalunha e o País Basco, que historicamente defendem maior autonomia, Madri é associada ao poder central espanhol.
A cidade se tornou a capital da Espanha no século XVI e abriga até hoje as principais instituições do Estado. É em Madri que estão sediados o Parlamento, o governo nacional e o Palácio Real, residência oficial do rei espanhol.
A Espanha é uma monarquia parlamentarista, na qual o rei Felipe VI atua como chefe de Estado, enquanto o primeiro-ministro exerce a chefia de governo, em um sistema semelhante ao do Reino Unido.
Além de Rodri, outros nomes importantes da seleção nasceram na região de Madri, como Álvaro Morata e Marcos Llorente, reforçando a presença da capital em uma equipe formada por jogadores de origens bastante distintas.
E é claro, foi nessa comunidade que surgiu o famoso Real Madrid, um dos clubes mais vitoriosos e conhecidos do futebol mundial.
Fabián Ruiz - Andaluzia
Andaluzia
Editoria de Arte/g1
O meio-campista Fabián Ruiz nasceu no Los Palacios y Villafranca na província de Sevilha, localizada na região da Andaluzia, que é a comunidade autônoma mais populosa da Espanha.
Ao sul do país, a Andaluzia é banhada tanto pelo Oceano Atlântico quanto pelo Mar Mediterrâneo. Na província de Cádiz fica o Estreito de Gibraltar, onde Europa e África estão separadas por apenas cerca de 14 quilômetros.
A comunidade concentra alguns dos elementos mais associados à identidade cultural do país, como o flamenco, as Feiras Andaluzas e parte importante do patrimônio histórico espanhol.
A região também é marcada pelo legado árabe. Entre os séculos VIII e XV, grande parte desse território esteve sob domínio islâmico, o que deixou heranças na arquitetura, na culinária e nas tradições locais. Monumentos como a Alhambra de Granada e a Mesquita-Catedral de Córdoba estão entre os exemplos mais conhecidos.
Pedri e Yéremy Pino - Ilhas Canárias
Ilhas Canárias
Editoria de Arte/g1
Os jogadores Pedri, de Tenerife, e Yéremy Pino, de Las Palmas, mostram que o futebol espanhol vai além do continente. Afinal, o país tem dois grupos de ilhas: as ilhas Canárias e as Ilhas Baleares.
Conhecidas por suas praias e sua característica vulcânica, as Ilhas Canárias são fruto de uma mistura histórica entre as culturas aborígine (povo Guanche), espanhola e influências africanas e latino-americanas. Isso devido à sua localização a sudoeste da Espanha e próximas do continente africano. Além disso, o Carnaval de Santa Cruz de Tenerife é um dos mais famosos da Europa e atrai milhares de pessoas todos os anos.
De acordo com a pesquisa realizada em 2026 pelo Instituto Nacional de Estadística (INE), durante os primeiros 3 meses do ano, o número de turistas do país aumentou 2,5% e superou 17,5 milhões de pessoas.
A Espanha é o segundo país mais visitado do mundo, e as Canárias foi o principal destino turístico mais buscado.
Borja Iglesias - Galícia
Galícia
Editoria de Arte/g1
O atacante Borja Iglesias nasceu em Santiago de Compostela, na província de A Coruña, e é o único jogador da seleção nascido na Galícia.
Localizada no noroeste da Espanha, acima de Portugal e próxima ao Oceano Atlântico, a região também tem língua própria. O galego é um idioma que compartilha sua origem com o português, uma mescla entre o português e o espanhol.
A influência cultural de Portugal na região é marcante. Na gastronomia, por exemplo, pratos à base de peixe, marisco, polvo e caldo são parecidos com a região do norte de Portugal. Além disso, as tradições rurais, as festas populares, a música tradicional e a hospitalidade apresentam diversas semelhanças com a cultura portuguesa, especialmente com as regiões do Minho e do Norte de Portugal.
