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Gazeta do Povo - Mundo

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2026-07-10 08:23:48 (23 hours ago)

Trump demite democratas e desmonta agência de apoio a eleições


Medida ocorre a quatro meses das midterms e depois de a Suprema Corte ter dado amplos poderes a Trump para demitir diretores de agências

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Globo News - Mundo

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2026-07-10 08:19:05 (23 hours ago)

Bombeiros de SP encerram missão de resgate na Venezuela após terremoto e iniciam retorno ao Brasil


Bombeiros de SP chegam à Venezuela em missão de ajuda às vítimas do terremoto A equipe de bombeiros paulista encerrou, nesta quinta-feira (9), as atividades operacionais da missão humanitária realizada na Venezuela após o terremoto que atingiu o país. Os tremores mataram oficialmente mais de 3.889 pessoas. Com o fim das operações de busca e resgate, os integrantes da força-tarefa iniciam o processo de desmobilização e têm retorno ao Brasil previsto para esta sexta-feira (10). A missão reuniu especialistas em busca, resgate e atendimento a desastres dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, que atuaram em conjunto com autoridades venezuelanas e equipes internacionais. Segundo o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo, os militares paulistas participaram de operações ininterruptas em áreas de estruturas colapsadas. Ao longo da missão, foram realizadas 90 intervenções operacionais, que resultaram na localização e retirada de 23 corpos dos escombros (sendo 11 homens, nove mulheres e três pessoas cujo sexo não pôde ser identificado). As ações seguiram protocolos internacionais de resposta a desastres e contaram com o uso de equipamentos especializados, tecnologia de busca e cães treinados para localização de vítimas. A participação paulista ocorreu em duas etapas. A primeira equipe embarcou para a Venezuela em 26 de junho, formada por 11 bombeiros militares, dois médicos, um representante da Defesa Civil, as cadelas de busca Malina e Kiara e cerca de cinco toneladas de equipamentos. Bombeiros de São Paulo foram para a Venezuela no no final de junho para ajudar nas buscas por vítimas do terremoto. Divulgação/Bombeiros de SP Dois dias depois, em 28 de junho, uma segunda equipe foi enviada ao país, composta por 16 bombeiros militares, um representante da Defesa Civil e aproximadamente quatro toneladas de equipamentos, ampliando a capacidade operacional da força-tarefa brasileira. O retorno das equipes começa nesta sexta-feira (10). A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira deve chegar a Caracas às 6h para o embarque dos equipamentos utilizados na missão. A decolagem está prevista entre 12h e 13h, com escala em Brasília. Os integrantes de São Paulo e Paraná seguirão para a Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, com chegada prevista para as 22h. Já a equipe de Minas Gerais retornará ao Brasil em uma aeronave própria. Em nota, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo afirmou que a atuação na Venezuela reforça o compromisso da corporação com a cooperação humanitária internacional, colocando sua experiência e capacidade operacional à disposição em missões de resposta a desastres quando solicitado. Nova fase da ajuda O governo brasileiro prepara uma nova fase de ajuda humanitária à Venezuela, após os terremotos que há duas semanas mataram pelo menos 3.889 pessoas e destruíram a nação caribenha. Na quinta-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu por mais de duas horas com ministros e assessores para fazer um balanço das ações já realizadas na Venezuela e para avaliar o que é possível fazer em uma nova etapa de reconstrução do país venezuelano. Segundo interlocutores, a reunião não foi conclusiva. A avaliação na equipe de Lula é que a nova ação deve ser ainda mais coordenada com as necessidades da Venezuela. Número de mortos na Venezuela sobe para 3,8 mil Participaram da reunião o chanceler Mauro Vieira (Relações Exteriores), o assessor especial da Presidência, Celso Amorim, as ministras Miriam Belchior (Casa Civil) e Fernanda Machiaveli (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Marcelo Damasceno. As operações na Venezuela são coordenadas pela Casa Civil. O governo brasileiro aguarda neste momento mais informações do lado da Venezuela com uma indicação do que mais precisam de auxílio para definir nos próximos dias seu novo plano de operação no país. ➡️ No final de junho, dois terremotos em sequência atingiram a região norte do país, onde fica Caracas. Além das mortes, os tremores derrubaram prédios e deixaram um rastro de destruição na capital venezuelana e arredores. Os sismos foram os mais fortes no país em mais de 100 anos. O número de mortos em decorrência dos terremotos subiu para pelo menos 3.889, enquanto o número de feridos permaneceu em quase 17 mil, segundo um boletim oficial do governo divulgado nesta quinta-feira (9). A primeira fase das ações realizadas pelo Brasil em apoio à população venezuelana contou até agora com: 6 voos humanitários (5 da FAB e um voo solidário da Gol); 60 toneladas de suprimentos, equipamentos e insumos médicos 100 purificadores de água; Hospital de campanha com até 30 leitos, capacidade cirúrgica e de atendimento emergencial, módulo infantil e preparo para pandemias; 93 militares da Marinha para operação do hospital de campanha; 71 bombeiros militares; 4 especialistas da Defesa Civil; 6 técnicos da Anatel. Um dos principais destinos turísticos da Venezuela se torna o centro da maior tragédia do país em décadas Jornal Nacional/ Reprodução Ajuda a Cuba O governo brasileiro também planeja intensificar a ajuda humanitária que já tem enviado para Cuba. O país caribenho sofre com restrições e bloqueios por parte dos Estados Unidos. Na reunião da quinta, Lula e sua equipe também trataram do assunto. Há uma preocupação dentro do governo brasileiro de que a situação de Cuba está se tornando um problema humanitário cada vez maior. E que, segundo relatos recebidos, a fome no país tem aumentado, principalmente entre crianças. Agora, o governo brasileiro estuda como ajudar Cuba de forma eficaz já que o país está, por exemplo, sem energia. Na segunda-feira (6), um novo corte generalizado de energia, o terceiro nos últimos seis meses, afetou Cuba. As ações de cooperação humanitária do Brasil são coordenadas pela Agência Brasileira de Cooperação, em contato com diversos ministérios, que viabilizam as doações. O presidente americano, Donald Trump, afirmou para jornalistas na Casa Branca que acredita que terá a "honra" de tomar Cuba. O sufocamento atual de Cuba também está diretamente ligado à política adotada pelo governo de Donald Trump, que intensificou as sanções econômicas contra a ilha.

