Times of India
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2026-07-23 11:41:20 (1 week ago)
A surprise brood of six barn owlets has brought welcome cheer to a Cambridgeshire farm. These fluffy youngsters were discovered and ringed as part of local conservation efforts. The farm owner expressed relief after a difficult summer marked by suspected arson attacks. Volunteer Simon Dudhill called finding six owlets exceptionally good for this year. These birds are a reminder of how local action helps wildlife recover.
Globo News - Mundo
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2026-07-23 11:41:15 (1 week ago)
VÍDEO: jovem zomba e faz caretas durante discurso de Trump em comício nos EUA

Jovem zomba e faz caretas durante discurso de Trump em comício nos EUA
Um jovem viralizou nas redes sociais após resolver zombar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante um comício em Marietta, na Geórgia, nesta quarta-feira (22).
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Posicionado atrás do republicano, que discursou por mais de uma hora no evento, o rapaz aparece fazendo piada e caretas, ao lado de dois amigos, em diversos momentos da transmissão ao vivo feita pela Casa Branca. (Veja no vídeo acima)
Jovem faz caretas atrás de Trump
Casa Branca / Divulgação
Todos os cortes feitos para os perfis oficiais do governo Trump nas redes, no entanto, escondem a brincadeira, que viralizou na rede social X.
"O cara sentado atrás de Trump em seu comício na Geórgia está imitando os maneirismos do presidente à perfeição", brinca a legenda de uma das postagens que mostraram a "performance" do jovem.
Antes do comício na Geórgia, Trump esteve em Delaware, onde acompanhou a repatriação dos corpos de soldados dos EUA mortos na guerra do Irã.
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Jovem faz caretas atrás de Trump
Casa Branca / Divulgação
Globo News - Mundo
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2026-07-23 11:40:47 (1 week ago)
Trump ameaça intensificar ataques contra o Irã após repatriação de corpos de soldados americanos

Governo Trump aprova acordo nuclear com a Arábia Saudita
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (23) que considera seriamente retomar as grandes operações de combate no Irã. A ofensiva deve incluir ataques de maior escala do que os realizados durante a Operação Epic Fury, disse em envista ao site Axios.
"Eles ainda não sentiram dor suficiente. Estou considerando um ataque maciço. Maior do que qualquer outro antes. Estou perto de tomar uma decisão. Está tudo pronto", afirmou.
💣 Em 28 de fevereiro, os EUA lançaram a campanha militar Epic Fury (Fúria Épica, em inglês), em conjunto com o Israel. A ofensiva focou na destruição de mísseis, neutralização da marinha iraniana e eliminação do programa nuclear do país. A operação se encerrou após um cessar-fogo em abril
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Trump afirmou ainda que Israel participaria da operação "em dois minutos" se fosse solicitado, mas disse que os Estados Unidos não precisariam do apoio de outros países. Ele também indicou que a entrada de Israel no conflito poderia provocar uma retaliação iraniana.
O presidente voltou a dizer que o Irã quer negociar, mas afirmou que Teerã ainda não está disposto a aceitar um acordo.
A fala acontece em meio a um acirramento nos conflitos entre os dois países. Na última quarta-feira (22), Trump compareceu à cerimônia de repatriação dos corpos dos militares americanos mortos na guerra. Ao todo, o conflito já custou pelo menos US$ 37,5 bilhões aos cofres públicos dos EUA e resultou na morte de 18 militares americanos e feriu mais de 450 soldados.
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Irã enviou em segredo militares e armamentos aos Houthis em meio à escalada da guerra no Oriente Médio, diz agência
Na segunda-feira (20), o republicano já havia aumentado o tom das ameaças ao regime iraniano e disse que Teerã vai pagar "muitas vezes mais" por todos os combatentes americanos que forem mortos.
Os EUA têm vivido alguns de seus dias mais sangrentos na guerra contra o Irã desde o último fim de semana, quando dois ataques separados deixaram três militares mortos e um desaparecido no Oriente Médio.
A escalada militar entre Estados Unidos e Irã já vem se estendendo por duas semanas, desde o fim do cessar-fogo. O aumento das tensões elevou o preço do petróleo para acima de US$ 100 por barril.
Novos frontes
Na última quarta, o grupo extremista dos Houthis atacou dois navios comerciais sauditas no Mar Vermelho, o que marcou a retomada das agressões do grupo extremista contra embarcações na região. Antes disso, o grupo havia forçado desvios de rota de outros navios que carregavam petróleo da Arábia Saudita.
Trump, ameaçou os Houthis nesta quinta e prometeu uma "punição militar severa" ao grupo e também ao Irã caso os extremistas não parem com as ofensivas em embarcações na região.
"Há um ano, os Estados Unidos atacaram com grande força os Houthis, por sua interferência no comércio ao atirarem contra navios. Desde então, e durante nosso conflito com o Irã, eles têm agido de forma muito responsável. Infelizmente, agora estão voltando, tendo disparado contra dois navios da Arábia Saudita na noite passada. Se fizerem isso novamente, os EUA responsabilizarão o Irã e uma punição militar severa será imposta a Teerã e, naturalmente, aos próprios Houthis", afirmou Trump em publicação nas redes sociais.
