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2026-07-08 23:02:05 (1 day ago)
Kylian Mbappé: A leader on a mission, both on the pitch and behind the scenes at the 2026 World Cup
The captain of the France team, who will face Morocco on Thursday, July 9, in the quarterfinals, keeps scoring goals while playing an active role behind the scenes for Les Bleus. His selflessness stands in stark contrast to the criticisms of his supposed individualism.
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2026-07-08 23:01:08 (1 day ago)

O Estreito de Ormuz voltou ao centro das atenções após uma nova escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nesta quarta-feira (8), os EUA lançaram novos ataques contra alvos iranianos em resposta a ofensivas de Teerã contra navios comerciais que cruzavam a região.
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Em reação, o Irã ameaçou fechar a principal rota marítima para o transporte de petróleo no mundo novamente, o que elevou a tensão no Oriente Médio e reacendeu temores de impactos no abastecimento global de petróleo.
O Estreito de Ormuz uma "artéria" da indústria petrolífera por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. Seu fechamento durante período de conflito teve forte impacto na economia global. O anúncio do acordo de paz, aliás, derrubou os preços do petróleo na abertura do pregão de segunda-feira.
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Veja abaixo outros detalhes sobre o estreito.
Infográfico - Estreito de Ormuz
Arte/g1
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'Artéria' do trânsito mundial de petróleo
O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e "deságua" no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, o estreito tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.
Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa pelo estreito. Entre o início de 2022 e maio de 2025, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível fluíram diariamente pelo local, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.
Conflito no Oriente Médio: o papel estratégico do Estreito de Ormuz
Membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) como Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque exportam a maior parte do seu petróleo através do estreito, principalmente para a Ásia.
O fechamento do Estreito de Ormuz causou sérios problemas no abastecimento de petróleo no mundo.
Getty Images via BBC
Os Emirados Árabes e a Arábia Saudita buscam rotas alternativas para não depender do estreito.
O Catar, um dos maiores exportadores mundiais de gás natural liquefeito, envia quase toda sua produção através do estreito.
Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA, havia cerca de 2,6 milhões de barris por dia de capacidade ociosa nos oleodutos existentes desses países, que poderiam ser usados para contornar Ormuz (dados de junho de 2024).
Navio passa pelo estreito de Ormuz
REUTERS/Hamad I Mohammed/File Photo
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2026-07-08 23:01:04 (1 day ago)
How Ukrainians are turning Crimea, the Russians' Riviera, into a battlefield
The annexed Ukrainian peninsula, which Vladimir Putin sees as his crowning jewel, has descended into chaos as Kyiv ramps up attacks on the territory. Shocked tourists and residents express their distress as shortages worsen.
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2026-07-08 23:00:52 (1 day ago)

Instrutor de voo se joga de avião em pleno ar na Argentina; aluna consegue pousar
A história do instrutor de voo que se jogou em pleno ar na província de Córdoba chocou a Argentina.
Leandro Bertazzo, de 42 anos, acompanhava uma aluna em um voo de treinamento quando saltou de uma altitude estimada de 250 metros. Seu corpo foi encontrado em uma área rural.
A aluna, cujo nome não foi divulgado, já possuía licença de pilotagem, mas tinha poucas horas de voo no modelo envolvido, um Cessna 150. Ela pediu auxílio da torre de controle e conseguiu efetuar o pouso normalmente.
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"Leandro tirou os fones de ouvido, deixou o celular de lado e abriu a porta — algo muito difícil de fazer devido à pressão do ar", disse Eduardo Alvarez, diretor da escola Flying Parrot Córdoba, ao jornal argentino "Clarín".
Leandro Bertazzo, instrutor de voo que se jogou de avião na Argentina
Reprodução: Redes Sociais
Raul Marinho, diretor técnico da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), relata que abrir a porta de um Cessna 150 em pleno ar não apenas é possível, como um procedimento treinado por pilotos e alunos.
"O Cessna 150 é uma aeronave muito pequena e muito lenta", diz Marinho, que fez seu treinamento como piloto no mesmo modelo. "A velocidade de estol (velocidade mínima para permanecer voando) dele é de cerca de 42 nós, ou 88 km/h."
Ele compara o ato de abrir a porta da aeronave em voo com abrir a porta de um carro na estrada — não é algo fácil de se fazer, mas também não é impossível. A comparação é válida, explica Marinho, quando a aeronave está voando a baixa altitude, e a pressão do ar fora da cabine é praticamente a mesma pressão do ar em solo.
"Não sei como é agora, mas quando eu fiz o treinamento nós aprendíamos a fazer essa manobra. Era preciso colocar o pé na porta e empurrar", conta Marinho.
O piloto explica que a manobra era ensinada para emergências, no caso de a aeronave não responder aos comandos do piloto devido a rompimento dos cabos, por exemplo. Ao abrir a porta da cabine, cria-se uma resistência aerodinâmica capaz de fazer o Cessna 150 realizar curvas.
Saúde mental
Leandro Bertazzo havia procurado atendimento psiquiátrico, mas não havia comunicado isso à escola de voo.
O fato só era conhecido pela família. Seu pai declarou à imprensa argentina que o piloto "estava passando por um momento difícil".
No dia do incidente, o comportamento do instrutor não levantou suspeitas dos colegas.
Marinho explica que "a saúde mental é tabu em todas as áreas, mas um tabu muito maior na aviação".
"Questões de saúde mental podem levar um piloto a perder o certificado médico, o que os deixa impedidos de voar", alerta o diretor técnico da Abag, que defende iniciativas de conscientização sobre o tema na área.
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2026-07-08 23:00:42 (1 day ago)