A capital da comunidade é Santiago de Compostela, um dos principais destinos de peregrinação cristã no mundo devido ao famoso Caminho de Santiago. Politicamente, a Galícia possui movimentos nacionalistas e autonomistas que defendem maior autonomia e a valorização da identidade galega.
Nico Williams - País Basco
País Basco
Editoria de Arte/g1
E por fim, Nico Williams nasceu na cidade de Pamplona, na Comunidade Autônoma de Navarra, e se tornou um dos principais símbolos do futebol basco contemporâneo.
A cidade de Pamplona é mundialmente conhecida pela tradicional Festa de San Fermín, em que ocorrem as corridas de touros pelas ruas da cidade, acompanhadas pelos tradicionais trajes brancos com lenços vermelhos usados pelos participantes. Por mais que sejam de comunidades autônomas diferentes, tem muitas semelhanças culturais com o País Basco.
O País Basco é uma comunidade autónoma localizada no norte da Espanha, a capital administrativa é Vitoria-Gasteiz, embora Bilbao seja a cidade mais conhecida e a mais populosa.
A comunidade possui uma das regiões mais singulares da Europa. A língua basca, Euskera, não tem relação com nenhum outro idioma do continente. Durante décadas, a região também foi marcada pelo conflito envolvendo o grupo separatista ETA (Euskadi Ta Askatasuna), que defendia a independência do território, mas que encerrou suas atividades e foi dissolvido em 2018.
A seleção Espanhola da Copa do Mundo de 2026 conta com seis jogadores bascos: Unai Simón, Aymeric Laporte, Martín Zubimendi, Mikel Merino , Mikel Oyarzabal e Nico Williams.
*estagiária sob supervisão de Aline Lamas
Agora no g1
Globo News - Mundo
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2026-07-13 23:00:17 (1 week ago)
Como o 'novo normal' no Estreito de Ormuz impacta o petróleo e vira pedra no sapato de Trump

Trump diz que EUA vão controlar o Estreito de Ormuz e cobrar 20% sobre carga de embarcações
A crise no Estreito de Ormuz criou um "novo normal" para o mercado de petróleo. Ameaças militares, decisões geopolíticas e disputas pelo controle da passagem passaram a afetar preços, transporte e cadeias globais de abastecimento — mesmo sem um bloqueio completo da rota.
A região também se tornou uma importante ferramenta de pressão do Irã no conflito com os Estados Unidos e um desafio para Donald Trump, que enfrenta os efeitos econômicos da escalada às vésperas das eleições de meio de mandato, em novembro. (leia mais abaixo)
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Nos últimos dias, ofensivas dos dois países colocaram em xeque o cessar-fogo anunciado em junho e reacenderam as preocupações sobre a segurança da navegação na região, pressionando novamente os preços do petróleo.
Nesta segunda-feira (13), o barril do tipo Brent, referência internacional do petróleo, chegou a subir mais de 9%, a US$ 83,04 o barril, após Trump anunciar que os EUA pretendem controlar o Estreito de Ormuz e cobrar 20% sobre as cargas que passarem pela rota.
🔎 O estreito liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma das principais rotas de transporte de energia do mundo. Ao todo, passam por ali cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.
Embarcações no Estreito de Ormuz , vistas de Musandam, Omã
REUTERS / Stringer
Nova dinâmica no mercado
No início da guerra, o temor era de que uma interrupção no fornecimento provocasse uma disparada do petróleo. Agora, o novo normal é o sobe e desce, com oscilações mais bruscas nas cotações mesmo sem uma interrupção efetiva da oferta.
"A principal característica desse novo cenário é a volatilidade e a incerteza", resume Jackson Campos, especialista em comércio exterior.
"Não se trata da falta de petróleo em si, porque isso não tem acontecido. Mas a possibilidade de interrupção faz com que armadores, seguradoras e refinarias reajam de forma preventiva, elevando os custos em um 'efeito chicote' mesmo antes de um bloqueio de fato", acrescenta.
Segundo Campos, o mundo passou a monitorar a rota com maior atenção. Com isso, qualquer declaração política ou ameaça envolvendo EUA e Irã pode provocar uma reação imediata nos preços, incorporando o risco geopolítico ao custo diário do frete e do seguro marítimo.