Na última segunda-feira (20), os houthis anunciaram um embargo marítimo contra a Arábia Saudita. O grupo também vem ameaçando fechar o Estreito de Bab el-Mandeb, a segunda maior rota de exportação de petróleo do Oriente Médio.
🔍Os houthis são um grupo extremista de uma minoria étnica do norte do Iêmen fundando na década de 1990 e que passou a controlar a capital, Sanaa, em 2014, desencadeando uma guerra civil no país. O grupo é apoiado pelo Irã, embora Teerã negue fornecer controle direto. Desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em 2023, os houthis intensificaram ataques contra navios no Mar Vermelho e lançaram mísseis e drones contra Israel, alegando agir em apoio aos palestinos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, conversa com a imprensa ao chegar à Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, nos EUA
Evan Vucci / Reuters
Globo News - Mundo
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2026-07-23 11:40:22 (1 week ago)

Passaporte italiano
Bruno Todeschini/Agência RBS
A Justiça italiana decidiu nesta quinta-feira (23) consultar um tribunal da União Europeia sobre a validade da nova lei que impôs restrições à concessão de cidadania para estrangeiros.
O movimento abre brecha para uma nova reviravolta no caso, já que a Justiça europeia pode recomendar a derrubada das mudanças, que afetaram brasileiros descendentes de italianos e antes aptos a receber a cidadania do país europeu.
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➡️No ano passado, o Parlamento italiano aprovou um decreto do governo que impunha novas restrições para a concessão da nacionalidade a descendentes, como o limite a gerações aptas a se tornarem italianas (leia mais abaixo). A nova lei foi levada à Justiça, e em março, a Corte Constitucional rejeitou o recurso que alegava inconstitucionalidade e respaldou as mudanças.
A decisão surpreendeu juristas.
No mesmo acórdão, a Corte Constitucional havia dito que não sentiu necessidade de levar o caso aos tribunais europeus. Nesta quinta, no entanto, em uma nova guinada do caso, afirmou que vai consultar a Justiça da Uniao Europeia.
A corte italiana quer saber se as novas limitações à concessão de cidadania configuram uma revogação indevida de direitos ou se são critérios legítimos para determinar que pode receber a nacionalidade. E se a lei é compatível com normas e ideiais da União Europeia, da qual a Itália faz parte.
👉 Os críticos às mudanças argumentam que a concessão de cidadania italiana sem limite de gerações era um direito constitucional e uma reparação a italianos que deixaram o país no passado em busca de trabalho.
As restrições geraram uma onda de indignação por parte de descendentes de italianos, principalmente em países como o Brasil e a Argentina, onde há um grande número deles. No caso de brasileiros, milhares de bisnetos e trinetos de italianos que buscam a cidadania podem perder esse direito.
Como é a nova lei
A última decisão da Corte Constitucional manteve a regra atual para a concessão de cidadania italiana. A norma vigente, aprovada pelo Parlamento italiano no ano passado, passou a restringir o direito apenas a filhos e netos de italianos, e somente em dois casos:
se o pai, mãe, avô ou avó tiver sido cidadão italiano, nascendo na Itália ou sendo considerado italiano no momento da morte;
se o pai, mãe, avô ou avó com cidadania italiana tiver nascido fora do país, mas tiver morado na Itália por pelo menos dois anos seguidos antes do nascimento do filho ou neto.
👉 Antes do novo decreto, que entrou em vigor em 2025, a legislação da Itália reconhecia o direito à cidadania com base no princípio jurídico do "jus sanguinis" — ou "direito de sangue", que garante a nacionalidade de um país ao filho de um cidadão desse país, independentemente de onde ele estivesse.
No caso da Itália, esse direito podia ser transmitido sem limite de gerações, desde que fosse comprovado o vínculo com um ancestral italiano que estivesse vivo após a criação do Reino da Itália, em 17 de março de 1861.
Ou seja, qualquer pessoa que tivesse bisavós ou tataravós italianos, por exemplo, tinham automaticamente direito à cidadania.
'Multidão de estrangeiros com cidadania virtual'
No início do ano, a Corte Constitucional da Itália decidiu manter as novas regras de restrição à concessão de nacionalidade italiana. Em acórdão, juízes disseram achar que as normas anteriores criavam "cidadanias virtuais" no país europeu.
Na sentença, os juízes afirmaram achar que as normas anteriores, mais flexíveis, criaram "uma multidão de estrangeiros com cidadania virtual" da Itália.
"O massivo fenômeno migratório, unido à ausência de limites à transmissão da cidadania por filiação, criou uma multidão de cidadãos estrangeiros dotados de uma cidadania italiana 'virtual', enquanto não certificada", escreveram os juízes na sentença.
O acórdão argumenta, ainda, que a Legislação italiana ficou "isolada" e desfalcada na comparação com as normas de outros países europeus, que foram sendo ajustadas com os anos.