O Ministério das Relações Exteriores mapeou 43 empresas e associações comerciais americanas que pedem que produtos brasileirios não sejam tarifados com base na investigação aberta feita pelo governo de Donald Trump.
Os pedidos foram apresentados sob o argumento de que não há substitutos produzidos no mercado doméstico para esses produtos.
As entidades também alertaram que a aplicação das tarifas elevaria os custos para consumidores americanos e para indústrias dos Estados Unidos que utilizam esses itens como insumos para a fabricação de outros produtos.
A informação consta da resposta oficial enviada pelo governo brasileiro ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês).
No documento assinado pelo chanceler Mauro Vieira, o governo brasileiro rebate a investigação aberta pelo USTR, que acusa o Brasil de adotar práticas que "oneram ou restringem" o comércio com empresas americanas.
O processo pode resultar na imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
O g1 questionou o Itamaraty sobre quais empresas e produtos foram identificados no levantamento, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
O impacto para o Brasil e para os EUA
Na segunda-feira (6), o USTR abriu a fase de audiências públicas da investigação. A participação é aberta aos interessados que se inscreverem.
Participaram das audiências representantes de associações brasileiras e americanas de vários setores, como café, arroz, açúcar, etanol de milho, ferro-gusa, rochas ornamentais, madeira, papel, calçados, mel e propriedade intelectual.
Para o presidente da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), Abrão Neto, "a aplicação de novas tarifas seria prejudicial para ambas as economias, com impactos negativos para o setor produtivo e os consumidores dos Estados Unidos, além de perda de competitividade das exportações brasileiras para um mercado crucial”.
Neto mencionou, ainda, que a participação dos Estados Unidos no comércio total do Brasil caiu para 11,2% nos cinco primeiros meses de 2026, o menor nível já registrado. As importações brasileiras provenientes dos Estados Unidos também recuaram 11% no mesmo período.
"Essas tendências sugerem que tarifas adicionais podem reduzir ainda mais a presença comercial e a influência econômica dos EUA em um dos maiores mercados emergentes do mundo, abrindo espaço para que concorrentes estrangeiros ampliem sua participação de mercado às custas das empresas americanas", complementou.
Como mostrou o blog da Ana Flor, representantes de empresas que participaram das audiências avaliam que a adoção de novas tarifas é praticamente inevitável. A expectativa, porém, é que o alcance da medida possa ser calibrado de acordo com seus impactos sobre a economia americana.
Um dos principais argumentos apresentados é que encarecer a importação de produtos brasileiros pode aumentar a dependência das cadeias produtivas dos Estados Unidos de insumos e componentes vindos da China, um efeito que contraria a estratégia comercial do governo Donald Trump.
Começam audiências públicas sobre tarifaço proposto pelo governo americano aos produtos brasileiros
Entenda a investigação contra o Brasil
Os Estados Unidos concluíram uma investigação comercial contra o Brasil e propuseram a aplicação de uma tarifa de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados ao mercado americano.
A medida ainda não entrou em vigor e depende da realização de consultas públicas e do cumprimento de etapas previstas na legislação dos EUA.
Segundo o relatório do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), o Brasil adota práticas que "oneram ou restringem" o comércio americano.
🛑 Entre os pontos citados estão o funcionamento do PIX, decisões judiciais envolvendo redes sociais, acordos comerciais com outros países, falhas no combate ao desmatamento ilegal, barreiras ao etanol americano, problemas relacionados à proteção da propriedade intelectual e deficiências no combate à corrupção.
Apesar da proposta de taxação, os EUA incluíram uma ampla lista de exceções para produtos considerados estratégicos. Entre os itens que podem ficar isentos estão café, certas carnes, frutas, fertilizantes, medicamentos, aeronaves e peças, além de minerais estratégicos.
O governo americano prevê concluir as consultas e decidir sobre a eventual aplicação das medidas até 15 de julho.
Ameaça de novas tarifas: Departamento de Comércio dos Estados Unidos acusa governo brasileiro de práticas injustas ou discriminatórias
Jornal Nacional/ Reprodução
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2026-07-08 23:00:29 (1 day ago)
França e Marrocos se enfrentam no 1º dia das quartas da Copa do Mundo 2026; veja horário

