France 24 - World News
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2026-07-22 01:30:00 (1 week ago)
Tour de France: Evenepoel wins time trial to strengthen second overall
Remco Evenepoel won the individual time trial on Stage 16 of the Tour de France, 2 days after his victory at Plateau de Solaison. The three-time world time trial champion finished 28 seconds ahead of Tadej Pogacar and 1'04'' clear of Mattias Skjelmose, between Évian and Thonon. The Belgian remains second overall, 4'32'' behind the Slovenian in the yellow jersey.
BBC News - Health
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2026-07-22 01:29:25 (1 week ago)
Removing tax from sanitary products 'pointless'
Jersey's government has spent more than £500,000 on its free period product scheme since 2022.
BBC News - Science & Environment
BBC News - Science & Environment
2026-07-22 01:23:44 (1 week ago)
How farmers could fix Wales' polluted rivers and save money
Farmers have a crucial role in cleaning up one of the UK's most polluted river systems, a study shows.
Times of Israel - World News
Times of Israel - World News
2026-07-22 01:21:44 (1 week ago)
Mamdani takes fire from both sides after saying he can’t arrest Netanyahu
City and state lawmakers accuse mayor of neglecting problems at home while grandstanding in international affairs
The post Mamdani takes fire from both sides after saying he can’t arrest Netanyahu appeared first on The Times of Israel.

Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-22 01:19:05 (1 week ago)
Goats of football: Indian village holds tournament with an indigenous twist
In a remote district surrounded by forests and hills, teams from tribal villages compete for football glory - and goats.
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-22 01:15:01 (1 week ago)
Japan swelters through rising heat – in pictures
For Japan, days where the mercury soars above 40C now have their own term – kokushobi (酷暑日), or ‘cruelly hot day’, as rising temperatures cause heatstroke deaths and impact on crop yields across the country
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Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-22 01:05:25 (1 week ago)
US expands strikes on 11th straight night of attacks
The US military’s 11th consecutive night of strikes extended to Iranian provinces not previously hit.
Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-22 01:02:51 (1 week ago)
Hegseth called a ‘failure’ over Iran as he reveals $37b cost of war
US Defense Secretary Pete Hegseth gets into a heated exchange after being called a failed leader by Michigan Senator.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-07-22 01:00:09 (1 week ago)

Ismael Zambada foi condenado à prisão perpétua por um juíz americano
EPA via BBC
A prisão perpétua de Ismael "El Mayo" Zambada, decretada nos Estados Unidos nesta segunda-feira (20), representa muito mais do que a forma como termina a trajetória de um dos maiores traficantes da história: ela também marca o fim de um capítulo único na história do narcotráfico no México.
Zambada, assim como o outro cofundador do Cartel de Sinaloa, Joaquín "El Chapo" Guzmán, personifica a figura do líder do narcotráfico mexicano que, por décadas, exerceu um poder quase absoluto por meio da violência e do dinheiro, com uma astúcia que impressionou o mundo.
Em 2025, quando "El Mayo" respondia às acusações de tráfico de drogas nos EUA, ele mesmo contou a autoridades americanas que começou a cultivar maconha nas montanhas de Sinaloa em 1969, ao lado de um amigo. Tinha 19 anos.
Eles escondiam as plantações ilegais entre fileiras de milho. Embora a primeira colheita tenha rendido menos do que esperavam, os 27 quilos de maconha vendidos por cerca de US$ 400 marcaram o início de sua trajetória no narcotráfico, segundo um documento apresentado por sua defesa neste mês.
Com o crescimento de sua atuação no crime, Zambada passou a controlar as rotas de cocaína da América do Sul para os Estados Unidos e, ao lado de Guzmán, liderou o que as autoridades americanas definiram como "a maior organização de tráfico de drogas do mundo".
Mas, após sua controversa captura em 2024 e sua admissão de culpa, o septuagenário foi condenado à prisão perpétua pelo juiz federal Brian Cogan, o mesmo que, sete anos antes, havia imposto a mesma pena a "El Chapo".
A sentença também determinou o confisco de US$ 15 bilhões, valor que os Estados Unidos estimam ter sido obtido pelo Cartel de Sinaloa — estimativa que Zambada considerou adequada.
EUA anunciam prisão de 'El Mayo' e filho de 'El Chapo' em aeroporto do Texas
Com a queda dos antigos chefes do narcotráfico mexicano, a condenação de "El Mayo" marca o desaparecimento desse tipo de traficante com poder absoluto, que passou de cultivador de maconha a controlador de praticamente todas as etapas do tráfico internacional de drogas, chegando a rivalizar com o próprio Estado, afirmam especialistas.
"É uma geração de líderes criminosos que está chegando ao fim. Ou já chegou", disse David Mora, analista sênior para o México do International Crisis Group e pesquisador especializado em crime organizado, à BBC Mundo, serviço em língua espanhola da BBC.
