France 24 - World News
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2026-04-28 03:23:11 (22 hours ago)
'Collective punishment': MSF says Israel is weaponising water access in Gaza
Israeli authorities are systematically depriving Palestinians in Gaza of access to clean water, medical charity Médecins sans Frontières (MSF, Doctors without Borders) said in a report issued Tuesday, accusing Israel of carrying out a campaign of "collective punishment" in the devastated Palestinian enclave.
Globo News - Mundo
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2026-04-28 03:18:44 (22 hours ago)

Itamaraty confirma morte de brasileiros no Líbano
O menino brasileiro de 11 anos, Ali Ghassan Nader, e sua mãe, também brasileira, Manal Jaafar, e o pai, libanês, Ghassan Nader, morreram após ataques israelenses no Líbano. Segundo o tio do menino, os corpos de Ghassan e Manal ainda não foram encontrados.
Em entrevista à TV Globo, Bilal Nader relatou que a família não morava mais na casa bombardeada, mas foram até o local durante o cessar-fogo para retirar alguns pertences quando um bombardeio atingiu a casa.
"Como deu trégua, que pararam de atacar, eles foram para a cidade onde está a casa deles para dar uma olhada na casa. Aí olharam tudo, tomaram café da manhã, estavam preparando a mala e as coisas que eles iam levar embora da casa", disse ele.
"Estavam meus dois sobrinhos do lado de fora, meu irmão e minha cunhada dentro e essa hora deu o bombardeio na casa deles. Os dois, meus sobrinhos voaram, o menor não resistiu."
Ali Ghassan Nader já foi enterrado, mas os corpos de seus pais ainda não foram encontrados. O filho mais velho do casal também estava no local, mas sobreviveu ao ataque. Segundo o tio, ele se recupera bem.
"Meu irmão e minha cunhada até agora não conseguiram achar os corpos deles. Tão forte que foi o bombardeiro, a casa de três andares virou pedaços", disse o cunhado da brasileira.
Pelo menos 14 pessoas morreram e 37 ficaram feridas em ataques israelenses no sul do Líbano no domingo (26).
Ali Ghassan Nader, Ghassan Nader e Manal Jaafar, vítimas de um bombardeio no Líbano.
Reprodução / Redes Sociais
Neste domingo (26), o Exército israelense iniciou novos ataques no sul do Líbano, apesar do cessar‑fogo em vigor com o Hezbollah, grupo extremista libanês apoiado pelo Irã, ter sido prorrogado até a segunda quinzena de maio. A informação foi divulgada pela agência de notícias francesa RFI.
O Itamaraty informou ainda que o ataque israelense ao Líbano constitui mais um exemplo das "reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo" anunciado em 16 de abril
Isso porque, conforme o governo brasileiro, dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, morreram nesses ataques.
"Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah", afirmou o Itamaraty.
O Brasil vem defendendo ao longo das últimas semanas que as tropas israelenses devem deixar imediatamente o Líbano.
Além disso, tem defendido que o cessar-fogo entre Israel e Irã seja estendido ao Líbano, garantindo a soberania do país.
“A família encontrava-se em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no Sul do Líbano, no momento do bombardeio”, informou o Itamaraty.
Segundo o ministério, a embaixada brasileira em Beirute está em contato com a família dos brasileiros que morreram no ataque para prestar assistência.
A ofensiva ocorreu após a emissão de um alerta de evacuação para moradores de sete cidades e vilarejos da região.
Segundo o Exército israelense, os ataques foram motivados por “repetidas violações do cessar‑fogo por parte do Hezbollah”, grupo pró‑Irã que atua no sul do Líbano, de acordo com a RFI.
Pelos termos do acordo firmado em abril, Israel mantém o direito de continuar realizando operações militares contra o Hezbollah, mesmo durante o período de cessar‑fogo.