Evolução da cotação do petróleo.
Arte/g1
O economista Adriano Pires, sócio-fundador e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), afirma que o Estreito de Ormuz se tornou a principal referência para a formação dos preços do petróleo no curto e médio prazo.
Ele acrescenta que os conflitos recentes, incluindo a guerra entre Rússia e Ucrânia, mostraram uma relação cada vez mais estreita entre segurança energética, segurança alimentar e inflação.
"O novo normal vai além do Estreito de Ormuz. Existem duas áreas do mundo que estão passando por processos complicados e que levam a esse cenário", diz.
Rússia e Oriente Médio são regiões estratégicas para a oferta global de energia e fertilizantes — com papel relevante na produção de petróleo, gás natural e insumos agrícolas.
"A briga atual é quem vai mandar no Estreito de Ormuz. Enquanto isso não for resolvido — o que acredito que irá demorar — vamos viver períodos mais tensos e menos tensos", acrescenta.
Infográfico - Estreito de Ormuz
Arte/g1
Pedra no sapato de Trump
A volatilidade do petróleo representa um desafio adicional para Donald Trump, que tem defendido preços mais baixos de energia como forma de estimular a economia americana e conter a inflação.
Nos EUA, uma alta do barril tende a chegar rapidamente aos combustíveis, já que o governo não controla os preços da gasolina — diferentemente do que ocorre no Brasil, onde a Petrobras tem papel relevante na formação dos preços.
Para Gunter Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, o Irã identificou justamente esse ponto de vulnerabilidade dos EUA: o impacto da energia sobre a economia e o consumidor.
Ele avalia que, ao usar o Estreito de Ormuz como instrumento de pressão, Teerã atinge diretamente um tema sensível para Trump.
"O Irã ganhou a guerra justamente porque entendeu que o Estreito de Ormuz fechado faria com que o preço do petróleo e dos combustíveis subisse nos EUA. Isso afeta o eleitor, atingindo até mesmo a base 'MAGA' do presidente Trump", afirma.
Os preços da gasolina já voltaram a subir nos EUA diante da nova escalada das tensões na região.
Segundo a associação automobilística AAA, a média nacional do combustível chegou a US$ 3,84 por galão em 9 de julho, alta de 5 centavos em um dia — embora ainda abaixo do pico de US$ 4,56 registrado em maio.
O movimento aumenta a preocupação da Casa Branca com a proximidade das eleições de meio de mandato (midterms), em novembro. Além de governadores, os americanos vão escolher as 435 cadeiras da Câmara e 35 do Senado. Hoje, os republicanos controlam as duas Casas do Congresso.
O que esperar à frente
Adriano Pires, do CBIE, avalia que um petróleo acima de US$ 90 por barril seria um problema político para Trump às vésperas das eleições. Por isso, o presidente americano deve tentar evitar que os preços ultrapassem esse nível para reduzir impactos sobre os combustíveis e a inflação.
"Até novembro, acho que não vai ter petróleo acima de US$ 90. Sabemos que terá eleição americana, e petróleo muito caro aumenta o preço da gasolina e dos derivados nos EUA", afirma.
No auge da crise do petróleo causada pelas tensões no Estreito de Ormuz, entre março e abril, a commodity chegou a encostar nos US$ 120 por barril.
Do ponto de vista do mercado, o especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a previsão é de adaptação a essa nova realidade.
"A tendência é o mercado se adaptar a essa nova realidade, diversificar fornecedores e buscar contratos mais flexíveis para tentar até fugir de Ormuz enquanto a situação não se estabiliza", conclui.
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Jordan Walker hit a walk-off home run to defeat Kyle Schwarber and silence the Citizens Bank Park crowd to win the 2026 MLB Home Run Derby.
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An Immigration and Customs Enforcement officer has fatally shot a motorist in Maine.
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Jesse Watters Primetime - Monday, July 13
Lindsey Graham, Iran, Trump, Strait of Hormuz, US Treasury
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