Times of India
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2026-07-09 02:28:30 (1 day ago)
ABC News - International News
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2026-07-09 02:26:47 (1 day ago)
Mexican village that warned of cartel offensive during World Cup faces drone attacks
Residents of the rural community of Guajes de Ayala in Mexico have faced a violent attack by the La Nueva Familia Michoacana cartel
Times of India
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2026-07-09 02:21:41 (1 day ago)
Times of Israel - World News
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2026-07-09 02:08:02 (1 day ago)
Ultra-Orthodox rioters briefly breach base that houses military prison, courts
Dozens of protesters walk in through gates of Beit Lid facility, where they clash with soldiers; no injuries or arrests reported
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The Guardian - World News
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2026-07-09 02:00:53 (1 day ago)
A brilliant and bonkers day out: how art and spectacle transformed a former Durham mining town
Bishop Auckland is abuzz with culture and family fun, thanks to the vision of Auckland Palace’s owners – and the new Kynren show featuring birds of prey, Viking raids and mythical beasts, which opens next week
Booming Hans Zimmer-style cinematic music reaches a crescendo, shaking my bones. Two turquoise macaws swoop within an inch of my hair and join a sky filled with nearly 250 birds. Hawks, kites, pelicans, and an owl soar and swoop around a pagan-looking wooden circle. Peacocks fuss at the makeshift river below, coaxed by two actors telling the story of humans’ relationship with nature. Grey clouds roll in, dark with rain. After all, we are risking an open-air performance in north-east England. I’m at a preview of Kynren: the Storied Lands, the latest gloriously unrestrained project in the market town of Bishop Auckland, 12 miles south of Durham.
I grew up near Bishop Auckland, which was once an important coal-mining and railway town. Last time I was here, its centre was dominated by discount stores. If, in 2003, you’d told teenage me that the high street would become an ode to art, history and culture, I would have laughed. Well, I would have grunted and turned up the Nu metal on my MP3 player.
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The Guardian - World News
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2026-07-09 02:00:53 (1 day ago)
Trouble Was by Charlotte Edwardes review – a sharp child’s-eye view of adult neglect
A young boy and his two siblings stay with their aunt in the West Country, in this haunting debut set over the long, hot summer of 1976
The summer of 1976 calls to my generation of novelists. We don’t remember it, but we remember the textures of daily life in that era, and a heatwave puts daily life under the kind of pressure that fuels fiction. In Guardian journalist Charlotte Edwardes’s first novel, Trouble Was, the scene is set by that heatwave with its attendant, escalating water shortage; the escalating marital and mental health crisis of the mother of three young children; a remote farm in the West Country. Though in some ways the pace is slow– not a criticism, the pace of school holidays with nowhere to go and nothing to do is also slow – the novel’s engines thrum from the first page.
Edwardes has taken the risk of a first-person child narrator, primary-aged Frank. Such figures are necessarily precocious – there’s a reason full-length novels by nine-year-olds are rarely written and never published – and tend to make demands on our suspension of disbelief, but in this case it’s convincing and compelling from the outset. The use of past tense helps, allowing both strikingly immediate observation and the feeling that the prose is in the steady hands of a remembering adult. Through the gap between Frank and the reader’s comprehension, the book conveys what the reader needs to understand about the adults’ lives. We know that most of the adults are also adulterers, that his mother’s mental illness is hereditary as well as situational, and that her efforts to fob off social services are just about adequate.
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The Guardian - World News
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2026-07-09 02:00:52 (1 day ago)
‘Soul of the community’: Sabelo Mlangeni’s groundbreaking photography – in pictures
The South African photographer, whose images arise from being embedded in queer and rural communities, has been named the winner of the James Barnor prize
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Globo News - Mundo
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2026-07-09 02:00:43 (1 day ago)
Vaticano excomunga grupo ultraconservador: pode ou não pode missa em latim?

Igreja da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em São Paulo: congregação tradicionalista reza missas em latim.
BBC
Como de praxe, foi em latim a missa solene dedicada a São Pedro e São Paulo celebrada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, no último dia 29. Três dias depois, o papa Leão excomungaria as lideranças do grupo ultraconservador Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que tem entre suas bandeiras justamente a celebração no antigo idioma.
