Times of Israel - World News
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2026-07-24 02:25:17 (1 week ago)
Malaysia envoy summoned by US over expulsion of American-Israeli dual citizen
As nation deports all Israelis, its ambassador tells Washington its position is 'nothing new'; congressmen urge State Department to cut off money for training Malaysian army
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Times of India
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2026-07-24 02:22:50 (1 week ago)
Whales Sleep Vertically: new tags reveal sperm whale bubble rests; study probes gas exchange
Fox News - Top Stories
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2026-07-24 02:22:35 (1 week ago)
Multiple injured after floatplane makes emergency landing, catches fire off Washington coast
A Kenmore Air seaplane carrying 11 people made an emergency landing near Sucia Island on the Washington coast before catching fire, with one person in critical condition.
Times of India
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2026-07-24 02:20:26 (1 week ago)
France 24 - World News
France 24 - World News
2026-07-24 02:12:11 (1 week ago)
🔴 Middle East live: US launches new strikes on Iran as oil prices skyrocket
Daily Sabah - World News
Daily Sabah - World News
2026-07-24 02:11:00 (1 week ago)
Gaza hunger crisis eases, but aid cuts threaten renewed surge
The humanitarian situation in Gaza has improved since famine conditions were declared in parts of the territory last year, but millions remain trapped in a deep food crisis, with a...
France 24 - World News
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2026-07-24 02:04:36 (1 week ago)
Ukraine drone attack sparks fire at Russian e-commerce giant's warehouse near Saint Petersburg
At least three people were wounded after a Ukrainian drone attack sparked a fire at a warehouse belonging to Russian e-commerce giant Wildberries near Saint Petersburg early Friday, regional officials said. Kyiv has struck five Wildberries warehouses since July 18, killing eight night-shift workers in a warehouse outside Moscow on Saturday and wounding dozens more.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-07-24 02:02:41 (1 week ago)
UE cobra que EUA cumpram acordo comercial após novas tarifas de Trump

Em 2023, o comércio entre a UE e os EUA ultrapassou US$ 1,8 trilhão
Getty Images via BBC
A União Europeia (UE) afirmou nesta sexta-feira (24) que espera que os Estados Unidos cumpram integralmente o acordo comercial firmado entre as partes e em vigor desde 1º de julho, mesmo após o governo de Donald Trump anunciar novas tarifas sobre produtos importados sob a justificativa de combater o trabalho forçado nas cadeias globais de produção.
As declarações ocorrem um dia após os EUA anunciarem uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros e de outros parceiros comerciais, incluindo a UE. Com a medida, a carga tarifária sobre alguns itens exportados pelo Brasil pode chegar a 37,5%, somando-se às tarifas já anunciadas na semana passada.
Em comunicado, um porta-voz da Comissão Europeia afirmou que o bloco já cumpriu os compromissos previstos no acordo comercial firmado com Washington e que continuará dialogando com a administração americana.
"A UE já cumpriu a sua parte do acordo. Continuaremos a dialogar com a administração dos EUA para garantir que os EUA cumpram integralmente os seus compromissos", disse o representante.
Agora no g1
A cobrança da UE ocorre pouco mais de um mês após o Parlamento Europeu aprovar a redução de tarifas de importação sobre diversos produtos americanos, cumprindo sua parte de um acordo comercial firmado com Washington no ano passado. A votação aconteceu em 16 de junho, onze meses depois de o entendimento ter sido fechado durante um encontro realizado em um campo de golfe de Trump, na Escócia.
Pelo acordo, os europeus concordaram em eliminar tarifas sobre produtos industriais dos EUA e ampliar o acesso de produtos agrícolas americanos ao mercado europeu. Em contrapartida, os Estados Unidos mantiveram tarifas de 15% sobre a maior parte dos bens exportados pelo bloco. Antes da aprovação das medidas, Trump chegou a ameaçar impor tarifas “muito mais altas” caso a União Europeia não implementasse os compromissos até 4 de julho.
O Reino Unido, por sua vez, afirmou que não será afetado pela nova rodada de tarifas. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (24), um porta-voz do governo britânico disse que o acordo comercial firmado com Washington permanece em vigor e que as empresas do país não enfrentarão aumento nas taxas alfandegárias em decorrência da medida.
"Não há qualquer alteração negativa nas taxas alfandegárias que as empresas do Reino Unido enfrentam em consequência deste anúncio. O nosso acordo com os EUA mantém-se em vigor e, hoje, assistimos a uma melhoria das nossas condições comerciais, com tarifas zero para o whisky e a tecnologia médica", afirmou o porta-voz.
O governo britânico também destacou que adota medidas para evitar que empresas do país sejam cúmplices de trabalho forçado nas cadeias globais de abastecimento.
Nova tarifa de Trump
As novas tarifas fazem parte de uma investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que concluiu que diversos países não adotam mecanismos suficientes para impedir a entrada em seus mercados de produtos fabricados com trabalho forçado.