Kylian Mbappé, da França , comemora o primeiro gol da equipe
REUTERS/Bernadett Szabo
As quartas de final da Copa do Mundo de 2026 começam nesta quinta-feira (9) com o jogo entre França e Marrocos. (Confira mais informações abaixo).
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Onde assistir à Copa do Mundo?
Tempo Real: o ge acompanha todos os lances da partida.
Transmissão: TV Globo, Globoplay, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV.
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Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos
RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo
E 2030? Veja quem deve seguir e nomes que ficam no radar no próximo ciclo da Seleção
Veja as reações de Vini Jr, Ancelotti, Solbakken e Danilo no gol perdido por Endrick em Brasil x Noruega
Mesmo com eliminação na Copa, jogadores da Seleção ganham 24 milhões de seguidores nas redes
Quem joga nesta quinta-feira (9), que horas e onde assistir?
França x Marrocos
Horário: 17h (de Brasília)
Local: Gillette Stadium, Foxborough, Estados Unidos
Transmissão: TV Globo, Globoplay, SporTV, ge tv, Nsports, SBT e CazéTV
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Por que a Rússia está banida da Copa do Mundo enquanto os EUA são sede do torneio?
Sobre a Copa de 2026
A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.
Confira a seguir quantos jogos cada país vai sediar:
Estados Unidos: 78 jogos (incluindo todas as fases eliminatórias a partir das quartas de final e a grande final).
México: 13 jogos (incluindo o jogo de abertura no Estádio Azteca).
Canadá: 13 jogos.
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2026-07-08 23:00:15 (1 day ago)

