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Times of India

Times of India

2026-07-12 05:13:21 (12 hours ago)

Watch: Bison flings man eight feet into air in dramatic attack at US Yellowstone National Park

A man sustained serious injuries after a bull bison charged and flipped him nearly eight feet. The aggressive animal targeted the victim and his grandson while they were walking in Yellowstone. Bystanders shouted and rushed the bison, successfully driving it away from the injured man. Emergency responders transported the man for treatment, reporting significant hip and leg pain.

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-07-12 05:11:46 (12 hours ago)

US strikes Iran, Tehran hits Gulf states, says Strait of Hormuz closed

US and Iranian forces exchanged heavy missile and drone assaults with Tehran targeting US facilities in states across the Gulf on Sunday and saying it had again closed the vital Strait of Hormuz.

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France 24 - World News

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2026-07-12 05:09:58 (12 hours ago)

Russian strikes kill eight in Ukraine, officials say

Russia struck Ukraine with missiles, drones and guided bombs on Saturday, killing eight people and wounding dozens of others, officials said.

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France 24 - World News

France 24 - World News

2026-07-12 05:07:42 (12 hours ago)

Firefighters gain upper hand on deadly Spain wildfire

Firefighters battling a wildfire in southern Spain that killed 12 people started to contain the blaze on Saturday as the hardest-hit village remained deserted, with charred vegetation and blackened homes a grim reminder of the inferno that sent terrified people fleeing from their homes.

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Fox News - Video

Fox News - Video

2026-07-12 05:04:58 (12 hours ago)

My View With Lara Trump - Saturday, July 11

Iran, Strait of Hormuz, Trump, NATO, Vladamir Putin

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Daily Sabah - World News

Daily Sabah - World News

2026-07-12 05:02:00 (12 hours ago)

Erdoğan offers condolences after death of Qatar's former emir

President Recep Tayyip Erdoğan expressed condolences on Sunday over the death of Qatar's former ruler, Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani, praising his longtime ally for streng...

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New York Times - World News

New York Times - World News

2026-07-12 05:01:28 (12 hours ago)

Trump Sought an Iran War Exit. Putin Pushed On in Ukraine. Now Both Are Stuck.

The Iran and Ukraine wars underline the common limits of military force in achieving political ends, but also the differences between a dug-in Russian president and a vacillating American one.

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Times of Israel - World News

Times of Israel - World News

2026-07-12 05:01:24 (12 hours ago)

Qatar’s transformative former ruler Sheikh Hamad bin Khalifa Al Thani dies at 74

State news agency gives no cause for passing of sports-loving leader who made tiny Persian Gulf nation a global player in diplomacy, media and investment, then handed over power to son

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Globo News - Mundo

Globo News - Mundo

2026-07-12 05:00:52 (12 hours ago)