A Corte Constitucional disse considerar que a nova legislação não viola a Constituição nem o direito da União Europeia, já que entende ser necessário um "vínculo efetivo entre o cidadão e a República".
"A participação democrática que dá vida a uma comunidade de destinos políticos está enraizada num vínculo efetivo entre os cidadãos e a comunidade nacional", diz o acórdão.
A decisão da Corte foi feita em resposta a um recurso que alegava inconstitucionalidade das novas mudanças.
Como foi o julgamento
Itália aprova restrições para a cidadania italiana: veja o que muda
Os juízes da Corte Constitucional julgaram um pedido de inconstitucionalidade apresentado no ano passado por um tribunal da cidade de Turim. O recurso questionava a legitimidade da nova lei e pedia que ela não tivesse caráter retroativo para pessoas nascidas antes da mudança.
Segundo a agência de notícias italiana Ansa, os magistrados julgaram que o questionamento é "infundado" e "inadmissível".
"O Tribunal Constitucional declarou parcialmente infundadas e parcialmente inadmissíveis as questões de constitucionalidade suscitadas pelo Tribunal de Turim, referentes ao artigo 1º do Decreto-Lei nº 36 de 2025, convertido na Lei nº 74 de 2025 (a lei que restringe a concessão de cidadania)", dizia o comunicado do tribunal.
👉 No início do ano passado, o governo da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, aprovou um decreto de urgência com as restrições atuais. O argumento da gestão de Meloni era o de limitar entradas de estrangeiros na Itália.
Por ter caráter emergencial, o decreto entrou em vigor, mas depois foi votado no Parlamento italiano, que teria de respaldá-lo para que a medida virasse uma lei de fato.
Durante dois dias de debates, muitos deputados se manifestaram contra a nova lei, argumentando que ela descumpria o princípio da Constituição italiana de que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e desrespeitava milhares de italianos que deixaram o país em busca de trabalho no passado.
No entanto, a maioria que o governo de Meloni tem no Parlamento garantiu a aprovação da medida.
A contestação
O recurso negado pela Corte Constitucional foi a primeira contestação da nova lei na Justiça italiana.
Nele, oito cidadãos venezuelanos entraram com uma contestação no Tribunal de Turim. O grupo questionava o caráter retroativo da medida — ou seja, o fato de ela valer para quem era nascido antes de sua sanção.
O advogado do grupo, Giovanni Bonato, disse na ocasião que "uma categoria específica de nossos concidadãos foi repentina e inesperadamente privada de sua cidadania", segundo a agência Ansa.
👉 A rejeição do recurso não quer dizer, no entanto, que não é mais possível contestar a lei vigente. Grupos de advogados já elaboraram outros recursos conjuntos, que devem ser analisados pela Justiça nos próximos meses.
Vídeos em alta no g1
BBC News - Science & Environment
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2026-07-23 11:39:11 (1 week ago)
Can you be fined for using a hosepipe?
Ben Rich looks at what is and isn't allowed during a hosepipe ban.
Al Jazeera - Top Stories
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2026-07-23 11:36:58 (1 week ago)
In India, fear has switched sides
By refusing to be intimidated, India’s students have turned a protest over education into a crisis for Narendra Modi.
RT News - Top Stories
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2026-07-23 11:35:52 (1 week ago)
South Africa probes religious leaders over alleged visa fraud
South Africa’s Home Affairs Ministry has announced that 15 religious leaders are under investigation for alleged immigration fraud
Read Full Article at RT.com
Times of Israel - World News
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2026-07-23 11:35:27 (1 week ago)
West Bank demolitions far higher for Palestinians than Israelis in 2025, rights group says
96% of demolition orders against Palestinian illegal construction were enforced, compared to 20% in settlements; no Palestinian building permits approved, vs 27,350 for settlements
The post West Bank demolitions far higher for Palestinians than Israelis in 2025, rights group says appeared first on The Times of Israel.

Fox News - Top Stories
Fox News - Top Stories
2026-07-23 11:32:49 (1 week ago)
WATCH: Brandon Gill corners law school gatekeeper with DEI question she won't answer
Rep. Brandon Gill pressed ABA president on whether diversity principles would justify rejecting a third Black Supreme Court justice nomination.
Le Monde - World News
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2026-07-23 11:32:14 (1 week ago)
EU renews online child sex abuse detection powers
The renewed authorization will be in effect until April 2028, with the hope that it will give time for the EU to agree on broader rules. Some online platforms had used the mechanism for years to voluntarily report child sexual abuse material as well as 'grooming' messages.
France 24 - World News
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2026-07-23 11:30:33 (1 week ago)
France expected to name football legend Zinedine Zidane as Les Bleus' new coach
The French Football Federation on Thursday said it would unveil France's new coach at a news conference on Tuesday, July 28. Football legend Zinedine Zidane is widely expected to replace Didier Deschamps as the national team's new coach.
Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-07-23 11:28:17 (1 week ago)
More than 100 UK millionaires ask new PM Andy Burnham to tax them more
The 'Patriotic Millionaires' say 'wealth and power have been concentrated in a small group for too long'.
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