Estados Unidos voltam a bombardear alvos no Irã
Os novos ataques dos Estados Unidos contra o Irã nesta quarta-feira (8) têm como cenário uma disputa que vai além dos bombardeios: quem exerce, na prática, o controle sobre o Estreito de Ormuz. A rota marítima é uma das mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás.
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▶️ Contexto: Ao anunciar a nova ofensiva, as Forças Armadas dos EUA afirmaram que a operação busca reduzir a capacidade iraniana de ameaçar a liberdade de navegação em Ormuz.
Segundo os norte-americanos, os bombardeios são uma resposta aos ataques contra navios comerciais registrados na terça-feira (7).
O presidente Donald Trump afirmou que a ofensiva é uma retaliação direta ao episódio e ameaçou ampliar os ataques caso novas embarcações sejam alvo de ações iranianas.
O Irã não assumiu a autoria dos ataques desta semana, mas já foi acusado de atacar embarcações comerciais que cruzavam a região em outras ocasiões.
💡 O Estreito de Ormuz é um corredor marítimo de cerca de 50 quilômetros de largura que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Oceano Índico. Antes da guerra, cerca de 20% de todo o petróleo e gás comercializado no mundo passava pela área.
Embora o Irã não seja o proprietário da via marítima, ele controla a costa norte do estreito, além de diversas ilhas e posições militares. Isso permite o país a monitorar praticamente todo o tráfego de embarcações da região.
Nos últimos anos, o Irã transformou essa posição geográfica em um instrumento de pressão política e militar. Após o início da guerra, o país fechou o estreito para obter vantagem na mesa de negociações.
Atualmente, o governo do Irã defende que o mundo reconheça a soberania do país sobre a rota marítima.
Controle do Irã
A popa danificada de um navio graneleiro operado pela empresa sul-coreana HMM, após ser atingido por dois objetos não identificados em Ormuz, em maio de 2026
Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul/Divulgação via REUTERS
O Irã não precisa bloquear completamente a passagem pelo Estreito de Ormuz para causar impactos. Uma simples ameaça de ataque já aumenta os custos de transporte, eleva o preço dos seguros marítimos e pressiona o mercado internacional de energia.
A Guarda Revolucionária mantém uma combinação de lanchas rápidas de ataque, baterias de mísseis costeiros, minas marítimas e drones capazes de atingir petroleiros e outras embarcações comerciais que descumprirem ordens na região.
💥 Os ataques registrados nesta semana são exemplos dessa estratégia.
Um navio-tanque que transportava gás natural liquefeito foi atingido e pegou fogo próximo à costa de Omã, segundo o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido.
Outras duas embarcações sofreram danos, mas conseguiram seguir viagem. Ninguém se feriu.
Segundo autoridades britânicas, os três navios navegavam por uma rota próxima ao litoral de Omã, alternativa ao corredor controlado pelo Irã.
A televisão estatal do Irã afirmou que um dos navios atacados havia desrespeitado orientações das autoridades iranianas. Ainda assim, o governo não assumiu oficialmente a autoria da ação.
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Juan Silva/g1
Disputa
Além das questões sobre o programa nuclear iraniano, a atual crise com os Estados Unidos também envolve um desacordo sobre quem pode estabelecer as regras de passagem pelo Estreito Ormuz.
Como parte de um acordo temporário firmado entre Estados Unidos e Irã, em junho, os dois países concordaram que navios poderiam atravessar o estreito sem pagar taxas por um intervalo de 60 dias.
Mesmo assim, o Irã continua insistindo que cabe ao país controlar as embarcações que passam pelo Estreito de Ormuz. Teerã também quer cobrar uma espécie de pedágio pela travessia.
Segundo a imprensa americana, autoridades iranianas chegaram a discutir a cobrança de pedágios de até US$ 2 milhões por embarcação.
A medida é criticada por especialistas marítimos, que a classificam como ilegal e inviável.
Veículos passam por um outdoor com uma imagem do Estreito de Ormuz e com os lábios costurados do presidente dos EUA, Donald Trump, em uma praça no centro de Teerã, Irã, sábado, 2 de maio de 2026.
AP Photo/Vahid Salemi
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'Gutfeld!': Lefties outraged over soda post
Fox News host Greg Gutfeld and the 'Gutfeld!' panel discuss drama over a Pepsi tweet.
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Global economy to grow 3 percent in 2026, as AI demand partly offsets energy shock from Iran war, IMF says.
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Record crowds expected at annual event hosted by Jerusalem Cinematheque on July 9-19, as Israeli cinema projects stability despite global post-Oct. 7 isolation
The post Unimpeded by war, Jerusalem Film Festival to open with strong international guest list appeared first on The Times of Israel.

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History tells us you can ‘only redistribute poverty,’ Rep Darrell Issa says
Reps. Darrell Issa, R-Calif., and Jeff Van Drew, R-N.J., discuss the rise of socialist candidates within the Democratic Party and the GOP’s 2026 midterm messaging on ‘Hannity.’
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2026-07-08 22:50:20 (1 day ago)
US to delist Syria as state sponsor of terror, in new boost to Sharaa
Rubio informs Congress of Trump's 'historic' decision, triggering 45-day review; at Turkey NATO summit, Trump says Syrian leader 'doing an unbelievable job' at unifying country
The post US to delist Syria as state sponsor of terror, in new boost to Sharaa appeared first on The Times of Israel.

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