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Fox News - U.S. News

Fox News - U.S. News

2026-07-10 08:19:01 (23 hours ago)

8 indicted in planned sniper attack at White House UFC 250 event, DOJ says

Eight suspects face terrorism charges after allegedly amassing explosives, firearms, and drones while coordinating on Signal, Discord and TikTok.

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-07-10 08:17:43 (23 hours ago)

How top Syrian diplomat Asaad al-Shaibani’s road to Damascus is shaking the Mideast

Syrian Foreign Minister Asaad al-Shaibani’s diplomatic motorcade hit the road shortly after his appointment. From Riyadh to Beirut, Washington to Moscow, Shaibani has been at the forefront of President Ahmed al-Sharaa’s bid to open a new chapter in Mideast history. But the rebel official-turned-diplomat may find Damascus does not hold all the cards in a volatile region.

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Globo News - Mundo

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2026-07-10 08:16:49 (23 hours ago)

Movimento de navios cai no Estreito de Ormuz em meio à escalada de tensão entre EUA e Irã


Estreito de Ormuz Reuters/Stringer O movimento de navios no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo, diminuiu nesta semana, em meio à escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. Dados de rastreamento marítimo mostraram que apesar de pelo menos 22 embarcações — todas ligadas ao Japão — terem deixado o Golfo desde terça-feira (7), o tráfego diário geral reduziu na região. Segundo a Reuters, empresas de navegação e governos acompanham de perto a situação no Estreito, após os ataques iranianos desta semana contra navios comerciais e as ações retaliatórias dos Estados Unidos contra o Irã. Dados da Kpler e da LSEG mostram que pelo menos cinco navios-tanque de GNL sem carga entraram no Estreito de Ormuz nos últimos dias. Agora no g1 Entre eles estão o GasLog Shanghai, operado pela empresa de navegação grega GasLog, e quatro embarcações ligadas à QatarEnergy: Al Samriya, Al Dafna, Al Gattara e Al Rayyan. Segundo os dados, o GasLog Shanghai e o Al Rayyan provavelmente entraram no Estreito de Ormuz durante a madrugada, após terem sido avistados fora da via navegável em 9 de julho. Os outros três navios ligados à QatarEnergy haviam sido vistos pela última vez na costa oeste da Índia, fora do Estreito de Ormuz. Segundo os dados, o Al Samriya e o Al Gattara foram identificados na região entre 18 e 19 de junho, enquanto o Al Dafna apareceu pela última vez em 29 de junho. A QatarEnergy e a GasLog não responderam imediatamente aos pedidos de comentário feitos fora do horário comercial por parte da Reuters. O superpetroleiro Nissos Kea entrou no Estreito de Ormuz na quinta-feira, enquanto o Lila Vadinar deixou a passagem marítima. "O que mudou em relação ao início do conflito é que o Irã passou a atacar embarcações que utilizam a rota de Omã, em vez de mirar todos os navios. Isso pode levar mais embarcações a optar pela rota iraniana ou a adotar medidas mais discretas ao atravessar o estreito", disse Xavier Tang, analista sênior de mercado da Vortexa. Fontes do setor afirmaram à Reuters que as embarcações têm desligado com mais frequência os sistemas públicos de rastreamento AIS, o que dificulta o monitoramento de todos os navios que cruzam o estreito. Uma análise da Kpler dos navios que podem ser monitorados mostrou que o tráfego diário de petroleiros e navios-tanque de GNL caiu na quinta-feira para o menor nível desde 28 de junho. Foram 10 embarcações transitando pelo estreito, ante 14 na quarta-feira e 22 na segunda-feira. Ataques entre EUA e Irã Na noite de quarta-feira (8), as forças do Comando Central dos EUA realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã, com o objetivo de reduzir a capacidade do país de atacar navios no Estreito de Ormuz. A ação militar atingiu cerca de 90 alvos estratégicos ao longo da costa iraniana. Entre as estruturas destruídas ou danificadas estão sistemas de defesa aérea, ativos de vigilância costeira, locais de armazenamento de mísseis e drones, capacidades navais e infraestrutura de logística militar. LEIA MAIS O que é o Estreito de Ormuz, fundamental para petróleo mundial Entenda o que está por trás da nova onda de ataques entre EUA e Irã Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região. Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações. Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima. *Com informações da agência de notícias Reuters.

