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New York Times - World News

New York Times - World News

2026-07-15 23:21:53 (1 week ago)

Iranian American Woman Held in Iran on Spying Charges Is Released

The dual Iranian-U.S. citizen, Dena Karari, had her passport seized in December 2024 and had not been able to leave Iran as she faced espionage charges.

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Times of Israel - World News

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2026-07-15 23:21:53 (1 week ago)

Incoming Colombian FM says country will be ninth to open embassy in Jerusalem

Jerusalem says Omar Bola Escobar and Gideon Sa'ar also agreed to restore full diplomatic ties, after Abelardo de la Espriella campaigned on 'renewing a strategic alliance' with Israel

The post Incoming Colombian FM says country will be ninth to open embassy in Jerusalem appeared first on The Times of Israel.

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The Guardian - World News

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2026-07-15 23:20:54 (1 week ago)

US military says it disabled tanker trying to breach blockade amid new wave of strikes on Iran – Middle East crisis live

Central Command says US aircraft fired missiles into oil tanker’s smokestack in strait of Hormuz as US strikes Iran for fourth consecutive day

For a second day in a row, US strikes targeted Iran’s southern port city of Bushehr, home to the country’s only civilian nuclear plant, according to the state news agency IRNA quoting a local official.

“In continuation of the brutality of the American enemy, three points in the city of Bushehr were attacked today,” Mohammad Mozaffari, the governor of Bushehr, was quoted as saying.

In the recent attacks on the southern part of the country, more than 30 civilians lost their lives. While expressing our condolences and sympathy to the bereaved families, we honour the memory of the fallen. The government will stand by the people with all its might. The south of Iran is the beating heart of this land. The south of Iran, the soul of Iran.”

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New York Times - World News

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2026-07-15 23:17:47 (1 week ago)

Here’s the latest.

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Fox News - Video

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2026-07-15 23:15:08 (1 week ago)

GOP lawmakers slam Democrats for skipping fraud hearing

‘Fox News @ Night’ panelists discuss GOP lawmakers criticizing their Democratic colleagues for skipping the Senate Homeland Security Committee's ‘Exposing Fraud in America’ hearing.

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Fox News - Video

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2026-07-15 23:14:25 (1 week ago)

'Gutfeld!': Chuck cuts the cheese bringing Congress to its knees

Comedian Joe Machi and the 'Gutfeld!' panel discuss Sen. Chuck Schumer, D-N.Y., appearing to let loose a massive fart on the Senate Floor.

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Fox News - Video

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2026-07-15 23:14:06 (1 week ago)

Trace Gallagher: Tim Walz is back in the news… and we have a few thoughts

The Common Sense Department is beginning to see why the far left wants to get rid of police, cash bail, and prisons— who needs to spend their life behind bars for simply having a bad day?

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RT News - Top Stories

RT News - Top Stories

2026-07-15 23:03:55 (1 week ago)

China to ‘firmly defend’ its companies against US tariffs on Russian energy buyers

Preview China has vowed to defend its firms after the US Senate proposed a bill that could impose 100% tariffs on top Russian energy buyers
Read Full Article at RT.com

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Fox News - Video

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2026-07-15 22:58:13 (1 week ago)

Could GLP-1 drugs worsen ALS? Why weight loss may carry hidden risks

GLP-1 drugs can help diabetes and obesity, but in ALS, weight loss may speed decline. New reports suggest doctors should be cautious when neurodegenerative disease is part of the picture.

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-07-15 22:58:04 (1 week ago)

Tarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros


EUA anunciam tarifa de 25% sobre produtos brasileiros O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou nesta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. A medida entra em vigor em 22 de julho. A decisão é resultado de uma investigação comercial do USTR que levou um ano, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo que permite ao governo americano apurar e combater possíveis barreiras comerciais em outros países. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 No processo, o governo de Donald Trump afirma que o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria. (leia mais abaixo) Mesmo com as acusações, itens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram fora da nova cobrança. A lista inclui produtos considerados sensíveis para a economia americana, seja pelo potencial impacto sobre preços, seja pela ausência de produção doméstica suficiente. Pelo lado do Brasil, boa parte dos produtos mais importantes da pauta exportadora não será taxado pela nova medida. O presidente dos EUA, Donald Trump, reage enquanto fala com a imprensa no dia da cúpula de líderes da OTAN em Ancara, Turquia, em 8 de julho de 2026 REUTERS/Umit Bektas A investigação foi encerrada pelo órgão comercial após análises e negociações entre os governos Lula (PT) e Trump. Também participaram representantes de diferentes setores da economia por meio de audiências públicas realizadas neste mês, como parte da reta final do processo. Segundo o USTR, o governo Trump tentou negociar com o Brasil ao longo do último ano, mas não obteve sucesso em derrubar as práticas que considera injustas. (veja o resumo das reclamações abaixo) Integrantes do governo brasileiro afirmam que três temas concentraram os principais impasses nas tratativas: o PIX, a ampliação do acesso do etanol americano ao mercado brasileiro e uma proposta de moratória de quatro anos para isentar plataformas digitais do pagamento de tributos e multas. Ouvidos pelo blog do Valdo Cruz antes da publicação da decisão pelo USTR, interlocutores do governo Lula afirmaram que esses pontos apresentados pelos americanos são considerados inegociáveis pelo Brasil. A avaliação também é de que a aplicação da nova tarifa se trata de uma decisão política. As autoridades americanas, por sua vez, negam que a represália esteja sendo usada com esse objetivo. O governo americano diz que busca apenas reverter práticas comerciais que prejudicam a competitividade dos EUA. Assim, entendem que as tarifas não buscam, por exemplo, o fim do PIX, mas alterações no funcionamento do sistema para evitar o que Washington considera condições desleais para empresas americanas de pagamentos eletrônicos. Conforme já mostrou o g1, especialistas apontam que não há razões consistentes para questionar o sistema de pagamento instantâneo brasileiro. Quando a nova taxa passa a valer? A tarifa de 25% entrará em vigor em 22 de julho, mas não será aplicada a mercadorias que já tiverem deixado o Brasil em direção aos EUA. Apesar da decisão, o governo americano afirmou que a medida poderá ser modificada ou suspensa caso o Brasil elimine as práticas questionadas. Em um processo paralelo, conduzido com base na mesma legislação, a gestão Trump prevê a aplicação de uma taxa adicional de 12,5% para 60 economias, incluindo o Brasil. A justificativa é que essas nações não adotaram medidas consideradas suficientes para impedir a circulação de produtos fabricados com trabalho forçado. A adoção desta taxa ainda está em análise. Como começou a investigação sobre as tarifas contra o Brasil O Escritório do Representante de Comércio dos EUA concluiu em junho a investigação que tem com base na Seção 301 da Lei de Comércio. No relatório final, o órgão afirmou que algumas políticas brasileiras seriam "irracionais" ou "restritivas" e poderiam prejudicar empresas e exportadores dos EUA. E apontou ainda as seguintes práticas do governo brasileiro "oneram ou restringem" o comércio com os EUA: A investigação analisou temas como: PIX e serviços de pagamento: o USTR afirma que o sistema brasileiro favorece o PIX em detrimento de empresas americanas. Regulação de plataformas digitais: o órgão questiona decisões judiciais brasileiras envolvendo redes sociais e empresas de tecnologia dos EUA. Acordos comerciais: os americanos criticam tarifas preferenciais concedidas pelo Brasil a parceiros como México e Índia. Desmatamento ilegal: o relatório aponta falhas na fiscalização ambiental. Mercado de etanol: os EUA alegam falta de reciprocidade no acesso ao mercado brasileiro. Propriedade intelectual: o documento cita problemas no combate à pirataria e demora na análise de patentes. Combate à corrupção: o USTR critica medidas adotadas pelo Brasil e cita decisões relacionadas à Operação Lava Jato. LEIA TAMBÉM PIX, STF, redes sociais: entenda as críticas dos EUA para propor tarifa de 25% Investigação dos EUA contra o PIX expõe disputa global por controle dos pagamentos digitais Paralelamente, os EUA concluíram uma investigação sobre produtos fabricados com trabalho forçado e incluíram o Brasil entre os países que, segundo o governo americano, não fiscalizariam adequadamente a entrada dessas mercadorias. Nesse caso, foi proposta uma sobretaxa adicional de 12,5%. Na avaliação do governo brasileiro, as duas medidas podem ser aplicadas de forma cumulativa, levando a uma tarifa total de até 37,5% sobre parte das exportações brasileiras aos EUA. O que é a Seção 301 A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 permite ao governo dos EUA investigar políticas e práticas de outros países que possam prejudicar empresas ou exportadores americanos. 