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2026-03-10 14:09:13 (1 day ago)
Guerra no Irã deixou cerca de 140 soldados dos EUA feridos, diz Pentágono

Trump diz que guerra no Irã está perto do fim
Cerca de 140 militares dos Estados Unidos ficaram feridos até agora na guerra com o Irã, segundo comunicado divulgado pelo Pentágono nesta terça-feira (10).
Segundo o governo Trump, no entanto, "a grande maioria dos ferimentos dos EUA na guerra com o Irã foram leves e 108 militares já retornaram ao serviço".
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O novo balanço veio depois que a agência de notícias Reuters procurou o Departamento de Guerra dos EUA para comentar os números revelados por duas pessoas familiarizadas com o assunto. Elas falaram à reportagem, sob condição de anonimato, que pelo menos 150 soldados haviam sido vítimas de ataques.
Anteriormente, o Pentágono havia falado em apenas 8 militares americanos gravemente feridos.
O governo Trump confirmou também a morte de sete militares.
Hegseth fala em 'desespero' do Irã e anuncia ataques intensos
Pete Hegseth e Dan Caine
REUTERS
Mais cedo, o secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse à imprensa que esta terça-feira (10) será o dia mais intenso de ataques contra o Irã até o momento, durante uma coletiva para falar sobre a situação da ofensiva americana.
Após o presidente Donald Trump anunciar, no dia anterior, que a guerra está perto do fim, Hegseth disse que Trump decide quando a ofensiva irá terminar e que o objetivo é destruir toda a infraestrutura de Defesa de Teerã.
"O Irã está desesperado e em apuros. Está sozinho e perdendo feio, cometeu um grande erro ao atacar seus vizinhos. Hoje será o dia de ataques mais intenso e o Irã disparou o menor número de mísseis nas últimas 24 horas", vibrou.
O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, falou sobre os planos de ataque ao lado do secretário. Revelou que os EUA realizaram ataques contra mais de 5 mil alvos, entre eles mais de 50 navios de guerra, nos primeiros 10 dias e que tem como alvo agora "navios lançadores de minas e instalações de armazenamento".
Questionado sobre declarações do Irã, que garante que não irá se render e que apenas Teerã determinará quando a guerra acabou, Caine ponderou:
"Acho que eles estão lutando, e respeito isso, mas não acho que sejam mais formidáveis do que pensávamos".
Nesta terça, o chefe do Conselho de Segurança do Irã, Ali Larijani, um dos mais altos cargos do país, ameaçou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Larijani disse não ter medo do que chamou de "ameaças vazias" do norte-americano e disse que Trump deve tomar cuidado "para não ser eliminado".
O povo de Ashura, no Irã, não teme suas ameaças vazias. Nem mesmo aqueles maiores que você conseguiram eliminar a nação iraniana. Cuidado para não ser eliminado!", escreveu Larijani, que era um dos nomes considerados para suceder o aioatolá Ali Khamenei.
O recado foi uma resposta à ameaça que Trump teceu nesta segunda-feira (9) em um post na rede Truth Social. Disse que iria atacar o Irã com ofensiva "20 vezes mais forte" caso Teerã siga bloqueando o Estreito de Ormuz, e, com isso, criando uma crise no preço e abastecimento de petróleo no mundo.
Trump ameaça Irã com ataque “20 vezes maior” se Estreito de Ormuz for fechado
A fala de Larijani abastece também as indicações do Irã de que o país está disposto a continuar o conflito com Estados Unidos e Israel, que entrou no 11º dia nesta terça. Na segunda-feira (9), apesar das ameaças, Trump disse que a guerra está "quase concluída". No entanto, a Guarda Revolucionária iraniana — braço das Forças Armadas ligadas ao líder supremo — respondeu que o conflito só terminará quando o Irã determinar.
Nesta terça, o governo de Israel também se mostrou disposto a seguir no conflito. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que "ainda não terminamos" ao se referir às ofensivas no Irã.
“Nossa aspiração é que o povo iraniano se liberte do jugo da tirania; em última instância, isso depende deles. Mas não há dúvida de que, com as medidas tomadas até agora, estamos quebrando seus ossos e ainda não terminamos”, declarou.
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2026-03-10 14:08:40 (1 day ago)
Baltimore police officer shot in the leg, suspect killed in apparent hostage incident
A Baltimore police officer and a suspect were shot Tuesday during what authorities described as an active shooter incident in northwest Baltimore.
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2026-03-10 14:07:11 (1 day ago)
WATCH LIVE: White House Press Secretary Karoline Leavitt holds press briefing
The White House updates the media as Operation Epic Fury enters its second week.
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2026-03-10 14:03:32 (1 day ago)
Governo Trump monitora se Irã ativou 'células adormecidas' por meio de mensagens criptografadas