Como a calcinha rosa de uma tenista brasileira escandalizou Wimbledon em 1962


Primeiro título de simples de Maria Esther Bueno em Wimbledon completa 60 anos Era um dia de verão de 1962. A tenista brasileira Maria Esther Bueno voltava a disputar Wimbledon depois de um período afastada por causa de uma lesão. Ao entrar na quadra Central, em Londres, no Reino Unido, a "bailarina do tênis" usava um vestido branco que parecia seguir a tradição do All England Club, promotor do torneio de tênis, de exigir roupas inteiramente brancas. Até ela sacar. Foi então que veio a surpresa: o vestido tinha um forro rosa e a calcinha era da mesma cor. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Como conta Sunita Kumar Nair, autora do recém-lançado livro Ace: The Times & Style of Tennis ("Ace: a história e o estilo do tênis", em tradução livre), em entrevista à BBC: "Aquilo causou um rebuliço." Anos depois, Bueno, que àquela altura já havia conquistado dois títulos de simples feminino em Wimbledon, e ainda venceria mais um, relembrou que "houve um suspiro coletivo de um lado da quadra". Mas, segundo ela, "as pessoas do outro lado não entenderam o motivo até que eu troquei de lado e saquei dali". "Depois", contou Bueno, "passei a usar calcinhas nas cores do clube [verde e roxo], o que indignou a comissão de Wimbledon. Foi aí que criaram a regra de que as roupas deveriam ser totalmente brancas." A exigência de que os jogadores vestissem branco existia desde a fundação do All England Lawn Tennis and Croquet Club (AELTC), em 1877, mas era, em grande parte, uma tradição. Segundo relatos, foi o uniforme de Maria Esther Bueno, criado pelo estilista Ted Tinling, que levou o clube a transformar essa tradição em uma regra rígida. Como escreve Nair: "Em 1962, Wimbledon reagiu com a regra do 'predominantemente branco', segundo a qual todos os competidores deveriam vestir roupas quase inteiramente brancas". 'De mau gosto e impróprio' No início dos anos 1960, Maria Esther Bueno chocou os dirigentes de Wimbledon ao entrar em quadra usando roupa íntima rosa Getty Images via BBC Mas quem, exatamente, se escandalizou com um vislumbre de uma calcinha rosa? O historiador do tênis Rob Lake ajuda a responder. "Como uma instituição conservadora, em todos os sentidos da palavra, o AELTC teria considerado os babados do vestido dela... de mau gosto e impróprios para uma dama", disse em entrevista à BBC. "O clube não acompanhava as mudanças sociais que aconteciam fora de seus muros nos anos 1960." Naquela época, e até os anos 1980, destaca Lake, todos os integrantes do comitê eram homens. "Eles representavam a ordem estabelecida, com ligações políticas e conexões com outras instituições da elite. Certamente não estavam dispostos a promover mudanças sociais que pudessem comprometer a reputação do clube." "O AELTC parecia ter uma visão mais rígida sobre como as mulheres deveriam se apresentar do que os homens, ou, pelo menos, eram elas que mais frequentemente recebiam reprimendas pela aparência", afirma Lake. Em 1967, uma nova polêmica envolvendo roupas tomou conta de Wimbledon. Desta vez, o motivo foram os vestidos curtos da tenista italiana Lea Pericoli, também criados por Tinling, o mesmo estilista das roupas de Bueno. A influência de Tinling, conhecido como "Mago de Wimbledon", sobre a moda no tênis feminino foi enorme. Durante boa parte do século 20, ele exerceu forte influência sobre o esporte. Como destaca o livro de Nair, entre 1940 e 1980, 75% das tenistas que disputaram Wimbledon usaram vestidos desenhados por ele. Nair o descreve como "o primeiro costureiro dedicado ao vestuário esportivo". O branco fazia sentido como a cor oficial de Wimbledon. Quando essa tradição foi estabelecida, no fim do século 19, vestir branco era também um símbolo de status social. Como escreve Nair: "Só os ricos podiam comprar, usar e manter roupas brancas. Os demais não tinham dinheiro nem empregados para ter e conservar um guarda-roupa esportivo separado." Para o historiador do tênis Christopher Bowers, o rigor de Wimbledon com a cor branca aumentou ao longo do tempo. "No começo, era apenas a cor do tênis. Depois, o torneio passou a se apegar à regra do branco como forma de impor sua tradição ao esporte." 'Vulgaridade e pecado' 'O clube não acompanhava as mudanças sociais que aconteciam fora de seus muros nos anos 1960', afirma Rob Lake, historiador do tênis Getty Images via BBC O relance da calcinha rosa de Maria Esther Bueno não foi a primeira controvérsia envolvendo o uniforme de uma tenista em Wimbledon, nem a primeira ligada a um modelo criado por Ted Tinling. Mais de dez anos antes, em 1949, a americana Gussie Moran, apelidada pela imprensa sensacionalista de "Gorgeous Gussie" ("Deslumbrante Gussie", em tradução livre), também causou polêmica ao entrar em quadra com uma criação do estilista. "Os shorts rendados de Gussie Moran" fizeram com que "dirigentes ruborizados afirmassem que eles tinham atraído a atenção para sua 'região sexual'", diz Nair em Ace: The Times & Style of Tennis. Embora a peça não violasse as regras sobre o uso da cor branca, ela foi considerada incompatível com os padrões de decoro da época. O comitê chegou a acusar Moran de trazer "vulgaridade e pecado para o tênis". Mas, olhando em retrospecto, talvez não tenha sido Moran quem se comportou de forma inadequada. Como o próprio Tinling diria anos depois: "O que provocava excitação era que você só via [a calcinha] uma vez a cada três minutos... Pela primeira vez na história, havia fotógrafos deitados de costas no chão. Todo mundo enlouqueceu." Hoje, em 2026, é difícil dimensionar o tamanho da controvérsia. Mas, como observou o jornal britânico The Times, Moran "ficou mais conhecida por escandalizar o mundo recatado de Wimbledon em 1949 do que por seu desempenho em quadra". Tinling, que atuava como elo entre os jogadores e a organização do torneio desde 1927, acabou expulso do clube e só voltaria a ser convidado mais de 30 anos depois. Polêmicas anteriores Mesmo antes de Moran, outras tenistas já haviam provocado reações por causa de suas roupas nas quadras de grama de Wimbledon, na região londrina de código postal SW19. Em 1919, a francesa Suzanne Lenglen, que ficou conhecida como La Divine ("A Divina", em tradução livre), chamou atenção ao abandonar os espartilhos, as anáguas, as saias longas e os chapéus de abas largas. Em seu lugar, passou a usar um vestido de mangas curtas, sem anágua e de comprimento até a panturrilha criado pelo estilista Jean Patou. Depois foi a vez da espanhola Lili de Alvarez. Em 1931, ela ousou entrar em quadra usando uma saia-calça desenhada por Elsa Schiaparelli. Como a peça era bastante ampla, muitos só perceberam que não se tratava de uma saia quando a tenista deu um de seus saltos característicos. Muitos comentaristas relacionam suas escolhas de vestuário ao compromisso que ela manteve ao longo da vida com a defesa da igualdade entre homens e mulheres. Ontem e hoje Vestidos curtos e com babados eram o auge da moda nos anos 1960, mas desagradavam ao tradicional All England Club Getty Images via BBC Quando Wimbledon formalizou, em 2014, uma regra que determinava que roupas íntimas — como sutiãs, calcinhas, alças, rendas, solados e outros acessórios — fossem "quase inteiramente brancas", as polêmicas não demoraram a reaparecer. Uma das primeiras a ser advertida foi a tenista americana Serena Williams, por causa de um short rosa e roxo usado sob a saia. O tenista suíço Roger Federer também acabou chamado à atenção: o torneio pediu que trocasse um par de tênis da Nike com solado laranja. Segundo o historiador Bowers, o código de vestimenta de Wimbledon "ficou incrivelmente rígido" nos últimos 20 anos. Para ele, hoje a motivação é sobretudo preservar a identidade da marca do torneio. "Wimbledon gosta de se apresentar como 'o tênis em um jardim inglês', e as roupas brancas combinam com os gramados listrados, a planta Virginia creeper (trepadeira conhecida pelas folhas avermelhadas no outono), os morangos com creme e todo esse cenário. Faz parte da marca, e espera-se que os jogadores entrem no espírito." As razões do apego de Wimbledon às suas tradições está ligado à imagem do torneio como um dos últimos bastiões do tradicionalismo no esporte, segundo Nair. "Acho que existe uma espécie de idealização quase de conto de fadas em torno de Wimbledon", diz. "E o clube faz questão de preservar essa imagem, construída ao longo de muito tempo." No livro, ela descreve a atmosfera única do torneio: "Há um leve silêncio de biblioteca no ar, o som abafado das rolhas de champanhe sendo abertas nos piqueniques espalhados pelas quadras, o cheiro fresco da grama recém-cortada e a imagem impecável dos competidores vestidos de branco. Este é o All England Lawn Tennis and Croquet Club, senhoras e senhores, como sempre foi, como é e como sempre será." VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:15 (12 hours ago)