Engana-se, contudo, quem pensa que é a mesma coisa. No aspecto litúrgico, o problema não está no idioma, mas no rito praticado e todo o aspecto político-ideológico dessa decisão.
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A Fraternidade agora excomungada não foi punida pela predileção à língua antiquada. Foi punida por desrespeitar a autoridade papal e por insistir em negar as decisões do Concílio Vaticano 2º, série de encontros realizados pela cúpula do catolicismo entre 1962 e 1965 com o objetivo de modernizar a Igreja Católica. A ponta do iceberg deste movimento está nas celebrações do grupo, ao modo anterior ao concílio, ou seja, seguindo o chamado rito tridentino.
O historiador e cientista da religião Víctor Gama, pesquisador na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), lembra que dentre todas as divergências que a Fraternidade tem com a Igreja Católica contemporânea, a "mais visível" é a questão litúrgica. "Eles entendem que a 'missa antiga', a missa tridentina, é a expressão mais perfeita do culto católico."
Este formato de missa antiga é sempre em latim e com o padre de costas para a assembleia. O modelo aprovado no concílio e adotado pela Igreja ocidental após o mesmo não proíbe nem o idioma latino, tampouco restringe a maneira como o padre deve se posicionar diante dos fiéis.
Contudo, em nome de uma maior acessibilidade e facilidade de comunicação, sugere que as missas sejam no idioma vernáculo da comunidade e que o padre se dirija de frente às pessoas, otimizando o entendimento.
O latim, enquanto língua oficial do Vaticano, presente em inúmeros documentos oficiais, pode ser utilizado, principalmente em ocasiões solenes.
Mas mesmo assim, como ocorreu na recente missa dedicada a São Pedro e São Paulo, o rito litúrgico e o contemporâneo e, para que todos compreendam, tanto as leituras bíblicas quanto a homilia do celebrante, são feitas no idioma corrente da comunidade.
Papa Leão XIV enfrenta crise com grupos tradicionalistas
Ritos
"A questão não é a língua, é o rito. Uma missa pode ser celebrada em qualquer língua", afirma o vaticanista Filipe Domingues, professor na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, e diretor na instituição Lay Centre, também em Roma.
"O Concílio Vaticano 2º não proibiu o latim, mas facilitou o uso das línguas locais", resume o teólogo e historiador Gerson Leite de Moraes, professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie. "A orientação era de que a missa se tornasse mais inclusiva."
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"A missa em latim não foi abolida. Isso é uma dessas lendas paroquiais que foram repetidas por gente que nunca leu meia página do Concílio", comenta o padre José Eduardo de Oliveira e Silva, doutor em teologia pela Pontifícia Universidade de Santa Cruz, em Roma.
"O Código de Direito Canônico diz que a celebração eucarística pode ser feita em latim ou em outra língua, desde que os textos estejam legitimamente aprovados. E o próprio Vaticano 2º disse que o uso do latim devia ser preservado nos ritos latinos, embora admitisse um uso mais amplo da língua vernácula quando isso fosse pastoralmente útil."
"Então, numa paróquia comum, no rito romano atual, o padre pode celebrar em latim", completa o sacerdote. "O que ele não pode é inventar uma liturgia particular, fazer da missa um manifesto pessoal ou usar o latim como bandeira de guerra contra a própria Igreja."
O rito tridentino, utilizado pelos seguidores da Fraternidade São Pio, remete ao Concílio de Trento, realizado entre 1545 e 1563. Ocorre que, naquela época de comunicação mais difícil, as missas acabavam sendo diferentes entre si. "Havia uma tendência de que em cada lugar a liturgia se desenvolvesse de forma diferente. Depois de Trento, buscou-se unificar isso", pontua.
Era preciso padronizar. Uma das questões debatidas naquela série de encontros da Igreja era justamente o desejo de criar um rito que unificasse as celebrações. Daí o rito, que acabou sendo a praxe nas paróquias católicas do Ocidente até o Concílio Vaticano 2º.