"É como se esses grandes chefes do narcotráfico estivessem desaparecendo", acrescenta. "Mas o problema do narcotráfico e da violência não desaparece: ele continua, apenas assume outras formas e passa para as mãos de outras figuras."
Mudança de era
Zambada e Guzmán se associaram após uma disputa que surgiu na década de 1990 entre narcotraficantes e um confronto de "El Chapo" com o cartel de Tijuana, segundo depoimentos e documentos judiciais.
Nesses tempos também houve alianças entre cartéis colombianos e mexicanos para enviar cocaína para os Estados Unidos.
Embora comandassem grupos e operações diferentes, Zambada e Guzmán passaram a investir juntos em carregamentos de toneladas de cocaína e a transportá-los para grandes cidades americanas por diferentes meios.
Além das rotas terrestres, chegaram a compartilhar aviões, submarinos, lanchas rápidas e embarcações, segundo Jesús Zambada, irmão de "El Mayo", que testemunhou no julgamento de Guzmán em 2018 enquanto aguardava sua própria condenação por tráfico de drogas nos EUA.
"El Chapo" Guzmán cumpre prisão perpétua em uma penitenciária dos Estados Unidos, assim como agora deverá fazer seu antigo sócio, "El Mayo" Zambada
AFP via Getty Images via BBC
A associação entre "El Mayo" e "El Chapo" deu origem ao Cartel de Sinaloa, que, com o tempo, desenvolveu uma estrutura cada vez mais complexa, com transportadores, chefes de praça responsáveis pelo controle de territórios, operadores de lavagem de dinheiro, equipes de segurança e pistoleiros.
Ainda assim, a organização sempre manteve uma estrutura vertical, com Zambada e Guzmán no topo da hierarquia, supervisionando as operações e dando a palavra final.
O cartel corrompeu autoridades, assassinou rivais e expandiu suas operações para diversos países.
Embora tenha se tornado o grupo criminoso mais poderoso do México, outros cartéis continuaram atuando em paralelo, com líderes que acabaram mortos ou presos. Alguns agora aguardam julgamento nos Estados Unidos — e negociam possíveis acordos que envolvam admissão de culpa em troca de redução de penas ou benefícios.
Um deles é Vicente Carrillo Fuentes, ex-líder do Cartel de Juárez, que inicialmente se aliou ao Cartel de Sinaloa e depois passou para o lado de seus rivais, os Los Zetas, em meio à guerra sangrenta entre as organizações criminosas.
Vicente Carrillo Fuentes, também conhecido como "El Viceroy" e ex-líder do Cartel de Juárez, aguarda seu julgamento na Justiça dos Estados Unidos
AFP via Getty Images via BBC
Outro exemplo é Rafael Caro Quintero, que também começou cultivando maconha e depois passou a traficar outras drogas, até ganhar o apelido de "narco dos narcos". Ele foi acusado de ordenar o assassinato do agente americano Enrique Camarena, da agência de combate ao tráfico de drogas Drug Enforcement Administration (DEA), em 1985.
O homicídio, cometido após o sequestro e a tortura de Camarena, levou México e EUA a intensificarem a ofensiva contra os cartéis e seus principais chefes.
Ainda assim, as organizações criminosas continuaram a desafiar o Estado. Em 2006, o governo mexicano declarou guerra ao narcotráfico, mobilizou as Forças Armadas para combater os cartéis e mergulhou o país em uma espiral de violência que já deixou centenas de milhares de mortos e desaparecidos.
À medida que os antigos chefes eram presos ou mortos e os cartéis incorporaram ao negócio novas drogas sintéticas, como metanfetamina e fentanil, as organizações criminosas adaptaram sua estrutura às novas circunstâncias.
Os cartéis começaram a se fragmentar, e a era dos grandes chefes do narcotráfico ficou para trás.
"O cenário está se afastando da era do líder único e todo-poderoso", disse à BBC Mundo Ray Donovan, ex-chefe de operações da DEA.
Donovan participou das operações que levaram à captura de "El Chapo" no México, em 2016, e da caçada a Nemesio "El Mencho" Oseguera, líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG), que foi, por anos, o homem mais procurado do país.
Segundo ele, os cartéis agora buscam "estruturas de liderança mais resilientes e interconectadas", com modelos de comando descentralizados.
Estilos diferentes
Embora tenham sido sócios durante tanto tempo, Zambada e Guzmán tinham estilos e trajetórias muito diferentes como líderes do narcotráfico.
"El Chapo" apareceu em público em diversas ocasiões e protagonizou duas fugas espetaculares de prisões no México, o que alimentou sua fama mundial e ajudou a construir uma imagem quase lendária, reforçada por músicas e séries de TV — algo que parecia seduzi-lo cada vez mais.
"Forneci mais heroína, metanfetamina, cocaína e maconha do que qualquer outra pessoa no mundo", afirmou em entrevista ao ator americano Sean Penn para a revista Rolling Stone, quando ainda estava foragido, antes de sua prisão definitiva.