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Fox News - Top Stories

Fox News - Top Stories

2026-07-10 08:16:24 (23 hours ago)

WNBA player who battered Caitlin Clark elbows another Fever star in the face, but there's a catch

Alyssa Thomas scored 22 points but threw a physical elbow at Lexie Hull as Indiana beat Phoenix 92-89 without Caitlin Clark in the lineup.

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Times of Israel - World News

Times of Israel - World News

2026-07-10 08:15:55 (23 hours ago)

Thai court accepts damages petition from crew of ship in deadly Strait of Hormuz attack

3 sailors say ship's operators put them in danger, left them unable to work; crew member: 'These days, I'm taking sedatives... I take them and sleep'

The post Thai court accepts damages petition from crew of ship in deadly Strait of Hormuz attack appeared first on The Times of Israel.

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The Guardian - World News

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2026-07-10 08:15:09 (23 hours ago)

Wing wizards or worries? England and Norway have choices to make out wide

Thomas Tuchel seems undecided, while Ståle Solbakken has been structured before the World Cup quarter-final

While there will be much focus on Harry Kane and Erling Haaland before England’s match with Norway, they carry no mystery. They will play. They will probably score.

A more complex decision for both Thomas Tuchel and Ståle Solbakken is who they choose to deploy as their wingers. Neither team have completed a game this summer fielding the wide forwards who began it.

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Fox News - Sports

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2026-07-10 08:14:44 (23 hours ago)

How to Watch the World Cup Today: Schedule, Times, TV, Streaming for Quarterfinal Two

Spain faces Belgium in the World Cup quarterfinals today. Get kickoff time, TV channel and streaming info. Matches air on FOX and FS1.

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The Guardian - World News

The Guardian - World News

2026-07-10 08:14:17 (23 hours ago)

Jürgen Klopp reveals failed private jet push to sign Kylian Mbappé for Liverpool

  • Plane flew in circles while talks with family took place

  • ‘The most expensive non-transfer we’ve ever made’

Jürgen Klopp has revealed the impressive lengths Liverpool went to in their attempts to sign a teenage Kylian Mbappé from Monaco.

Liverpool were one of a number of top European clubs who tried to sign the forward when he emerged in a talented Monaco side that reached the Champions League semi-finals in 2016-17. He ultimately joined Paris Saint-Germain on loan in August 2017 before signing permanently for €180m the following year.

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Fox News - Top Stories

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2026-07-10 08:12:39 (23 hours ago)

Prestigious international pro wrestling tournament begins in US for second time, Rocky Romero breaks it down

G1 Climax 36 kicks off Saturday in Chicago with Yota Tsuji and Konosuke Takeshita headlining as the top favorites in the legendary NJPW event.

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Fox News - Video

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2026-07-10 08:10:01 (23 hours ago)

New Japan's Rocky Romero previews G1 Climax

New Japan Pro-Wrestling's Rocky Romero breaks down the G1 Climax in an interview with Fox News Digital.

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