O formato acabou sendo conhecido popularmente como "missa em latim" ou "missa antiga". Com o padre de costas. Na verdade, a ideia era que o padre também estivesse orientado de frente para o altar, assim como a assembleia — naquele formato, em uma língua que poucos dominavam, de fato era difícil prever uma interação do padre com os fiéis.
Com o passar os séculos, essa liturgia foi passando por atualizações. O último texto desse tipo de celebração está no Missal Romano de 1962, justamente o que costuma ser utilizado pelos que negam os avanços do concílio realizado na década de 1960.
Papa Leão XIV durante missa na catedral da Sagrada Família, em Barcelona, em 10 de junho de 2026.
Bruna Casas/ Reuters
Missa em latim
Se o uso do latim não é visto como um problema canônico hoje, a insistência em se ater a esse missal obsoleto — a "chamada forma litúrgica anterior à reforma pós-conciliar", como define o padre Oliveira e Silva — é.
"A expressão 'missa em latim' foi uma forma de simplificar uma questão muito mais complexa", diz Domingues.
A questão, contextualiza ele, envolve o chamado movimento tradicionalista da Igreja, uma série de grupos conservadores que enfatizam o período pré-conciliar — e, em maior ou menor grau, não aceitam as decisões do Concílio Vaticano 2º.
Preocupado com o avanço de grupos ultraconservadores tradicionalistas, o papa Francisco (1936-2025) publicou em 2021 um documento, chamado Traditionis Custodes, determinando que tais celebrações só podem ocorrer mediante autorização do bispo responsável pela circunscrição.
"A partir desse documento, essa missa tridentina só pode ser celebrada em algumas situações específicas. Francisco afirmou que o Concílio Vaticano 2º já havia decidido por uma só forma de celebração então o que se podia fazer era que a Igreja abrisse exceções para algumas comunidades, por um bem pastoral", contextualiza o vaticanista Domingues.
"O documento também exige que os grupos ligados a essa liturgia não neguem a validade e a legitimidade da reforma litúrgica, do Vaticano 2º e do magistério dos papas", ressalta o Oliveira e Silva.
A ideia era coibir cismas e manter a unidade, ainda que respeitando pastoralmente opções alheias ao script contemporâneo.
"Francisco estabeleceu alguns critérios para isso. Um deles é que não sejam criados novos grupos tradicionalistas, já que a missa tridentina poderia ser concedida apenas a grupos já existentes", pontua Gama. "Também não poderia ser celebrada em igrejas paróquias, mas apenas em capelas."
Antes, o papa Bento 16 (1927-2022) havia facilitado o rito da "missa antiga". "Ele concedeu uma autorização universal, um documento, em 2007, que dizia que qualquer sacerdote poderia decidir celebrar nesse rito, sem necessidade de pedir autorização", diz Gama. "Havia uma liberdade universal e foi um momento do crescimento das missa tridentinas no Brasil e no mundo."
De costas
Sobre o posicionamento do padre celebrante, Oliveira e Silva esclarece que a expressão tecnicamente correta não é o popular "de costas", mas sim a forma latina ad orientem. "No rito antigo, isso é o normal. No rito novo, a celebração voltada ao povo se tornou a prática ordinária", comenta. Segundo a Instrução Geral do Missão Romana, o altar deve ser construído de modo que se possa celebrar voltado ao povo. "É o considerado desejável onde for possível", salienta o padre.
"Mas a direção física do celebrante não é um detector automático de fé", ressalta Oliveira e Silva. "Deus não cabe nessa geometria de sacristia."
"Esse modo de celebrar não foi abolido", salienta Gama. "Mas acabou caindo em desuso, porque a liturgia passou por uma série de reformas com o objetivo de ficar mais adaptada, de se tornar mais compreensível para nossa época."
No entendimento dos tradicionalistas, a importância do latim pode ser entendida sob várias camadas. Em primeiro lugar porque o idioma funciona como um sinal histórico. "É continuidade, universalidade e estabilidade", afirma Oliveira e Silva. "Não pertence a uma nação. Cria uma espécie de distância sagrada em relação ao uso banal da linguagem. E por ser uma língua estável, ajuda a proteger fórmulas doutrinais de oscilações, modismos e traduções infelizes."