🔎 O mecanismo dá ao Escritório do Representante Comercial dos EUA poder para apurar possíveis barreiras comerciais e, caso conclua que elas existem, recomendar medidas de retaliação, como tarifas sobre produtos importados. O processo envolve investigação, análise técnica, consulta pública e, só depois, uma decisão sobre a aplicação das medidas. O instrumento já foi usado em disputas comerciais, principalmente contra a China, durante o primeiro governo de Donald Trump. A Seção 301 se diferencia de mecanismos como a Seção 232, usada com justificativa de segurança nacional. Enquanto a 232 mira riscos à indústria americana, a 301 é voltada a práticas consideradas comerciais desleais. Antes disso, Trump tentou impor tarifas ao Brasil usando a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), com sobretaxa de até 50% sobre produtos brasileiros. A medida foi derrubada pela Suprema Corte dos EUA, que decidiu que a lei não autorizava o presidente a criar tarifas de importação. Audiências reuniram setor produtivo brasileiro Senador Flávio Bolsonaro em audiência dos EUA contra tarifas Divulgação Antes da decisão final, o governo americano abriu uma consulta pública para receber manifestações sobre a proposta de tarifas. O cronograma previu inscrições para as audiências até 22 de junho, envio de contribuições por escrito até 1º de julho e a realização das audiências públicas nos dias 6 e 7 de julho. As manifestações passaram a integrar a análise que embasou a decisão final. As audiências do USTR reuniram representantes da indústria, do agronegócio e de outros setores brasileiros que tentaram evitar a aplicação da tarifa adicional de 25% sobre produtos exportados aos EUA. O principal argumento foi que a medida elevaria custos não apenas para empresas brasileiras, mas também para consumidores e cadeias produtivas americanas. 💰 Entre os principais argumentos apresentados estiveram a integração das economias dos dois países, a ausência de práticas comerciais desleais e o risco de aumento de custos para empresas dos EUA que dependem de produtos brasileiros. (leia os argumentos da indústria) Entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e representantes dos setores de café, mel, pescados e ferro-gusa defenderam negociações em vez da adoção de novas barreiras comerciais. O senador Flávio Bolsonaro também participou da audiência por iniciativa própria. Em seu discurso, afirmou que a aplicação das tarifas naquele momento seria "o pior momento possível" e pediu que os EUA adiassem a medida para permitir novas negociações. A participação dele ocorreu de forma independente, sem representar o governo brasileiro, que enviou observadores ao encontro e manteve as negociações por canais diplomáticos e técnicos. A resposta do governo brasileiro O governo brasileiro adotou uma estratégia em duas frentes para tentar evitar a aplicação das tarifas propostas pelos EUA: Contestar os argumentos apresentados pelo USTR Manter aberto o canal de negociação com Washington. Em resposta à investigação, o Itamaraty afirmou que as acusações americanas não comprovam que políticas brasileiras prejudiquem empresas dos Estados Unidos ou criem barreiras ao comércio. O governo argumenta que temas como o PIX, a regulação de plataformas digitais e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) estão relacionados a escolhas internas do país e não podem ser usados como justificativa para medidas comerciais. No documento enviado ao USTR, o Brasil rebateu ponto a ponto as críticas americanas. Sobre o PIX, afirmou que o sistema é uma infraestrutura pública aberta a empresas nacionais e estrangeiras e citou a atuação de companhias americanas no mercado brasileiro. Em relação às redes sociais, defendeu que as decisões judiciais seguem as leis brasileiras e se aplicam igualmente a empresas nacionais e estrangeiras. O governo também argumentou que os acordos comerciais firmados pelo Brasil com outros países seguem regras internacionais, que as políticas de combate ao desmatamento e à corrupção foram fortalecidas nos últimos anos e que o país possui mecanismos de fiscalização contra o trabalho análogo à escravidão. Além da defesa formal, o Brasil buscou articulação com empresas e entidades dos dois países. O governo identificou manifestações de companhias americanas contrárias às tarifas. Como o g1 mostrou, empresas americanas que dependem de importações brasileiras pressionaram Washington a retirar produtos do Brasil da lista de sobretaxas. 🔎 Em manifestações enviadas ao USTR, companhias e entidades de setores como construção, mineração, pisos, educação e habitação afirmaram que muitos produtos brasileiros não têm substitutos equivalentes e alertaram que a medida aumentaria os custos para empresas e consumidores dos EUA, sem fortalecer a produção doméstica. Negociação com os EUA seguiu até a decisão final Marco Rubio e Mauro Vieira após reunião em 13 de novembro de 2025 Reprodução/X Após as audiências, o governo passou a trabalhar com a possibilidade de as tarifas entrarem em vigor, mas ainda avaliava a chance de mudanças no texto final, como a ampliação da lista de produtos isentos da sobretaxa. Segundo integrantes do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu que o Brasil mantivesse as negociações até o fim do prazo, sem aceitar as justificativas apresentadas pelos EUA para impor as tarifas. Agora, o governo pretende analisar a lista final de produtos atingidos para definir os próximos passos, incluindo a continuidade das negociações ou a eventual adoção de medidas previstas na Lei de Reciprocidade Econômica, que permite responder a barreiras comerciais impostas por outros países.

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New York Times - World News

New York Times - World News

2026-07-15 22:55:49 (1 week ago)

Iran’s Top Negotiator Signals Door to Diplomacy Is Still Open

Facing intense divisions within Iran, Gen. Mohammad Bagher Ghalibaf both struck a defiant tone and argued that diplomacy could defend Iran’s interests.

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Fox News - Video

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2026-07-15 22:43:38 (1 week ago)

Jimmy Failla: I was trying to make sure I didn't get a parking ticket

Fox News contributor Jimmy Failla recounts his first Fox appearance on a new episode of 'Hang Out with Sean Hannity.'

Current Page: 726