Prorrogação do cessar-fogo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (23) a prorrogação do cessar-fogo entre Israel e Líbano por mais três semanas. A decisão foi tomada após uma nova reunião entre autoridades dos dois países em Washington.
A trégua entrou em vigor em 16 de abril e previa duração inicial de 10 dias. Com a renovação, o cessar-fogo deve durar pelo menos até o início da segunda quinzena de maio. Apesar disso, há dúvidas sobre a efetividade do acordo. Mesmo em vigor, Israel e o Hezbollah trocaram ataques nos últimos dias.
Nesta quinta-feira, por exemplo, o grupo extremista libanês lançou foguetes contra o norte de Israel, que foram interceptados.
Já na quarta-feira (22), pelo menos cinco pessoas morreram em um bombardeio israelense no sul do Líbano. Entre as vítimas está uma jornalista libanesa de 43 anos.
Times of India
Times of India
2026-04-28 03:13:58 (22 hours ago)
UK police chiefs report sharp rise in suicides linked to domestic abuse
A new analysis reveals a 25% rise in suicides linked to domestic abuse, with police identifying more victims who died by suicide after experiencing abuse. Experts highlight coercive control and isolation as key factors, stressing the need for better identification and protection of vulnerable victims. Authorities are calling for stronger coordination between agencies to prevent future tragedies.
The Guardian - World News
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2026-04-28 03:06:30 (22 hours ago)
UK and US always find ways to come together, King Charles to tell Congress
Monarch to allude to recent strains in special relationship in speech to both houses during four-day state visit
King Charles is expected to allude to recent strains between the UK and US in a rare address by a monarch to the US Congress as he will underline that “time and again our two countries have always found ways to come together”.
The king’s remarks in a speech to both houses on Tuesday will come after Donald Trump has threatened to tear up a trade deal signed by the UK and US, mocked the Royal Navy and insulted the UK prime minister.
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Al Jazeera - Top Stories
Al Jazeera - Top Stories
2026-04-28 03:06:02 (22 hours ago)
Iran war: What’s happening on day 60 as diplomacy gathers pace?
Trump team reviews Iran peace plan to reopen Hormuz with nuclear talks potentially delayed to a later stage.
The Guardian - World News
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2026-04-28 03:03:50 (22 hours ago)
‘An uprising against loneliness’: why have football ultras become a cultural obsession?
A new documentary travels around the world to identify the roots of ultra-mania – the fan movement that’s part progressive and sometimes criminal
‘Ultras” – hardcore football fans renowned for their stunning stadium displays and gang-like loyalty – were once a subculture confined to Italian stadiums. But since the late 1960s the movement has spread through global football terraces and become a more elevated cultural obsession.
Books on the subject include my own Ultra and James Montague’s 1312 (the numbers stand for ACAB, an abbreviation of “all cops are bastards”). Netflix has not only commissioned one film, Ultras, about a Neapolitan gang, but also three longer series: Puerta 7 (based in Argentina), Furioza and The Hooligan (both set in Poland).
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Globo News - Mundo
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2026-04-28 03:01:29 (22 hours ago)

De Nova York a Xangai: uma viagem nos trilhos da disputa entre EUA e China
A experiência de sair de um aeroporto e chegar ao centro da cidade em poucos minutos ajuda a traduzir o ritmo das transformações urbanas na China. Em Xangai, um trem de levitação magnética — que não toca os trilhos — pode atingir mais de 400 km/h e conecta diferentes pontos da metrópole em questão de minutos.
Mais do que uma inovação tecnológica, o sistema virou símbolo de um modelo de desenvolvimento baseado em três pilares: velocidade, escala e planejamento.
Veja acima o vídeo da série 'Entre Dois Mundos', no Fantástico.
Nas últimas décadas, o país asiático saiu de um cenário de pobreza para se tornar referência global em infraestrutura. Aeroportos, linhas de metrô e estações ferroviárias são construídos em ritmo acelerado e, muitas vezes, replicados em diferentes regiões com padrões semelhantes — como peças de um grande sistema.