Trump ameaça Irã com ataque “20 vezes maior” se Estreito de Ormuz for fechado
O governo dos Estados Unidos vem monitorando uma possível mobilização, por parte do Irã, de agentes secretos e "células adormecidas" de combate ao redor do mundo. A suspeita de Washington é que o governo iraniano tenha enviado uma mensagem criptografada convocando esses grupos a promover ataques, segundo uma reportagem da rede de TV ABC News.
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A rede de TV afirma, com base em fontes do governo Trump, que os EUA interceptaram uma transmissão codificada enviada do Irã a essas células — espécies de grupos secretos ligados às forças iranianas que podem estar preparados para cometer atentados e fazer ataques pontuais.
A mensagem, diz a reportagem, foi enviada a diferentes localidades no mundo logo após a morte do ex-líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Na segunda-feira (9), o próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu governo está "muito atento" para verificar se o Irã ativou "células adormecidas".
Míssil iraniano causa explosão em Tel Aviv, Israel, na madrugada de domingo (1º)
Tomer Neuberg/AP
A ABC News disse ter tido acesso a um comunicado enviado pelo governo Trump a agências governamentais de inteligência e segurança alertando que essa mobilização pode estar ocorrendo.
Nele, diz a rede de TV, a Casa Branca afirma achar que as transmissões interceptadas "têm como objetivo ativar ou fornecer instruções a agentes adormecidos pré-posicionados operando fora do país de origem". E pede para que centrais de inteligência e segurança fiquem atentas a comunicações em frequências de rádio vindas do Irã.
O governo iraniano ainda não havia se manifestado sobre a suspeita até a última atualização desta reportagem.
➡️ A suspeita ocorre em um momento em que EUA, Israel e Irã dão indicações de que a guerra que travam atualmente no Oriente Médio não terminará em breve. Na segunda-feira (9) Trump chegou a dizer que a guerra está "quase concluída", mas, horas depois, ameaçou o Irã com ataques "20 vezes maior" caso o governo iraniano siga bloqueando a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz.
A Guarda Revolucionária iraniana — braço das Forças Armadas ligado ao líder supremo — respondeu que o conflito só terminará quando o Irã determinar. O chefe do Conselho de Segurança do Irã, Ali Larijani, um dos mais altos cargos do país, também rebateu o norte-americano.
Larijani disse que Trump deve tomar cuidado "para não ser eliminado".
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2026-03-10 14:03:29 (1 day ago)
Fortnite-maker raising in-game currency prices 'to help pay the bills'
Epic Games said it had to increase the price as the cost of running the game had "gone up a lot"
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2026-03-10 14:02:27 (1 day ago)

É #FAKE que Lula disse que Brasil está 'sob ameaça real de invasão'
Reprodução
Circulam nas redes sociais posts alegando que o presidente Lula (PT) teria dito que o Brasil está "sob ameaça real de invasão". É #FAKE.
g1
🛑 Como são os posts?
Publicados no X e no Facebook nesta segunda-feira (9), eles atribuem, na legenda, uma declaração a Lula: "'A gente está sob ameaça real de invasão, não é uma teoria, é real e o inimigo está ameaçando abertamente. Precisamos nos preparar'. 👉🏽 É preciso que cada brasileiro resguarde e proteja a Soberania do Brasil".
As publicações exibem um trecho real do discurso do petista realizado nesta segunda, durante a visita de Estado do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. No vídeo, Lula diz: "Aqui, na América do Sul, nós nos colocamos como uma região de paz. Aqui ninguém tem bomba nuclear, aqui ninguém tem bomba atômica, aqui os nossos drones são para agricultura, para fins de tecnologia e não para guerra. Então nós pensamos em defesa como dissuasão, mas eu não sei se o companheiro Ramaphosa percebe que, se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente".
O conteúdo viralizou após o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, conversar com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, para evitar que o país classifique ações criminosas brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho (CV), como Organizações Terroristas Estrangeiras. Em caráter reservado, diplomatas mencionam o temor de que os EUA utilizem o combate ao narcotráfico e a classificação para justificar operações militares na região.
⚠️ Por que isso é falso?
O Fato ou Fake consultou a transcrição completa do discurso, disponível no site oficial do governo, e não encontrou qualquer fala similar. Procurada por e-mail pelo Fato ou Fake, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) desmentiu as publicações:
"A informação não procede, conforme é possível confirmar na transcrição e no vídeo da declaração à imprensa do presidente Lula por ocasião da visita de Estado do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, nesta segunda-feira (09.03). O conteúdo é público e pode ser consultado no link https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/discursos-e-pronunciamentos/declaracao-a-imprensa-do-presidente-lula-por-ocasiao-da-visita-de-estado-do-presidente-da-africa-do-sul-cyril-ramaphosa. Vale lembrar que a agenda foi transmitida ao vivo e acompanhada pela imprensa".
A nota também enviada acrescenta: "A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República repudia a divulgação de boatos falsos com objetivos políticos, que visam única e exclusivamente desinformar a população e manipular a opinião pública".
No discurso, Lula mencionou as similaridades entre Brasil e África do Sul e disse que, se os países não se prepararem, podem ser invadidos. Ele também destacou que as nações deveriam cooperar no segmento de defesa:
"Então, nós pensamos em defesa como dissuasão, mas eu não sei se o companheiro Ramaphosa percebe que, se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. Então essa é uma coisa que o Brasil tem necessidade similar à necessidade da África do Sul e que, portanto, nós precisamos juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode produzir junto, construir junto. Não precisamos ficar comprando dos senhores das armas, nós poderemos produzir. O que precisa é nós nos convencermos que ninguém vai ajudar a gente, a não ser nós mesmos".
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Reprodução
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2026-03-10 14:00:04 (1 day ago)
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