Já "El Mayo" sempre manteve um perfil discreto, quase fantasmagórico: poucas pessoas conheciam seu rosto, e ele jamais havia sido preso até dois anos atrás.
As autoridades americanas acreditam que sua captura foi resultado de uma armadilha. Joaquín Guzmán López, um dos filhos de "El Chapo", teria convidado Zambada para uma reunião de negócios, dominado o traficante, levado-o de avião para os arredores de El Paso, no Texas, e o entregado às autoridades americanas.
O episódio gerou atritos entre os governos dos EUA e do México, que buscou esclarecer se agentes americanos atuaram secretamente na transferência de "El Mayo" a partir de território mexicano.
A captura de Zambada também desencadeou uma guerra interna no Cartel de Sinaloa entre seus aliados, conhecidos como "Los Mayos", e os herdeiros de Guzmán, chamados de "Los Chapitos", mergulhando o Estado de Sinaloa em uma nova onda de violência.
A disputa interna do cartel de Sinaloa desde a captura de "El Mayo" Zambada deu início a uma onda de violência no noroeste do México
Anadolu via Getty Images via BBC
Mora afirma que, em seu trabalho de campo no Estado mexicano, observa que essa violência acabou com o papel exercido pelos antigos chefes do narcotráfico, que, além de recorrerem à força, desempenhavam funções quase estatais em áreas como saúde e até justiça para conquistar legitimidade junto à população.
"Quando converso com pessoas das comunidades da serra, elas me dizem que essa era uma figura que já não existe. Era como a figura do patrão, alguém que, se alguém matasse alguma pessoa próxima a você, aparecia e lhe dava recursos", relata o pesquisador.
Ele acrescenta que, em vez de organizações do narcotráfico com hegemonia estadual e nacional, hoje predominam grupos de atuação mais local, que mantêm o negócio por meio de alianças e disputas com outras organizações criminosas.
Um relatório do International Crisis Group indica que nem a guerra territorial entre facções do narcotráfico em Sinaloa nem o grande efetivo militar enviado ao Estado pelo governo de Claudia Sheinbaum, sob pressão dos EUA para destruir laboratórios, apreender drogas e prender suspeitos, parecem ter alterado significativamente o fornecimento de fentanil.
Isso sugere que surgiram novos atores e novos locais de produção de drogas, além de novas formas de tráfico para atender à demanda, como já ocorreu anteriormente com outros entorpecentes, observa Mora.
"Podemos fazer uma lista de todos os grandes chefes do narcotráfico mexicano que foram capturados, mortos ou condenados nos EUA", afirma. "E eu me atreveria a dizer que a conclusão seria muito frustrante, porque pouco ou nada mudou em relação ao problema."
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-22 01:00:07 (1 week ago)
Andy Burnham is playing the long game in an age of short attention spans | Rafael Behr
It is hard to make the case for a 10-year plan in our political culture of constant campaigning frenzy – but the new PM will try
It all sounded feasible but improbable. A few days after Labour’s disastrous performance in local and devolved elections in May, one of Andy Burnham’s allies confidently forecast for me the sequence of events that would convey the then mayor of Greater Manchester to No 10. A friendly MP would surrender a parliamentary seat. Keir Starmer would be persuaded to resign. Other leadership contenders would see the futility of resistance to the Burnham bandwagon. It would roll, unchallenged, up Downing Street. It was a plan with many moving parts, and a lot that could go wrong.
That it all worked as predicted took more than luck. The Makerfield byelection was winnable for Labour only with the right candidate and a strong campaign. The scale of Burnham’s victory generated momentum sufficient to push other obstacles aside. The “Andy” brand was stronger than his party’s logo.
Rafael Behr is an Guardian columnist
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The Guardian - World News
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2026-07-22 01:00:07 (1 week ago)
Iran’s foreign minister describes moment of attack that killed Khamenei
Abbas Araghchi says he has kept on the move since being pulled from rubble after strike on first day of war
Iran’s foreign minister, Abbas Araghchi, has described how he was pulled from the rubble of a leadership compound after the US-Israeli airstrike that killed the country’s supreme leader, Ali Khamenei, on the first day of the war, and has survived since by constantly moving around the capital, Tehran, by car.
In an interview with the Iranian journalist Javad Mogouyi, Araghchi confirmed Israel and the US had accurate intelligence on the location of Khamenei and other officials, enabling them to target Iran’s senior leadership.
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The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-22 01:00:07 (1 week ago)
‘I don’t know where the kids will go’: beloved football cage in east London to be demolished
Hackney council will close Keith Miller sports pitch at end of year to build urgently needed social homes
Campaigners say the loss of a much-loved football pitch in east London to a housebuilding programme will be a huge blow to the local community.
Hackney’s Keith Miller sports pitch is known locally as the “San Siro of east London” – for non-football fans, that’s the famous Milan stadium that is one of the biggest in Europe. The Hackney version, however, is due to be demolished at the end of the year so that urgently needed social homes can be built.
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