My holiday from hell: I arrived in Corfu with a fever – and everyone around me began to panic

Embarking on a girls’ trip to Greece, I was ready for unlimited fun in the sun. Instead, I ended up on a hospital ward where all the medics could say was: ‘Oh shit!’

In the heady days post A-levels, it felt like a great idea to spend all my hard-earned Saturday job wages on a girls trip to Corfu. I felt sure that what lay ahead was the classic rite of passage holiday of sun, sea and Sex on the Beaches. What happened next may not sound so surprising this side of a global pandemic, but in 2009 it felt like something out of a sci-fi horror film.

I didn’t feel great on the drive to Bristol airport, but explained it away as motion sickness; I tried to sleep it off on the plane, ready to start the party when we landed. At Greek passport control, there were heat-sensitive cameras to check for anyone with a temperature, due to the growing swine flu pandemic. As my friends walked through, they appeared on the screen as shadowy grey figures. I showed up lurid green, indicating a high temperature. Immediately, it was panic stations. I was rapidly ushered into a side room alone, then rushed away in an ambulance. The party, it appeared, would not be starting.

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:14 (12 hours ago)

Ready for your stunning second act? The 11 secrets of starting again – from successful late bloomers

From a seventysomething standup comedian to the founder of a highly successful spice business, seven people reveal why it’s never too late to embark on the life of your dreams

Many of us feel stuck in a job we dislike and midlife is a common time to reassess what you are going to do with the rest of your years, especially when finances require us to work into older age. How can you make a change, follow your dreams and finally do what you always wanted? Late bloomers share the secrets to having a stunning second act.

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The Guardian - World News

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2026-07-12 05:00:14 (12 hours ago)

‘More postmodern than ancient’: why the Odyssey is everywhere, from Oz to Westeros

Christopher Nolan’s take on the Odyssey is set to break box-office records. What made the director so determined to adapt the ancient Greek epic? And why does a poem from 600BC hold a vice-like grip on pop culture? Warning: contains 2,600-year-old spoilers

Christopher Nolan’s Odyssey movie has all the hopes of a summer blockbuster pinned to it, and all the promise – as the trailers have showed – of magnificent effects, shocks and thrills. You will be taken inside the cave of the terrifying one-eyed giant, the Cyclops Polyphemus, who likes to dine on human flesh. You will visit the dim and misty shores of the land of the dead, where no warm-blooded human should ever tread. You will flee the pounding tread of cannibals. You will be tossed on stormy seas sent surging by vengeful gods.

And all of this spectacular adventure, for sure, is part of the Odyssey, one of the first great works of world literature, which was written down soon after the Greeks acquired the technology to do so, probably in the 600s or 500sBC. The ancient Greeks attributed the poem to a man called Homer, often described as a blind bard from the island of Chios.

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