Segundo os EUA, o Brasil, a União Europeia e dezenas de outros parceiros comerciais falham em fiscalizar adequadamente suas cadeias de importação, o que criaria condições de concorrência desleal para empresas americanas. A justificativa, porém, vem sendo contestada por especialistas e autoridades internacionais.
Analistas em comércio internacional observam que a investigação não apresentou casos concretos de produtos brasileiros produzidos com trabalho forçado que tenham sido identificados no mercado americano. Além disso, setores frequentemente associados a resgates de trabalhadores em condições análogas à escravidão no Brasil, como pecuária e cafeicultura, ficaram fora das principais sobretaxas anunciadas por Washington.
A ofensiva comercial também ocorre em um momento em que o governo Trump busca ampliar instrumentos de pressão sobre parceiros econômicos e reorganizar cadeias globais de produção. Para parte dos especialistas, as medidas têm relação não apenas com o combate ao trabalho forçado, mas também com a estratégia americana de proteger sua indústria e aumentar a pressão sobre a China e outros concorrentes comerciais.
Dados da fundação Walk Free mostram que os próprios Estados Unidos lideram o ranking mundial de importações potencialmente expostas ao risco de trabalho forçado, movimentando cerca de US$ 169,6 bilhões por ano em mercadorias associadas a esse risco. O Brasil aparece muito abaixo, com aproximadamente US$ 5,6 bilhões, segundo dados de 2023.
*Com informações da Reuters.
Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-07-24 02:01:39 (1 week ago)
‘Collapsed’: Roadblocks, internet blackout leave Pakistani Kashmir in limbo
Residents describe mounting hardship, as internet restrictions and road closures stretch into second month before polls.
The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-24 02:00:07 (1 week ago)
The American novelist and screenwriter’s memoir covers sex work, Virginia Woolf and Hollywood success
As an eight-year-old in comfortable, solid, suburban California, Michael Cunningham felt compelled to make art before he quite understood what it was, or could do: a painting of souls ascending to heaven, for example, in which paradise resembled the Griffith Park Observatory and the dead were all depicted in profile because their creator felt unequal to the challenge of full faces. There was also a cigar box covered in gold-sprayed macaroni and a clay representation of the animals on Noah’s Ark – anything, in fact, that would challenge the painting of a placid white chicken that hung in a gilt frame on his parents’ wall.
If Cunningham moved on fairly rapidly from the visual arts, either sparing or denying us the fruits of a more fully formed talent, it wasn’t because the impulse to create had withered. Rather, it was that the experience of making material art had functioned as a temporary outlet, being less painful, less embarrassing – both emotions he ascribes to his young, sensitive self – than attempting to capture the world in words.
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The Guardian - World News
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2026-07-24 02:00:07 (1 week ago)
What can the Galápagos Islands’ animals teach us about the threats of El Niño?
In this week’s newsletter: the archipelago at the centre of the extreme weather phenomenon could help scientists predict how other marine ecosystems will adapt to our warming climate
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The ocean waters around the Galápagos Islands are hot. Very hot. Observed for centuries in the Pacific by fishers, the El Niño weather phenomenon begins when the prevailing trade winds slow, allowing warm water to spread east along the coast of South America. Right now, the pattern is in full flow and will build from this year into next, likely bringing record temperatures to an already overheating world.
If 2026 is not the hottest year on record, 2027 surely will be – and the Galápagos archipelago is in the centre of this climate crisis.
‘It’s only going to get worse’: wildfires forcing firefighters to make impossible choices
Millions face long-term coastal flooding risk in UK without climate action, scientists warn
Slowdown in Arctic ice melt ends after largest winter decline on record
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The Guardian - World News
The Guardian - World News
2026-07-24 02:00:06 (1 week ago)
Are multi-way clothes the answer to sustainable fashion - or just another excuse to buy more stuff?
Brands are making clothes that can be adapted by the wearer. But with fast fashion giants getting in on the act, perhaps we should just stick to wearing our cardigans backwards
I’m sitting on my bedroom floor trying to fasten the sleeves back on to a new top that’s just been delivered. I haven’t had an unfortunate accident with scissors; the removable sleeves are a design feature, part of the growing trend for multi-way clothing that is being championed as a win for sustainability – or for anyone moving from air-conditioned office to outside right now. Brow furrowed, I try to attach the puff of red taffeta to the rest of the frilly blouse using the tiny buttons and loops provided. But I’m not having much luck …
I enjoy messing around with clothes. Aged 10, I pranced around a sun-drenched Greek holiday in a top that was really a skirt. But a top with sleeves that detach? I’d lose them instantly, I’m sure of it. Even if I didn’t, would my two-tops-in-one actually curb my rabid appetite for new clothes or would it simply feed the beast; another trend to be devoured and then discarded, just like the sleeves?
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