Segundo especialistas, a lógica por trás desse avanço está na capacidade de planejar e executar projetos de longo prazo sem interrupções políticas. Com o mesmo grupo no poder há décadas, o país consegue alinhar decisões estratégicas e manter continuidade nas obras, algo mais difícil em democracias com alternância de governo e disputas políticas.
A escala também é um fator determinante. Grandes projetos são pensados para atender milhões de pessoas e replicados em diversas cidades, o que reduz custos por unidade. Na prática, isso significa que obras complexas podem ser concluídas em poucos anos e com orçamento menor do que projetos semelhantes em países ocidentais.
A combinação entre velocidade e escala impacta diretamente o custo final. Especialistas explicam que quanto mais rápido uma obra é concluída, menores são os gastos com atrasos, revisões e mudanças de projeto — um problema comum em grandes empreendimentos ao redor do mundo.
Além disso, o uso intensivo de dados tem ganhado espaço no planejamento urbano chinês. Informações sobre deslocamento, consumo e comportamento da população ajudam autoridades a tomar decisões sobre onde investir e como expandir a infraestrutura, tratando as cidades como sistemas dinâmicos em constante adaptação.
Apesar dos avanços, o modelo também levanta questionamentos. A rapidez na execução muitas vezes vem acompanhada de decisões centralizadas, que podem incluir a realocação de moradores para dar lugar a novos projetos. Em alguns casos, famílias são transferidas para áreas mais distantes, com compensações financeiras ou novos imóveis — um processo que nem sempre ocorre sem resistência.
Especialistas destacam que esse é o principal dilema do modelo chinês: a capacidade de transformar rapidamente o espaço urbano, mas com menor peso para decisões individuais. Em contrapartida, países com processos mais participativos enfrentam maior lentidão, custos elevados e entraves políticos.
China ou EUA: quem vai liderar o futuro? Série estreia mostrando as diferenças entre Xangai e Nova York
China constrói mais rápido e barato que os EUA; veja comparação entre Xangai e Nova York
Trem mais rápido do mundo na China
Reprodução/TV Globo
Hoje, cidades como Xangai se tornaram vitrines desse modelo, reunindo arranha-céus, sistemas de transporte modernos e obras que impressionam pela escala. Ao mesmo tempo, expõem um debate mais amplo sobre o futuro das metrópoles: até que ponto é possível equilibrar eficiência, custo e participação social no desenvolvimento urbano.
A resposta, ainda em construção, ajuda a explicar por que a infraestrutura se tornou peça central na disputa global por influência e desenvolvimento no século 21.
O que explica avanço acelerado da infraestrutura na China
o que explica avanço acelerado da infraestrutura na China
The Guardian - World News
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2026-04-28 03:00:45 (22 hours ago)
After starting the 1986 world championships as a 150-1 outsider victory against Steve Davis led to watching tennis with royalty and being mobbed in Tesco
“It was like a strange dream,” Joe Johnson says as he remembers becoming the world snooker champion 40 years ago as a 150-1 outsider and former gas board and factory worker who was the father of six children. Johnson had never previously won a game at the Crucible and he had struggled for years to make a living as a pro.
It was a time when Britain was “snooker loopy” and Johnson played characters such as Bill Werbeniuk who, in 1985, beat him in the first round while drinking a staggering amount of beer.
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The Guardian - World News
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2026-04-28 03:00:44 (22 hours ago)
AFC Champions League gets finale fitting of fundamentally flawed tournament | John Duerden
Al-Ahli won for the second successive year, but few outside Jeddah will remember proceedings fondly
As far as head-butts in major finals go, it wasn’t quite Zinedine Zidane in 2006, but Zakaria Hawsawi’s lunge forwards in Saturday’s AFC Champions League Elite final connected with Tete Yengi’s jaw and dropped the stunned Australian, almost a foot taller, to the ground.