Domingues lembra que quando o rito contemporâneo usa o latim, geralmente o faz para enfatizar a "dimensão da universalidade da Igreja". "É usado também como língua oficial da Santa Sé", ressalta.
Há o aspecto simbólico. "O latim liga a liturgia romana a séculos de oração, canto gregoriano, teologia, direito canônico, santos, concílios, documentos pontifícios", enumera Oliveira e Silva. "Lembra ao fiel que a Igreja não começou ontem."
"O latim tem o caráter de universalidade e também a característica de imutabilidade, por ser uma língua morta", analisa Gama. Ele ressalta que ainda há o aspecto teológico, já que a Igreja Católica recomenda que os seus sacerdotes compreendam bem o idioma.
O problema, lembra o padre, está na caricatura. "É achar que o latim, por si só, é o critério. Isso é ideologia", comenta. "O latim pode ser usado santamente, como língua de oração da Igreja. Ou pode virar fetiche estético."
Para o teólogo Moraes, essa ênfase no uso do latim remete a um período em que a Igreja Católica detinha um poder hegemônico na Europa. De certa forma, os grupos tradicionalistas querem recuperar essa aura, em uma perspectiva que nega a própria sociedade contemporânea, secularizada, segundo a análise do professor.
O cisma atual
No caso da Fraternidade São Pio X, a missa tridentina é apenas a casca externa de um problema muito mais profundo. "É questão de fundo é eclesiológica: quem tem autoridade para julgar autenticamente a tradição", comenta o padre Oliveira e Silva.
"O problema não é a missa em latim, o rito. É que as pessoas estão fazendo isso por causa de uma questão política, ideológica e doutrinária", afirma Domingues.
New York Times - World News
New York Times - World News
2026-07-09 01:57:58 (1 day ago)
A Times reporter in Iran said the events “surpassed anything I’ve ever witnessed.”
Le Monde - World News
Le Monde - World News
2026-07-09 01:49:48 (1 day ago)
US judge orders Trump to pay $5 million he owes E. Jean Carroll
This decision follows the Supreme Court’s refusal to hear the appeal filed by the US president, who was found guilty of sexual assault and defamation against the former journalist and columnist.
Globo News - Mundo
Globo News - Mundo
2026-07-09 01:47:54 (1 day ago)
Número de mortos na Venezuela após terremoto sobe para 3.811, afirma governo

Número de mortos na Venezuela após terremoto sobe para 3.811, afirma governo Na quarta (24), tremores de magnitude 7,5 e 7,2 foram registrados no país em um intervalo de menos de um minuto. Equipes de resgate buscam vítimas soterradas em prédios que desabaram pelo país. Os dois fortes terremotos que atingiram a Venezuela na quarta (24) deixaram 1.430 mortos, 3 mil feridos e 3.100 desabrigados — o número pode aumentar, segundo a ONU e o Serviço Geológico dos EUA.. Prédios inteiros e casas desabaram em Caracas e em outras cidades venezuelanas. Na manhã desta sexta (26), equipes de resgate trabalhavam em busca de sobreviventes.. Também nesta sexta, equipes de resgate internacionais começaram a chegar à Venezuela. O Brasil enviou reforços. No sábado (27), o país recebeu mais 22 máquinas para auxiliar nas buscas.. O Itamaraty confirmou na quinta (25) que 2 brasileiros estão entre os mortos.. Mais de 50 mil estão desaparecidos, segundo a ONU, e moradores estão fazendo resgate 'com as próprias mãos'. A precariedade, escreve Sandra Cohen, é reflexo do Estado disfuncional.
The Guardian - World News
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2026-07-09 01:32:41 (1 day ago)
Gout Gout to miss World U20 Championships due to hamstring injury
Australian suffers muscle tear during training in Brisbane
18-year-old vows to return in 2027 ‘better and faster and stronger’
Australian sprint sensation Gout Gout has pulled out of the 2026 World Athletics U20 Championships and will be sidelined for the rest of the year after suffering a serious hamstring tear.
The 18-year-old had set his sights on becoming a 200m under-20 world champion in the US in August as he tries to emulate the men’s 100m and 200m world-record holder, Jamaican Usain Bolt.
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