With the score 0-0 between Saudi Arabia’s Al-Ahli and Machida Zelvia of Japan midway through the second half, it all took place on the touchline of the King Abdullah Sports City Stadium in Jeddah, right in front of the referee and the shocked Al-Ahli fans who feared their team’s chances of a second successive continental title had gone.
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The Guardian - World News
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2026-04-28 03:00:44 (22 hours ago)
Sabastian Sawe’s sub-two marathon feat is the Roger Bannister moment of our time | Sean Ingle
Sunday’s landmark in London was not only unexpected, dramatic and historic – it was a once-in-a-generation moment
A few years ago at the London Marathon, organisers wheeled out an industrial-sized treadmill called the Tumbleator. Then they tempted curious onlookers with a simple question: can you keep up with Eliud Kipchoge? The answer was obvious. But that didn’t stop people trying. Most lasted a few seconds before comically flying off the back into crash mats.
The Tumbleator has a fresh poster-boy now: Sabastian Sawe, who on Sunday claimed track and field’s last holy grail by running a sub two-hour marathon. Imagine sprinting 17 seconds for 100 metres, and then sustaining it across 26.2 miles. Or setting your treadmill at 4min 33sec per mile pace and carrying on for 1hr 59 min 30sec. It sounds ridiculous, impossible, laugh-out-loud stupid … until you realise that is what Sawe did in London.
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The Guardian - World News
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2026-04-28 03:00:43 (22 hours ago)
Logging, murder and money: can Mexico’s ancient forests be saved from the cartels?
In the Sierra Tarahumara, gangs ‘disappear’ those who resist their lucrative illegal tree-felling operations
Decades ago, the children of Rochéachi village in the Sierra Tarahumara – pine-covered mountains of north-west Mexico’s Chihuahua state – would run through the forest by night. In the rainy season, they would collect fireflies whose glimmering light would flicker through the hollows of the pine trees.
“We had peace. We used to walk and play and be together,” says one mother of three, who asked to remain anonymous, about the forest she once knew. “Now, children can’t go out to play. We don’t know what might happen.”
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The Guardian - World News
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2026-04-28 03:00:43 (22 hours ago)
Cyber-attacks, disinformation and blockading of supplies. This is what living in a war zone can look like now
We are at war. Four words that sound ludicrously melodramatic on a sunny spring day, when all may not be exactly right with the world – but when you can still shut your eyes to a lot of it just by switching off the news and cracking on with life. No bombs are falling, no bullets flying, no sirens sounding. Though the idea that Britain is already under a form of hybrid attack is commonplace in defence circles, politicians still mostly skirt around it; and it was jolting at first to hear the Labour MP (and former RAF wing commander) Calvin Bailey make the case for conflict being our new reality at a conference hosted by the Good Growth Foundation thinktank last week in London. But then he started to unpack his reasoning for why war is no longer what you think it is.
If war can be considered an assault on five fronts – against a country’s political leadership, critical infrastructure, essentials such as food or fuel supplies, civilian population and armed forces – then Britain is arguably now being attacked on the first four without a shot being fired. Think of rampant, Russian-generated political disinformation on social media and attempts to bribe British politicians; of Russian submarine surveillance of the British undersea cables carrying most of our internet traffic, or the four “nationally significant” cyber-attacks recorded every week; of the blockading of food and fuel supplies through the strait of Hormuz. Think, too, of Keir Starmer’s warning in the Sunday Times last week of conflict with Iran coming home to British civilians via “the use of proxies in this country”. He didn’t elaborate, but counter-terrorism police say they are investigating whether a spate of arson attacks on synagogues, Jewish-owned businesses and Iranians living in Britain may have been sponsored by Tehran – a thugs-for-hire tactic familiar from the Russian playbook for sowing division and hate.
Gaby Hinsliff is a Guardian columnist
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